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Notícias falsas acompanham o coronavírus desde seu surgimento, na China. No Brasil, a campanha de desinformação boicota o distanciamento social, promove tratamentos sem eficácia e mente sobre os efeitos da vacina. O caso mais recente é a live na qual Bolsonaro que relaciona os imunizantes à Aids - afirmação absurda que foi incluída no relatório da CPI da Covid. Você pode ouvir O Assunto no g1, no GloboPlay, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer, na Amazon Music, no Hello You ou na sua plataforma de áudio preferida. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio. A falsa associação feita por Jair Bolsonaro entre vacina contra a Covid e risco de contrair o vírus da Aids recolocou na ordem do dia o efeito letal da desinformação numa crise sanitária. Um processo acompanhado de perto por Roney Domingos, jornalista do g1 que integra o projeto de checagem Fato ou Fake. Neste episódio, ele lembra que, enquanto o coronavírus atacava sobretudo na China, vídeos e outras montagens fraudulentas procuravam maximizar o horror. Mas, quando a doença chegou com força ao Brasil, houve uma “inversão de sinal”, e negacionistas passaram a usar o mesmo expediente para subestimar o perigo, promover tratamentos sem eficácia e boicotar o distanciamento social. Entre tantos personagens que acompanhou nessa cobertura, Roney não se esquece de Iomar, irmão gêmeo do enfermeiro Anthony Ferrari, que espalhou dezenas de fake news sobre a Covid até morrer da doença, junto com vários familiares. “Em 15 dias, perdeu as pessoas que mais amava” e se foi, conta sobre Iomar. Renata Lo Prete conversa também com Fernando Aith, do Departamento de Política, Gestão e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da USP. O professor lista pelo menos quatro crimes contidos na fala mais recente de Bolsonaro. Avalia o que esperar do procurador-geral da República, Augusto Aras, principal destinatário do recém-aprovado relatório da CPI. Analisa também os esforços, aqui e no mundo, para regular as plataformas digitais, que “lucram, e não é pouco, com fake news”, diz. “A gente ainda pode evoluir com a legislação brasileira, assim como outros países estão tateando nesse sentido". O que você precisa saber: É #FAKE: vacinados contra a Covid têm desenvolvido Aids Vítimas: mortes causadas pela desinformação na pandemia Youtube: remove live com mentira sobre vacina e AIDS CPI: sugere criminalizar fake news sobre saúde pública Reelembre: outros posts de Bolsonaro removidos em redes FATO OU FAKE: o que é verdade ou mentira sobre a Covid-19 VÍDEO: entenda por que o Facebook tirou live de Bolsonaro do ar O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Isabel Seta, Arthur Stabile, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Giovanni Reginato. Neste episódio colaboraram também: Gabriel de Campos e Ana Flávia Paula. Apresentação: Renata Lo Prete. Comunicação/Globo

Fogo começou em local que também funcionava como oficina de eletrodomésticos. As causas do incêndio ainda serão apuradas. Chamas atingiram oficina e outras duas casas vizinhas, no bairro Monte Azul Reprodução/Ronaldo Zanoni Um incêndio destruiu uma casa e atingiu outros dois imóveis vizinhos, no bairro Monte Azul, na Região Norte de Belo Horizonte. Uma família ficou desabrigada. O incidente ocorreu na noite desta terça-feira (26). A causa do incêndio ainda é desconhecida. De acordo com os vizinhos, o fogo se espalhou rapidamente. No local, também funcionava uma oficina, onde o proprietário trabalhava como técnico em refrigeração. Divino Jesus, de 65 anos, trazia os eletrodomésticos de clientes para consertar na oficina. Segundo os bombeiros, esse material acumulado no local dificultou o combate às chamas e favoreceu com que o fogo se espalhasse rapidamente. Outras duas casas foram atingidas. Seu Divino morava na casa com o filho, de 24 anos, a nora e mais dois netos, uma menina de 5 anos e um bebê de 2 meses. Eles devem seguir para a casa de parentes, porque o Corpo de Bombeiros condenou a estrutura da casa até que uma avaliação da Defesa Civil seja feita no local. De acordo com os bombeiros, ninguém ficou ferido. As causas do incêndio serão investigadas pela perícia. Os vídeos mais vistos do g1 Minas nos últimos dias:

Aos sete meses de idade, Brisa teve quase todo o corpo queimado em um incêndio. Aos 21 anos ela conta como superou as dificuldades e venceu diversos desafios da vida. Brisa, argentina de 21 anos que teve 88% do corpo queimado aos sete meses de idade em foto sem data Reprodução/Garrahan Brisa tinha apenas sete meses de idade quando um incêndio tomou conta do quarto em que dormia e deixou 88% do seu corpo queimado. Natural de Salta, a mais de 1,7 mil quilômetros de Buenos Aires, a agora modelo e atleta superou todas as dificuldades e lutou contra os prognósticos dos médicos. "Me olho no espelho hoje, e gosto de mim", disse Brisa ao site do hospital Garrahan, instituição que salvou sua vida. Após o acidente, que atingiu zonas bastante sensíveis como a cabeça e os braços – um deles chegou a ser amputado –, Brisa volta à instituição de saúde com frequência para contar sua história. LEIA TAMBÉM: Jovem inspira nas redes ao falar com leveza sobre diagnóstico de câncer: 'A doença não é escolha, mas como passar por ela, sim' Filho inspira professora a criar clube de assinaturas para promover educação antirracista Aos 21 anos ela coleciona uma série de medalhas como corredora que conquistou nos Jogos Nacionais Evita, competição criada em 1948 pelo governo da Argentina, voltada a crianças e jovens Mas em 2020 ela resolveu encarar outro desafio: o das passarelas. Em plena pandemia da Covid-19, uma foto publicada em suas redes sociais viralizou pelo país e Brisa foi convidada a participar do concurso Miss Belleza Mundial. Na competição, a primeira do tipo que participou, ela recebeu três reconhecimentos: o prêmio de foto mais votada nas redes, o de miss simpatia e o de mulher forte. Além disso, ela foi contratada por uma agência de modelos em sua cidade natal para seguir com o sonho e poder se dedicar profissionalmente a ele. Aprendeu a não se esconder Brisa disse saber que muitos meninos e meninas – que assim como ela, tiveram acidentes graves e carregam queimaduras bastante aparentes –, tentam se esconder, mas que ela não quis isso. A modelo disse que os olhares de estranhos a acompanharam por toda a vida, mas aprendeu a superar a vergonha para acabar com a estigmatização. Com os anos, ela conta ter aprendido a responder à discriminação: "Eu retribuo o olhar até que parem de encarar." "Ninguém é mais nem menos que o outro, somos todos iguais", afirmou a jovem. Seu próximo desafio agora é começar os estudos para se tornar professora de educação física. Ela disse que quer se especializar no ensino de crianças com deficiência. “Eu aprendi a defender o que é meu, mas nem todos têm a mesma possibilidade. Então eu quero ajudar de alguma forma", disse a futura professora. VÍDEOS mais vistos do g1

Apostas podem ser feitas até as 19h em lotéricas ou pela internet. Valor da aposta mínima é de R$ 4,50. Aposta única da Mega-Sena custa R$ 4,50 e apostas podem ser feitas até as 19h Marcelo Brandt/G1 O concurso 2.423 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 30 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h desta quarta-feira (27) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada também pela internet até 19h - saiba como fazer. Esta semana, a Mega-Sena terá sorteios nesta quarta-feira e no sábado (30). VÍDEO: veja como funcionam as apostas da Mega-Sena Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa. VÍDEOS: os vídeos mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias
Decisão do governo de flexibilizar o teto de gastos gerou reação negativa e deve motivar aceleração do ritmo de alta dos juros. Analistas já vislumbram estagflação no próximo ano. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central deve acelerar o ritmo de alta dos juros nesta quarta-feira, segundo estimativa do mercado financeiro. A decisão será anunciada após as 18h. Risco fiscal se materializou, e BC deve aumentar ainda mais a taxa de juros, diz economista A expectativa da maior parte economistas, coletada em pesquisa realizada pelo BC na semana passada, é de que a taxa básica seja elevada dos atuais 6,25% para 7,5% ao ano, ou seja, um aumento de 1,25 ponto percentual. Confirmada essa alta, a taxa Selic atingirá o maior patamar em quatro anos — em outubro de 2017, antes de cair para 7,5%, estava em 8,25% ao ano (veja no gráfico abaixo). Parte dos economistas, entretanto, já aposta em uma elevação ainda maior: de 1,5 ponto percentual, para 7,75% ao ano. Após a divulgação da prévia da inflação de outubro, que mostrou aceleração, alguns bancos passaram a estimar um aumento até maior do que 1,5 ponto no encontro do Copom desta semana. Com isso, o juro passará a ficar maior do que o registrado no início do governo Bolsonaro, em janeiro de 2019 (6,5% ao ano). Nos dois últimos encontros do Copom, em agosto e setembro, o elevação dos juros foi de um ponto percentual. Para este mês, havia uma indicação do BC de que esse ritmo de alta seria mantido. Porém, o mercado passou a prever uma elevação maior após o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter admitido na semana passada "furar" o teto de gastos (mecanismo que limite o aumento da maior parte das despesas à inflação do ano anterior). Guedes tem dito que as mudanças no teto de gastos têm por objetivo ampliar a proteção social, por meio do Auxílio Brasil, programa social sucessor do Bolsa Família. Mas analistas têm indicado que seria possível incrementar o programa sem estourar o limite para despesas, utilizando, por exemplo, recursos destinados às emendas parlamentares. De acordo com relatório assinado pelo economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, as notícias sobre a alta dos gastos aumentaram as dúvidas sobre o futuro do teto de gastos no Brasil. "Sem uma âncora fiscal crível, a tarefa do Banco Central de manter a inflação na meta se torna mais difícil", avaliou. Na última semana, o mercado passou a prever juros mais altos também no futuro. Para o fim de 2021, a expectativa dos analistas passou de 8,25% para 8,75% ao ano e, para o fechamento de 2022, os economistas do mercado financeiro subiram a expectativa para a taxa Selic de 8,75% para 9,5% ao ano. Como a taxa Selic é definida O principal instrumento do Banco Central para conter a propagação da alta de preços é a taxa básica de juros, que é definida com base no sistema de metas de inflação. Normalmente, quando a inflação está alta, o BC eleva a Selic, e a reduz quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas predeterminadas. Para 2021, a meta central de inflação é de 3,75%. Pelo sistema vigente no país, será considerada cumprida se ficar entre 2,25% e 5,25%. Neste momento, o BC já está olhando para a meta de inflação de 2022 para definir os juros. No próximo ano, a meta central de inflação é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%. IPCA-15: Prévia da inflação em outubro tem maior alta para o mês desde 1995 Inflação Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, ficou em 1,16%. Esta foi a maior taxa para um mês de agosto desde o início do plano real, em 1994. Em 12 meses, a inflação atingiu o patamar de dois dígitos: 10,25%, a mais alta desde fevereiro de 2016. De acordo com levantamento do Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas (ISAE/FGV), mais da metade da inflação, neste ano, é resultado da disparada dos combustíveis, energia e carne. Esses estão entre os itens que mais têm pesado no bolso do brasileiro e na inflação. O mercado financeiro estima que a inflação medida pelo IPCA somará 8,96% neste ano, mais do que o dobro da meta central (7,5%) e acima do teto de 5,25% do sistema de metas. Para 2022, a previsão de inflação do mercado está em 4,40%, acima da meta central mas ainda dentro do intervalo de tolerância. Estagflação Com o aumento do chamado "risco fiscal" — as incertezas sobre as contas públicas no futuro — e o reflexo disso na economia (alta do dólar, da inflação e, consequentemente, das taxas de juros bancárias), analistas vislumbram a possibilidade de estagflação na economia brasileira no próximo ano. Esse fenômeno se caracteriza por estagnação na economia, ou seja, sem crescimento do nível de atividade, ou até mesmo retração, associada ao aumento do desemprego e da inflação. "Aumentou a possibilidade de ter estagflação ano que vem, mas não é ainda uma certeza", avaliou Luis Otavio de Souza Leal, economista-chefe do banco Alfa. Segundo ele, a confirmação desse cenário vai depender do quanto o BC terá de elevar os juros e do desempenho da economia no quatro trimestre deste ano (que gera um efeito estatístico para 2022). Leal estimou uma alta de 4,5% para a inflação no próximo ano. Em relatório, o Itaú estimou que o Copom terá de elevar os juros para até 11,25% ao ano nos primeiros meses de 2022, o que levará a atividade econômica para um "recuo moderado" — um tombo de 0,5% para o PIB em 2022. "Um real mais fraco [dólar a R$ 5,50 no fim de 2021 e 2022] aumentará as pressões inflacionárias, mas o controle de danos do BCB deve limitar um contágio maior, com a inflação recuando para 4,3% em 2022, de 9% em 2021", acrescentou, no documento. Consequências da alta dos juros De acordo com economistas, o aumento do juro básico da economia, tem vários reflexos na economia. Veja abaixo os principais: A elevação da taxa de juros, o aumento do juro básico da economia, já está resultando em taxas bancárias mais elevadas e a tendência é de que novos aumentos também sejam repassados aos clientes. Em setembro, a taxa média dos bancos foi a maior desde abril de 2020. Além do juro básico, o aumento do IOF anunciado pelo governo também impacta o custo final dos empréstimos. O aumento da taxa de juros também influencia negativamente o consumo da população e os investimentos produtivos, impactando, assim, o Produto Interno Bruto (PIB), o emprego e a renda. Economistas estão baixando há semanas a previsão de crescimento da atividade econômica em 2022. O aumento da taxa básica da economia gera uma despesa adicional com juros da dívida pública. Gabriel Leal de Barros, da RPS Capital, calculou que o ciclo de alta da Selic de 2% ao ano, em março de 2021, para 7,5% ao ano, se confirmada, geraria uma despesa adicional de quase de R$ 180 bilhões com juros da dívida (se mantida em 12 meses). Aplicações financeiras em renda fixa, como a caderneta de poupança, tendem a render um pouco mais. Com o juro básico em 7,5% ao ano mais taxa referencial (TR), por exemplo, a poupança passará a render 5,25% ao ano, contra 4,375% ao ano, mais TR (com taxa Selic em 6,25% ao ano). Mesmo assim, o rendimento da poupança segue perdendo da inflação.

Recebem os nascidos em julho fora do Bolsa, e os beneficiários do programa com NIS encerrado em 8. A Caixa Econômica Federal (Caixa) paga nesta quarta-feira (27) a sétima e última parcela do Auxílio Emergencial para mais um grupo de beneficiários. Desta vez, recebem os trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em julho. Também recebem os beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 8. Auxílio Emergencial acaba este mês e não será prorrogado, diz ministro Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Saiba como contestar se você teve o beneficio negado SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL AUXÍLIO BRASIL: Quem vai receber? Qual o valor? Veja o que se sabe sobre o programa que deve substituir o Bolsa Família Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, os recursos serão depositados em poupança social digital da Caixa, e estarão disponíveis inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber a 7ª parcela nesta quarta serão liberados em 10 de novembro. Já quem é do Bolsa recebe os recursos da mesma forma que o benefício original. Auxílio emergencial 2021: regras da prorrogação Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ RECEBEM A SÉTIMA PARCELA NESTA TERÇA-FEIRA: beneficiários do Bolsa Família com NIS encerrado em 8 trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em julho Calendários de pagamento BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário atualizado de pagamentos do Auxílio Emergencial 2021 Economia G1
A média de óbitos pela doença está em 342 por dia, em estabilidade, mas com aumento de 7%. Brasil registra 409 mortes por Covid em 24 horas Os números da pandemia e da vacinação no Brasil reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa mostram que em 24 horas o Brasil registrou 409 mortes por Covid. O total de vítimas, agora, é de 606.293. O número de novos casos é de 13.414, e o total desde o início da pandemia é de mais de 21 milhões de casos. A média de casos é de 11.966 por dia. Ela ainda está em estabilidade, mas houve um aumento de 6%, na comparação com a média de duas semanas atrás. O mesmo acontece com a média de mortes, que está em 342 por dia, em estabilidade, mas com aumento de 7%. Oito estados estão com alta na média de mortes; nove estados e o Distrito Federal estão em estabilidade; e nove, em queda. Números da vacinação Em 24 horas, 403 mil pessoas foram vacinadas com a primeira dose; mais de 1,2 milhão receberam a segunda ou a dose única; e 477 mil tomaram a dose de reforço. O total de vacinados em 24 horas passou de 2 milhões de pessoas. Desde o início da vacinação, mais de 153 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose, ou 72,07% da população; 112 milhões estão completamente vacinados, o equivalente a 52,65%; e pouco mais de 7 milhões tomaram a dose de reforço: 3,33%. Veja aqui outras informações sobre a pandemia e a vacinação no seu estado.

Veja os locais e horários de vacinação desta quarta-feira (27). Vacinação contra a Covid-19 em Macapá PMM/Divulgação Macapá oferta nesta quarta-feira (27) os imunizantes contra a Covid-19 para vários públicos. Há repescagem para todos com idade a partir de 12 anos que ainda não foram vacinados (grávidas somente a partir dos 18 anos). A 2ª dose é ofertada para adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades e há adiantamento para quem tem que completar o ciclo vacinal até 28 de outubro (que tomou a 1ª dose da Pfizer ou AstraZeneca). A dose de reforço é aplicada em profissionais da saúde, idosos a partir de 60 anos e pessoas de 45 anos ou mais com comorbidades. Veja o calendário de aplicação para a semana de 25 a 30 de outubro Confira abaixo: Dose de reforço Idosos de 60 anos ou mais; pessoas a partir de 45 anos com comorbidades e profissionais da saúde Confira o prazo mínimo para receber a aplicação depois da 2ª dose: Idosos e profissionais da saúde: 5 meses (20 semanas) Imunodeprimidos e transplantados: 28 dias Pessoas de 45 anos ou mais com comorbidades: 21 dias A imunização desses públicos acontece das 9h às 15h, no Centro Covid Santa Inês - Orla. No horário das 8h às 12h e de 14h às 18h, a imunização também acontece nas seguintes Unidades Básicas de Saúde (UBSs): UBS Álvaro Corrêa (bairro São Lázaro) UBS BR-210 UBS Brasil Novo UBS Cidade Nova UBS Congós - somente idosos UBS Leozildo Fontoura (bairro Zerão) UBS Marabaixo UBS Marcelo Cândia (bairro Jardim Felicidade) UBS Novo Horizonte UBS Pacoval UBS Padre Raul Matte/Marco Zero (bairro Zerão) UBS Pedrinhas UBS Pedro Barros (Fazendinha) UBS Perpétuo Socorro - somente idosos UBS Raimundo Hozanan (bairro Muca) UBS Rosa Moita (bairro Nova Esperança) UBS São Pedro (bairro Beirol) A vacinação é feita, preferencialmente, com uma dose da Pfizer, ou de maneira alternativa, com a Janssen ou da AstraZeneca. As comorbidades consideradas estão incluídas na lista do Programa Nacional de Imunização (PNI): diabetes mellitus, hipertensão arterial grave, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido, anemia falciforme, câncer e obesidade grave. Nesta fase, a imunização também estará disponível para pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) e Síndrome de Down. ENTENDA OS TERMOS: terceira dose, reforço, esquema vacinal e passaporte SAIBA MAIS: o que são os imunossuprimidos? Documentos necessários: originais e cópias de um documento oficial com foto, CPF, comprovante de residência, carteira de vacinação e laudo para transplantados e imunodeprimidos. Os profissionais da saúde precisam apresentar comprovante ou declaração de vínculo (contracheque, crachá ou documento da instituição). Em relação aos idosos acamados ou com dificuldade de locomoção, a prefeitura iniciou um pré-cadastro on-line, que pode ser preenchido aqui. Para esse público está sendo feita uma programação específica envolvendo as Equipes Multiprofissionais de Atendimento Domiciliar. 1ª dose para adolescentes de 12 a 17 anos A vacinação desse público acontece: das 9h às 15h, no Centro Covid Santa Inês - Orla; das 8h às 12h e de 14h às 18h, nas UBSs Congós e Perpétuo Socorro Documentos necessários: originais e cópias de um documento oficial com foto, CPF, comprovante de residência e carteira de vacinação. Menores devem estar acompanhados do responsável. 2ª dose para adolescentes de 12 a 17 anos com comorbidades A vacinação desse público acontece das 8h às 12h e das 14h às 18h, nos seguintes locais: UBS Brasil Novo UBS BR-210 UBS Álvaro Corrêa (bairro São Lázaro) UBS Novo Horizonte UBS Marcelo Cândia (bairro Jardim Felicidade) UBS Pedro Barros (Fazendinha) UBS Pedrinhas UBS Raimundo Hozanan (bairro Muca) UBS Padre Raul Matte/Marco Zero (bairro Zerão) UBS Leozildo Fontoura (bairro Zerão) UBS São Pedro (bairro Beirol) UBS Rosa Moita (bairro Nova Esperança) UBS Marabaixo UBS Cidade Nova UBS Pacoval Documentos necessários: originais e cópias de um documento oficial com foto, CPF, comprovante de residência e carteira de vacinação. Menores devem estar acompanhados do responsável. 1ª dose para pessoas com 18 anos ou mais A vacinação desse público acontece das 9h às 15h, nos seguintes locais: Praça Floriano Peixoto (drive-thru) - Centro Praça do Estádio Zerão (drive-thru) - Zona Sul Marabaixo (drive-thru) - Zona Oeste Rodovia do Curiaú (drive-thru) - Zona Norte Centro Covid Santa Inês - Orla Das 8h às 12h e de 14h às 18h, a imunização acontece nas UBSs: UBS Brasil Novo UBS BR-210 UBS Álvaro Corrêa (bairro São Lázaro) UBS Novo Horizonte UBS Marcelo Cândia (bairro Jardim Felicidade) UBS Pedro Barros (Fazendinha) UBS Pedrinhas UBS Raimundo Hozanan (bairro Muca) UBS Padre Raul Matte/Marco Zero (bairro Zerão) UBS Leozildo Fontoura (bairro Zerão) UBS São Pedro (bairro Beirol) UBS Rosa Moita (bairro Nova Esperança) UBS Marabaixo UBS Cidade Nova UBS Pacoval Documentos necessários: originais e cópias do documento oficial com foto, CPF, comprovante de residência e carteira de vacinação com indicação da 1ª dose. 2ª dose CoronaVac e AstraZeneca Para a CoronaVac, pode tomar quem está com a data indicada no cartão e no caso da AstraZeneca podem receber as pessoas que estão com prazo para 2ª dose até 28 de outubro. Os postos atendem das 9h às 15h. Veja onde: Praça Floriano Peixoto (drive-thru) - Centro Praça do Estádio Zerão (drive-thru) - Zona Sul Marabaixo (drive-thru) - Zona Oeste Rodovia do Curiaú (drive-thru) - Zona Norte Centro Covid Santa Inês - Orla Das 8h às 12h e de 14h às 18h, a imunização acontece nos seguintes locais: UBS Brasil Novo UBS BR-210 UBS Álvaro Corrêa UBS Novo Horizonte UBS Marcelo Cândia UBS Pedro Barros UBS Pedrinhas UBS Raimundo Hozanan UBS Padre Raul Matte UBS Leozildo Fontoura UBS São Pedro UBS Rosa Moita UBS Marabaixo UBS Cidade Nova UBS Pacoval Documentos necessários: originais e cópias do documento oficial com foto, CPF, comprovante de residência e carteira de vacinação com indicação da 1ª dose. Pfizer Já pode completar o ciclo vacinal quem tem 2ª dose de Pfizer para ser aplicada até 28 de outubro. A imunização desse público acontece das 9h às 15h: Centro Covid Santa Inês - Orla Das 8h às 12h e de 14h às 18h, a imunização acontece nas seguintes Unidades Básicas de Saúde (UBSs): UBS Brasil Novo UBS BR-210 UBS Álvaro Corrêa UBS Novo Horizonte UBS Marcelo Cândia UBS Pedro Barros UBS Pedrinhas UBS Raimundo Hozanan UBS Padre Raul Matte UBS Leozildo Fontoura UBS São Pedro UBS Rosa Moita UBS Marabaixo UBS Cidade Nova UBS Pacoval UBS Congós UBS Perpétuo Socorro Documentos necessários: originais e cópias do documento oficial com foto, CPF, comprovante de residência e carteira de vacinação com indicação da 1ª dose. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá ASSISTA abaixo o que foi destaque no AP:
Ministra do STF deu 15 dias para a PGR apresentar parecer sobre cinco pedidos de investigação contra o presidente por ameaças à democracia em discursos do 7 de Setembro. Cármen Lúcia cobra informações da PGR sobre investigações contra Jair Bolsonaro A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia determinou que a Procuradoria-Geral da República apresente parecer, em 15 dias, sobre cinco pedidos de investigação contra o presidente Jair Bolsonaro por ameaças à democracia nos discursos de 7 de Setembro. A ministra afirmou que a PGR deve apresentar os detalhes de uma eventual investigação, mesmo que de forma preliminar, para acompanhamento do Supremo. E que, no Estado Democrático, não existe autoridade que não possa ter atos supervisionados ou controlados pela via judicial. Os pedidos de investigação do presidente Jair Bolsonaro foram apresentados por parlamentares, partidos de oposição e uma associação de juristas.

País fechou as fronteiras há 18 meses e só permitiu viagens excepcionais, em um dos regimes de fechamento mais rígidos do mundo nesta pandemia. Turismo para estrangeiros, porém, continua fechado. Casos estão em alta, mas vacinação avança entre os australianos. Mulher é vista em frente a Sydney Harbour Bridge, na Austrália, em foto de 10 de outubro Steven Saphore/AFP A Austrália vai retirar a proibição de viagens internacionais para cidadãos australianos e pessoas com residência permanente no país, anunciou o governo local nesta quarta-feira (26). Os australianos passaram mais de 18 meses de fronteiras fechadas devido à pandemia. O turismo no país continua fechado para estrangeiros. Depois de mais de um ano e meio de proibição, os australianos e pessoas com residência fixa e legal no país não terão que buscar isenções para poderem sair do país, informaram os ministérios do Interior e da Saúde. Segundo a ministra do Interior, Karen Andrews, para o fim do ano também está prevista a reabertura das fronteiras para trabalhadores qualificados e estudantes estrangeiros totalmente vacinados". "O plano nacional para reabrir a Austrália está funcionando porque as taxas de vacinação estão subindo muito", disse o primeiro-ministro Scott Morrison. Rigidez contra a pandemia Homem caminha em rua vazia de Brisbane, na Austrália, em 30 de março, após imposição de lockdown na cidade AAP Image/Darren England via Reuters Em março de 2020, a Austrália introduziu um dos planos de restrição mais rígidos do mundo para conter a pandemia. Apesar de um início hesitante, a taxa de vacinação do país encontra-se perto de 80%, após um inverno marcado por surtos associados à entrada da variante delta, o que levou as autoridades australianas a mudarem sua estratégia contra o vírus, deixando a ideia de "zero Covid". Austrália vai reabrir fronteiras do país a partir do mês que vem Os programas de quarentena para residentes que chegarem à Austrália vão depender da região de entrada. Sydney aboliu a medida, mas, em áreas com taxas de imunização mais baixas, um isolamento de 14 dias em um hotel terá que ser respeitado.

Crime aconteceu em 2019, no bairro Jonas Veiga. Em julho, julgamento foi suspenso depois de nulidade em depoimento. Vitor Hugo Savini foi morto aos 34 anos com um tiro na cabeça em outubro de 2019, em BH. Raquel Freitas A Justiça condenou Bruno Leonardo Silva a 15 anos de prisão em regime fechado. A pena foi atribuída, depois que o júri reconheceu a culpa dele na morte de Vitor Hugo Savini, de quem cobrava uma dívida de R$ 2 mil. A sentença foi divulgada na noite desta terça-feira (27). O júri começou às 9h30, no Segundo Tribunal do Júri, em Belo Horizonte. Até as 14h, cinco testemunhas já tinham sido ouvidas. Durante interrogatório, Bruno negou autoria do crime Joubert Oliveira/TJMG/Divulgação De acordo com a Justiça, durante o interrogatório, Bruno disse que sente falta do amigo e que não se reconhece em vídeo das câmeras de segurança. Ele também negou a autoria do crime. O resultado do julgamento saiu por volta das 20h. Bruno já havia sentado no banco dos réus no dia 26 de julho, mas um problema em um dos depoimentos interrompeu a sessão. A oitiva foi anulada depois que uma testemunha admitiu ter tido acesso ao depoimento de outra pessoa. Em julho, parentes e amigos de Vitor foram ao fórum para acompanhar o julgamento. Do lado de fora, eles colocaram faixas e cartazes, pedindo por justiça Raquel Freitas / G1 O crime Segundo testemunhas ouvidas pela Justiça, o réu frequentava a casa da vítima e os dois haviam até viajado juntos para a praia, mas estavam se desentendendo por causa de uma dívida da venda de um veículo. Clodoaldo Savini, tio de Vitor, contou, em entrevista ao g1 antes do primeiro julgamento, que o sobrinho foi morto na porta de casa. "Ele ligou para o meu sobrinho ainda de madrugada. Eles conversaram, discutiram e, logo em seguida, esse rapaz bateu no portão da casa do Vitor. A esposa dele reconheceu a voz dele. E, em seguida, ele disparou um tiro a queima roupa, na covardia, na cabeça do meu sobrinho", contou o tio da vítima. Segundo a Justiça, no dia do crime, câmeras de segurança da rua flagraram o acusado e uma outra pessoa descendo do carro e entrando na casa do amigo. "O Vitor era um rapaz muito alegre, que não fazia mal a ninguém, gostava de viver a vida. Morreu muito novo, com um tiro na cabeça. Não tem justificativa, não existe dívida para dar um tiro na cabeça de uma pessoa. Esperamos justiça em nome de todos os familiares porque foi uma perda muito grande para nós", afirmou o tio. Ao longo do processo, o réu disse ser inocente e afirmou que nunca teve desavenças ou dívidas com a vítima. Vídeos mais vistos do g1 Minas:

Perícia apontou que manchas no corpo da criança foram causadas por meningite. Luane Monique de Moura Silva e Adeildo Souza da Silva ficaram presos por quase três anos por morte do menino. A Polícia Civil informou que a Corregedoria vai apurar o caso. Pais inocentados após morte de filho denunciam coação de Polícia Civil do ES Os pais da criança de 5 anos, que morreu em Dores do Rio Preto, no Sul do Espírito Santo, que ficaram presos suspeitos de terem matado o filho disseram, nesta terça-feira (26), que foram coagidos pela Polícia Civil e ameaçados de morte para que confessassem o suposto crime. A Polícia Civil informou que a Corregedoria vai apurar o caso. O casal, Luane Monique de Moura Silva e Adeildo Souza da Silva, ficou preso por 2 anos e 7 meses por suspeita de homicídio, omissão e tortura do filho Artur Moura Silva. Na época, o inquérito da Polícia Civil enviado ao Ministério Público do Espírito Santo (MPES) apontava que o pai teria agredido o filho com socos e chutes. O laudo da perícia, apresentado durante o Júri Popular, em setembro deste ano, comprovou que Arthur não morreu vítima de agressão, mas por meningite. As manchas pelo corpo foram causadas pela doença. O MPES afirmou que a prisão "foi um erro". “Na hora que estavam pegando o depoimento dele [o marido], o delegado colocou uma pistola em cima da mesa e falou: "se você não confessar e não falar o que eu quero fale, que eu estou escrevendo, eu te mato aqui agora. Ou fala, ou vocês dois morrem aqui dentro", denunciou Luane. Luane e Adeildo, pais de Arthur foram inocentados pela morte do filho depois de quase três anos presos. Reprodução/TV Gazeta Adeildo revelou que disse para a polícia que não tinha agredido o filho, mas confessou as agressões depois de ser ameaçado pelo delegado. "Ele [o delegado] disse "o senhor fez isso". Eu disse "não fiz isso não, senhor". [O delegado disse] "não, você fez isso e aquilo", que eu não vou citar aqui a palavra que ele citou lá. Eu só abaixava a cabeça e ele falava "nós vamos levar ele [Adeildo] para um quartinho e vamos arrebentar ele", relembrou o pai da criança. Perícia apontou que o menino Arthur morreu de meningite, e não torturado e assassinado pelos pais como apontava a versão da polícia. Reprodução/TV Gazeta Casal não enterrou filho Luane e Adeildo foram soltos em março deste ano. O casal não pôde ir ao velório e enterro do filho. Eles só visitaram o túmulo do menino três anos depois da morte dele, no dia do enterro da mãe do Adeildo. "Ajudei a levar o caixão da minha mãe e, na hora em que eu olhei para a cova, eu falei "meu Deus do céu, onde meu filho foi enterrado". Ali eu me despedi dele. Foi doído demais”, reviveu o pai. Pai chora ao relatar que não enterrou filho no ES Reprodução/ TV Gazeta O caso Arthur foi levado pela mãe para o Pronto Socorro de Guaçuí, no Sul do Espírito Santo, no dia 15 de agosto de 2018. Ele estava com febre alta, vômito, falta de apetite, diarreia, convulsões e manchas no corpo. Antes de levar o filho ao médico, Luane contou, na época, que tinha ido a um centro espírita para que fizessem uma oração pela criança. Como o filho não melhorou, ela pediu uma ambulância e levou Arthur para ser atendido por um profissional. Casal é inocentado três anos após morte de criança Reprodução/ TV Gazeta Por causa das manchas no corpo da criança, a equipe médica chamou a Polícia Militar, que encaminhou o casal para a Delegacia de Alegre. A criança morreu e os pais foram presos suspeitos de agressão. Na época, a Polícia Civil de Alegre, onde o caso começou a ser investigado, informou que Adeildo confirmou ter batido no filho e disse que escutava vozes para agredi-lo. Também em depoimento, Luane disse que não denunciava as agressões do marido porque era ameaçada por ele. O casal, porém, revelou que foi coagido pela polícia e obrigado a mentir. O Ministério Público do Espírito Santo reconheceu que o casal era inocente e não deveria ter sido preso. Para o MPES, ocorreram erros durante as investigações feitas pela Polícia Civil, que começaram na delegacia de Alegre e foram concluídas na delegacia de Dores do Rio Preto. Segundo a promotoria, o inquérito levou a uma conclusão que não condiz com a verdade, fazendo com que o casal ficasse preso por tanto tempo. "Eu só tenho que agradecer. Eu só agradeci. "Deus, obrigado por me tirar desse lugar, porque o Senhor sabia que a gente não tinha feito nada com o nosso filho". Agora é seguir a vida. Tentar apagar isso da mente - o que não é fácil. Tanto faz o tempo que ficamos presos, a saudade do Arthur nunca vai passar. Mas é tocar a vida em diante. Graças a Deus, não devo nada para a Justiça. Nem eu, nem meu esposo" , declarou Luane. Coação será apurada O delegado-geral da Polícia Civil, José Darcy Arruda, informou que o caso será revisto na Corregedoria da Polícia Civil. Arruda, no entanto, alega que o casal não foi forçado a coagir e nem a mentir. “Nós não estamos falando da polícia dos anos 1940. Nós não estamos falando de uma polícia da época da ditadura. Nós estamos falando de uma polícia que é toda ela formada no estado democrático de direito, o delegado de polícia é formado, ele tem formação jurídica. Eu acho muito difícil que isso tenha acontecido. Pode até ser que, o pai, levado por uma pressão popular, tenha falado alguma coisa nesse sentido. Mas ele ser obrigado, ou ele ser forçado, acho muito temerário, muito difícil disso acontecer”, argumentou Arruda. Justiça inocenta casal três anos após morte de criança no ES Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo

Iniciativa do Ministério da Saúde realizou 114 mamografias, 272 exames preventivos, 40 colposcopias, para detecção de câncer do colo do útero, e 719 consultas em oito municípios da região. Unidade Básica Fluvial de Saúde de Melgaço, ilha do Marajó, no Pará Minitério da Saúde O Ministério da Saúde (MS) atendeu mais de mil mulheres durante ação em alusão ao "Outubro Rosa" na ilha do Marajó, no Pará. A iniciativa ocorreu nos dias 17 a 23 de outubro Breves, Portel, Melgaço, Curralinho, Muaná, Limoeiro do Ajuru, São Sebastião e Bagre. De acordo com o Ministério, foram realizados 114 mamografias, 272 exames preventivos e 40 colposcopias, exames para detecção de câncer do colo do útero, recomendado após o exame preventivo para algumas mulheres. Também foram feitos 1.108 testes de gravidez, 927 inserções de dispositivos intra-uterinos (DIUs), 248 testes sorológicos (HIV, sífilis e hepatite B), 9 biópsias e 11 exames de raio X. Os atendimentos ocorreram nas Unidades Básicas de Saúde dos municípios e nos navios de Assistência Hospitalar Soares de Meirelles da Marinha do Brasil e no Navio da Caixa Econômica Federal. Além disso, uma equipe do Ministério da Saúde ministrou aulas expositivas, abordando casos clínicos e cenários de simulação, para qualificar profissionais da saúde lotados na região do Marajó com foco nas gestantes e puérperas. “Qualificar o pré-natal é uma ação estratégica para o enfrentamento da morbimortalidade materna e infantil. É durante a gestação, principalmente nos meses iniciais, que podemos prevenir e detectar precocemente os principais agravos maternos e fetais, de forma a garantir o desenvolvimento saudável do bebê e a redução dos riscos de complicações durante a gestação, parto e puerpério”, destacou a coordenadora-geral de Ciclos de Vida do Ministério da Saúde, Lana Lourdes Aguiar Lima. VÍDEOS com às principais notícias do Pará
Corte volta a se reunir na quinta-feira. Maioria dos ministros até agora entende que houve o disparo de mensagens em massa, mas teor e gravidade delas é desconhecido. TSE suspende julgamento com 3 votos contra a cassação de Bolsonaro e Mourão Corte volta a se reunir na quinta-feira. Maioria dos ministros até agora entende que houve o disparo de mensagens em massa, mas teor e gravidade delas é desconhecido. TSE julga ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, vencedora da eleição de 2018. A acusação é de abuso de poder econômico com o disparo de mensagens em massa nas redes sociais durante a campanha. Quem pede a cassação é a chapa do PT, derrotada no 2º turno. Para o representante do MP Eleitoral, não há provas que justifiquem a cassação. Os ministros vão analisar esse parecer. O relator e mais dois ministros já votaram contra a cassação de Bolsonaro e Mourão

Foram 7 votos a 4. O relatório pede o indiciamento de 78 pessoas e duas empresas. O relator, senador Renan Calheiros, incluiu mais 12 pedidos de indiciamento, entre eles, o do governador do Amazonas, Wilson Lima. CPI aprova relatório final, que atribui nove crimes a Bolsonaro A CPI da Covid concluiu nesta terça-feira (26) um trabalho que durante os últimos seis meses despertou a atenção de milhões de brasileiros. A comissão foi criada para apurar as responsabilidades sobre a pior tragédia sanitária do país e aprovou relatório final com pedido de indiciamento do presidente Jair Bolsonaro, ministros e ex-ministros do governo. O relatório final do senador Renan Calheiros, do MDB, só ficou pronto na manhã desta terça, depois da inclusão de mais 12 nomes na lista de pedidos de indiciamento, que passaram de 68 para 80. As mudanças foram resultado de muita negociação entre os senadores do “G7”, grupo que forma maioria na CPI. A principal divergência era sobre o caso de Manaus. Por acordo, o “G7” atendeu ao pedido do senador amazonense Eduardo Braga, do MDB, para incluir na lista de pedidos de indiciamento os nomes do governador do Amazonas, Wilson Lima, do PSC, e do ex-secretário de Saúde Marcellus Campêlo pela crise na falta de oxigênio e colapso no atendimento à população do estado, e também o dono do laboratório Vitamedic, José Alves Filho, que, segundo a CPI, foi um dos empresários que mais lucraram com a venda de ivermectina para uso contra a Covid, apesar dos estudos que comprovaram que o medicamento não é eficaz para combater a doença. No total, Renan Calheiros indicou no relatório que foram cometidos 22 crimes diferentes, além de atos ilícitos de improbidade administrativa. Ele pede o indiciamento do presidente Jair Bolsonaro por nove crimes: - epidemia com resultado de morte; - infração de medida sanitária preventiva; - charlatanismo; - incitação a crime; - falsificação de documento particular; - emprego irregular de verbas públicas; - prevaricação; - crimes contra a humanidade (extermínio, perseguição e outros atos desumanos), previstos no Tratado de Roma; - e crimes de responsabilidade (por violação de direito social, incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo), que podem levar à abertura de processo de impeachment pela Câmara dos Deputados. O relator propõe ainda o indiciamento de três filhos do presidente: o senador Flávio Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro, por incitação ao crime. Também aponta crimes que teriam sido praticados por quatro ministros: Marcelo Queiroga, Onyx Lorenzoni, Wagner Rosário e Braga Netto; e dois ex-ministros, Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello. Na lista de pedidos de indiciamento também estão o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, do Progressistas, e outros quatro deputados federais, além de profissionais de saúde, empresários e blogueiros acusados de espalhar fake news sobre remédios comprovadamente ineficazes no combate à Covid, a favor da imunidade de rebanho e contra as vacinas. O relatório pede o indiciamento de três filhos do presidente por incitação ao crime Reprodução/JN Antes da discussão do relatório, senadores da tropa de choque do governo na CPI apresentaram votos em separado - relatórios alternativos. Os senadores Eduardo Girão, do Podemos, Marcos Rogério, do Democratas, e Luis Carlos Heinze, do Progressistas, tentaram repassar para estados e municípios a responsabilidade pelo combate à Covid e pelos números trágicos da pandemia. Também usaram os votos em separado para defender o presidente Bolsonaro. “Na busca de caracterizar um ‘gabinete paralelo’ no governo, a CPI deixou de lado a prerrogativa de o presidente da República se aconselhar com diferentes instituições e entidades. Não foram encontradas quaisquer evidências concretas na materialidade sobre atos e omissões ilegais praticadas por autoridades e servidores da administração pública federal no enfrentamento à pandemia”, rebateu Girão. “Se pretendia confirmar uma narrativa política buscando atribuir ao presidente da República a total responsabilidade desse grave problema de saúde pública sem, em nenhum momento, considerar a atuação dos governadores de estado e do Distrito Federal e dos prefeitos no enfrentamento da pandemia. O governo federal adotou todas as medidas de sua competência e responsabilidade, não podendo ser acusado de omissão no combate à pandemia”, afirmou Marcos Rogério. No relatório alternativo, Luis Carlos Heinze voltou a defender o tratamento com remédios comprovadamente sem eficácia contra a Covid e criticou a CPI por não dar publicidade a estudos que, segundo ele, demonstrariam a eficácia desses medicamentos. Esses estudos já foram desmentidos pela comunidade científica. “Artilhou-se uma militância política aberta, agressiva, sem freios em favor do relator e do presidente da comissão, mais os seus ajudantes de ordem, como se o seu conjunto fosse uma espécie de jornal oficial da CPI”, alegou. O senador Alessandro Vieira, do Cidadania, que já havia feito uma representação contra Heinze no Conselho de Ética do Senado pela divulgação de fake news, sugeriu ao relator o indiciamento do colega. “Lamento muito, mas se faz necessário apresentar neste instante requerimento à vossa excelência, ao relator, pelo indiciamento do senador Luis Carlos Heinze pelos mesmos tipos penais que foram atribuídos a outros parlamentares federais que, da mesma forma, reiteradamente, disseminam notícias falsas que impactam na vida”, definiu. Renan Calheiros aceitou a sugestão, aumentando para 81 o número de pedidos de indiciamento na CPI. No caso de Heinze, por incitação ao crime ao disseminar conteúdo falso sobre a pandemia. “Apesar das advertências, o senador Heinze reincidiu aqui, todos os dias, apresentando estudos falsos, logo negados pela ciência. E, pela maneira como incitou ao crime em todos os momentos, eu queria, nesta última sessão, dar um presente à vossa excelência. Vossa excelência será o 81° indiciado desta comissão parlamentar”, disse Renan. Senadores governistas, entre eles o líder do governo, Fernando Bezerra, do MDB, fizeram um apelo para que Renan Calheiros repensasse o pedido de indiciamento de Heinze, mas Renan manteve a decisão. Em seguida, agradeceu o apoio para a elaboração do relatório e destacou os resultados práticos que a CPI alcançou, como o cancelamento do contrato da vacina Covaxin e as investigações que foram abertas como consequência dos trabalhos da comissão. O relatório afirma que o governo federal foi omisso e, de forma intencional, negligenciou o enfrentamento da pandemia; que o governo manteve um “gabinete paralelo” para dar suporte a medidas na área de saúde contra as evidências científicas; trabalhou com a intenção de imunizar a população por meio de contaminação natural, até a chamada “imunização de rebanho”; priorizou o tratamento precoce sem eficácia comprovada; agiu contra a adoção de medidas não farmacológicas, como o distanciamento social e o uso de máscaras; e, deliberadamente, atuou para atrasar a compra de vacinas e a vacinação dos brasileiros. Após a leitura do relatório de Renan Calheiros, a CPI iniciou o debate para votar o documento. “Essa CPI foi fundamental para a história do nosso país. Ela foi capaz de catalisar a atenção e a insatisfação da população brasileira, que se encontravam dispersas. Ela trouxe luzes sobre os fatos acontecidos em toda a pandemia e conseguiu provar uma tese central que diz que há estratégia escolhida pelo governo Bolsonaro para superar a pandemia e o coronavírus foi a adoção da busca da imunidade coletiva pela transmissão da doença. Eu espero que a justiça seja feita e eles possam pagar por esses crimes”, destacou o senador Humberto Costa. “Esta CPI, que hoje finaliza com a votação deste relatório, esgarçou, colocou à tona, escancarou a negligência deste governo, o negacionismo de governo, a ação criminosa em relação a não buscar vacinas, de deixar as vacinas como último plano da vida, de tentar implantar a ‘imunidade de rebanho’. Ela escancarou a omissão do governo, que em vez de mandar para o Amazonas oxigênio, mandou 120 mil comprimidos de hidroxicloroquina, uma medicação sem eficácia comprovada”, definiu a senadora Eliziane Gama, do Cidadania-MA. Durante a parada para o almoço, os senadores da CPI fizeram uma reunião em que discutiram o caso Heinze. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, do Democratas, considerou um excesso o indiciamento do senador e reforçou o pedido para que o relator voltasse atrás. Depois do intervalo, os senadores voltaram a discutir o relatório de Renan Calheiros. Governistas insistiram na tese de que o texto tem motivação política. “Muitas das imputações aqui trazidas no relatório final já foram alvo de apreciação pela Justiça Federal em primeira instância, e essas imputações já foram refutadas. A investigação existe para apuração e esclarecimento de fatos, o que poderá determinar juridicamente a instauração ou não de um processo. O relatório final não pode ter natureza de verdadeira sentença. Reitero a minha discordância em voto contrário ao relatório final, rechaçando de modo veemente as tentativas de criminalização do presidente da República, contra quem não há, repito, comprovação de recebimento de qualquer vantagem indevida ou de autoria e materialidade de crimes”, defendeu Fernando Bezerra. O senador Fabiano Contarato, da Rede, disse que o negacionismo e as omissões de Bolsonaro ficaram evidentes ao longo das investigações da CPI e que ele deve ser responsabilizado. “Esse governo aposta que não vai dar absolutamente nada, mas eu tenho certeza de que o Ministério Público é uma instituição permanente, que nós temos que fortalecer, e que a Procuradoria-Geral da República tem que dar uma resposta à população brasileira, tem que dar uma resposta a mais de 605.884 famílias que estão enlutadas. Qual o valor da vida humana? Quanto que vale a vida de um pai, de uma mãe, de um filho, de um sobrinho, de um irmão? Essas são mortes evitáveis. O governo negou vacina à população brasileira: 101 ofertas da Pfizer. Nossos irmãos em Manaus morreram por falta de oxigênio, minha gente. Isso é desumano, isso é cruel, isso é vil”, disse. Já no início da noite, depois de novas conversas, o senador Alessandro Vieira decidiu recuar do pedido de indiciamento de Heinze. “Ele manifestou os seus desvarios usando a tribuna desta comissão. Na minha visão pessoal, seria um agravante, mas me rendo ao argumento, inclusive do presidente desta Casa, no sentido que a imunidade parlamentar, no exercício da tribuna, teria uma determinada percepção alargada. Não concordo pessoalmente, mas me rendo à maioria nesse sentido. Não se gasta vela boa com defunto ruim. Essa CPI fez um trabalho, prestou um serviço ao Brasil, muitíssimo relevante. Eu não posso, a essa altura, colocar em risco nenhum pedaço desse serviço por conta de mais um parlamentar irresponsável. Então, peço à vossa excelência que faça a retirada”, afirmou. Renan retirou Heinze da lista de indiciamentos, e os senadores se prepararam para a votação do relatório. Antes, Renan fez um forte discurso responsabilizando o presidente Bolsonaro. “O caos do governo Jair Bolsonaro entrará para a história como o mais baixo degrau da indigência humana e civilizatória. Reúne o que há de mais rudimentar, infame e sombrio da humanidade. Sabotou a ciência, é despreparado, desonesto, caviloso, arrogante, autoritário, com índole golpista, belicoso, mentiroso e agiu como um missionário enlouquecido para matar o próprio povo. Este relator está sobejamente convencido que há um homicida homiziado no Palácio do Planalto. Sua trajetória é marcada pela pulsão de morte, pelo desejo de exterminar adversários, de armar a população, e cultuar carniceiros assassinos como Brilhante Ustra, Pinochet, Alfredo Stroessner, Hitler e outros infames que completam a galeria de tenebrosa de facínoras da humanidade. Bolsonaro está ao lado de todos eles”, afirmou. Depois de 10 horas de debate, a CPI aprovou, por sete votos a quatro, o relatório de Renan Calheiros, automaticamente rejeitando os relatórios alternativos. Agora, o documento será entregue às autoridades encarregadas de prosseguir com as investigações, como o procurador-geral da República, Augusto Aras, que vai receber o relatório nesta quarta-feira (27). Antes de encerrar os trabalhos, os senadores fizeram um minuto de silêncio em homenagem às vítimas da pandemia. O que dizem os citados A assessoria do Palácio do Planalto não se manifestou. O senador Flávio Bolsonaro declarou que o relatório não se sustenta. O deputado Ricardo Barros disse que foi ao Supremo contra Renan Calheiros por abuso de autoridade e denunciação caluniosa. Marcellus Campêlo afirmou que não se omitiu na pandemia, que respeita a CPI, mas que a parte do relatório sobre o Amazonas reflete pressão política. O governador Wilson Lima também afirmou que a inclusão do nome dele tem motivação política. Onyx Lorenzoni não quis se manifestar. O Jornal Nacional não conseguiu contato com o ex-ministro Ernesto Araújo e com Carlos e Eduardo Bolsonaro, e não teve resposta dos demais citados na reportagem.
A Europa é hoje o continente com a maior proporção de novos casos de Covid no mundo. Os países que menos vacinaram estão retomando restrições. Países europeus decidem voltar a impôr restrições à população Países europeus decidiram voltar a impor restrições à população pra tentar conter novos picos de casos de Covid. A Europa é hoje o continente com a maior proporção de novos casos de Covid no mundo. A pandemia voltou a ganhar força em 22 dos 27 países da União Europeia. De maneira geral, as infecções estão aumentando; já as mortes, depende do lugar. Romênia, Bulgária e Ucrânia, por exemplo, vacinaram muito menos que Reino Unido, Espanha e Portugal. Não por acaso, estão com uma média de mortes diárias por milhão de habitantes em alta nos últimos meses, bem acima da média de mortes dos que vacinaram antes. A Ucrânia bateu nesta terça-feira (26) o recorde de mortes diárias por Covid desde o início da pandemia: 734 vítimas. Preocupado, o governo passou a exigir certificado de vacinação ou teste de Covid para quem viaja de transporte público na capital, Kiev. Oleksandr aprovou a decisão. Ele diz que não houve controle durante o verão, que as pessoas não usavam máscara e iam para tudo que é canto. Na Romênia, o aumento das hospitalizações levou à restrição de procedimentos médicos não-urgentes. O país já está precisando mandar pessoas com Covid para tratamento na Hungria e na Áustria. A Bélgica vive um aumento de casos, hospitalizações e mortes. A imprensa local fala que o governo está discutindo a volta da obrigatoriedade de máscara em lugares fechados. A situação na Rússia também chama atenção. Até agora, o país só vacinou com as duas doses 32% da população. O número de mortes diárias bateu recorde pela sexta vez em oito dias. “A situação é muito séria em todas as regiões. É importante aumentar a taxa de vacinação. Sem isso é impossível conter a propagação do vírus”, disse o primeiro-ministro russo. O ministro da Saúde falou que "a pressão sobre as equipes médicas é sem precedentes”. No Reino Unido, as infecções por Covid vêm aumentando nas últimas semanas, mas os números de hospitalizações e mortes não crescem no mesmo ritmo. É a vacina funcionando. Boa parte das novas infecções é entre jovens com menos de 20 anos, que ainda não estão totalmente vacinados ainda. O governo britânico diz que está monitorando, pede que as pessoas que já foram convocadas não deixem de tomar a dose de reforço e fala que, por enquanto, não pensa em voltar com restrições. Ao mesmo tempo, diz para população se proteger. Mas no metrô de Londres pouquíssimas pessoas usam máscara, que no transporte público ainda é obrigatória. O inverno no Hemisfério Norte está chegando, as pessoas vão passar mais tempo em lugares fechados e os sistemas de saúde podem ficar sobrecarregados.
Após aprovação de projeto de lei na Alerj, a Prefeitura do Rio informou que vai publicar nesta quarta (27) decreto para tornar opcional o uso de máscaras em ambientes abertos. Decreto do governo do DF também flexibilizou o uso de máscaras em ambientes ao ar livre, mas só a partir de 3 de novembro. Estado do Rio e DF autorizam flexibilização do uso de máscaras em lugares abertos Decisões anunciadas nesta terça-feira (26) no estado do Rio de Janeiro e no Distrito Federal abriram caminho para o fim do uso de máscaras em locais abertos. O projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa do Rio autoriza o estado e as prefeituras fluminenses a flexibilizarem o uso de máscaras. As autoridades terão que levar em conta o percentual de vacinação em cada cidade, normas como o distanciamento social, o tipo de ambiente e avaliação de especialistas. E ainda seguir critérios que serão definidos pela Secretaria Estadual de Saúde. O texto já foi para sanção do governador. A Secretaria Estadual de Saúde diz que as máscaras serão liberadas em ambientes abertos nos municípios que tenham mais de 65% da população completamente imunizada ou 75% do público alvo - as pessoas a partir de 12 anos. A Secretaria afirma também que as máscaras continuarão obrigatórias em lugares fechados ou abertos onde houver aglomeração. A resolução com essas regras deve ser publicada a partir de quinta-feira (28). Só a partir daí que os municípios vão poder tornar o uso de máscaras opcional. A Prefeitura do Rio disse que vai publicar nesta quarta-feira (27) um decreto para tornar opcional o uso de máscaras em ambientes abertos da capital, já que atingiu 65% da população com esquema vacinal completo. Mas a medida só pode valer depois que as regras do estado entrarem em vigor. Das 104 mortes por Covid registradas nas últimas 24 horas no estado, a maior parte foi na cidade do Rio. Um decreto do governo do Distrito Federal, onde morreram 19 pessoas por Covid nas últimas 24 horas, também flexibilizou o uso de máscaras em ambientes ao ar livre. A medida só começa a valer a partir do dia 3 de novembro. Especialistas afirmam que a flexibilização deve ser feita com cautela. “Com a redução sucessiva, semanalmente, do número de casos, das taxas de transmissão, é natural que caminhemos para mais flexibilizações nas atividades em sociedade, do convívio que nós vamos vivenciando. É muito subjetivo o que é ambiente aberto, é muito subjetivo o que é uma aglomeração. Eu não creio que essa seja uma medida a ser adotada tão pouco estimulada pela autoridade sanitária”, afirma o infectologista Renato Kfouri.

Primeira filha do casal nasceu no dia 26 de setembro, em Salvador. Registros foram publicados pela dançarina na noite desta terça-feira (26). Lore Improta e Léo Santana comemoram primeiro mês da filha Liz Reprodução / Redes Sociais A dançarina Lore Improta e o cantor Léo Santana comemoraram na noite desta terça-feira (26) o primeiro mês da filha Liz, em Salvador. A primeira filha do casal Lore Improta e Léo Santana nasceu no dia 26 de setembro, em Salvador. A dançarina deu entrada no Hospital Português, ainda durante a madrugada. O parto da pequena Liz aconteceu por volta das 8h30 e foi normal. Na tarde desta terça,antes de postar fotos da festinha, Lore já tinha se declarado em texto para a filha. "Há um mês eu descobri o verdadeiro significado do amor. O mais genuíno, sagrado e absoluto. De tirar o fôlego, colocar no eixo e me dar uma razão. Há um mês descobri um mundo completamente diferente. Um mundo que faz sentido! Feliz vida, filha. Sempre 💞Obrigada por construir uma família comigo @leosantana te amo", disse a dançarina. Lore Improta e Léo Santana comemoram primeiro mês da filha Liz Reprodução / Redes Sociais Lore, Léo, Liz e a família do cantor Reprodução / Redes Sociais Lore, Léo, Liz e os avós maternos Reprodução / Redes Sociais Lore Improta e Léo Santana comemoram primeiro mês da filha Liz Reprodução / Redes Sociais Gestação Um dia após parto da bebê Liz, Léo Santana se declara para Lore Improta: 'Mãe incrível' Reprodução/Redes Sociais No dia 20 de setembro, a dançarina, grávida de 9 meses, mostrou a barriga em vídeo que aparecia dançando a música do marido do marido e da banda ÀTTØØXXÁ, "Traseira Cometa". Nos stories, enquanto dançava, Lore Improta aproveitou para responder alguns haters (pessoas que a criticaram) por dançar grávida. Em fevereiro deste ano, Léo Santana e Lorena Improta se casaram em Salvador. Em março, o casal anunciou a chegada do primeiro filho. Lore Improta mostra pela primeira vez o rostinho da filha Liz Divulgação No dia 22 de maio, a dançarina Lorena Improta e o cantor Leo Santana revelaram o sexo do primeiro bebê do casal no chá de revelação, que foi transmitido nas redes sociais dos artistas. Nos últimos meses, Lore dividiu as descobertas, surpresas, emoções e também os perrengues da primeira gestação. Frequentemente ela mostrava a barriga de grávida, a rotina de exercícios físicos e também aparecia dançando nas redes sociais. [Assista no vídeo abaixo] Lore Improta faz vídeos dançando com a barriga à mostra; veja Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻 Ouça 'Eu te explico' 🎙

Evento vai acontecer entre os finais de semana do dia 8 a 22 de janeiro, com sete horas ininterruptas de música em cada dia. Os ingressos para o evento variam entre 130,00 e 230,00. Circuito Musical Verão 22 será realizado no mês de janeiro em Salvador; confira Foto: Divulgação O Circuito Musical Verão 22, que será realizado no espaço Marés do Centro de Convenções de Salvador, divulgou a programação com os convidados. O evento vai acontecer entre os finais de semana do dia 8 a 22 de janeiro, com sete horas ininterruptas de música em cada dia. Os ingressos para o evento variam entre 130,00 e 230,00. No dia 8 de janeiro, primeiro fim de semana do evento terá apresentações da dupla AnaVitória e o cantor Nando Reis. Já no dia 15, as atrações baianas Pitty e Baiana System se apresentam no circuito. E por fim, no dia 22 de janeiro, as bandas Titãs e Jota Quest encerram a programação do evento. Além de um super palco, o público ainda poderá circular por diversos ambientes: Praça Gourmet, Espaço Instagramável, Pista, Lounge e Point dos Souvenires. De acordo com a organização do evento, para evitar a disseminação da Covid-19, o Circuito Musical Verão 22 será realizado num local aberto e seguirá rigorosamente todos os protocolos sanitários. Todos os presentes deverão estar totalmente imunizados e os ingressos serão limitados. Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia

Oportunidades são para diferentes níveis de escolaridade. Atendimento é presencial. Uma das vagas é para mestre de obras Reprodução/Rede Amazônica Acre O Sistema Nacional de Emprego no Amapá (Sine-AP) oferta oportunidades de empregos para Macapá. O número de vagas está disponível de acordo com as empresas cadastradas no Sine e são para todos os níveis de escolaridade e experiência. Na capital, os atendimentos acontecem de 8h às 12h, na Casa do Trabalhador (endereço: Avenida Mendonça Júnior, entre as ruas Paraná e Marcelo Cândia, no bairro Santa Rita). As oportunidades estão disponíveis apenas para o dia divulgado. Veja as vagas ofertadas de acordo com as solicitações das empresas: Macapá auxiliar administrativo e financeiro assistente de RH/contabilidade auxiliar administrativo auxiliar de escritório auxiliar de padeiro ajudante de açougueiro ajudante de eletricista auxiliar de chapeiro atendente de cafeteria auxiliar de salgadeiro auxiliar de saneamento barista caseiro contador carpinteiro chapeiro confeiteiro encarregado de logística gerente de loja e supermercado instrutor no ensino profissionalizante lavador de carro leiturista mestre de obras operador de caixa operador de microssistema padeiro pizzaiolo pedreiro repositor salgadeiro sushiman serviços gerais (sexo masculino) técnico de edificações técnico em segurança do trabalho técnico em química vendedor porta a porta vendedor interno(a) nivelador supervisor comercial auxiliar de limpeza (vaga para pessoa com deficiência) Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá ASSISTA abaixo o que foi destaque no AP:

Autor de 'Vale Tudo', 'Dancin' Days' e 'Celebridade', ele foi um dos maiores nomes da teledramaturgia do Brasil. Veja repercussão. Autor de ‘Vale Tudo’, ‘Dancin’ Days’ e outros sucessos, Gilberto Braga morre aos 75 anos Gilberto Braga, considerado um dos maiores nomes da teledramaturgia do país, morreu nesta terça-feira (26) aos 75 anos. Autor de novas clássicas como "Dancin' Days" (1978), "Vale Tudo" (1988) e "Celebridade" (2003), a morte foi lamentada por atores e outros artistas brasileiros. "Um querido companheiro. Uma pessoa brilhante, inteligente muito culta. Sinceramente, é a notícia que você não queria ouvir", afirmou Tony Ramos à GloboNews. O ator contou que trabalhou com Braga na novela "Paraíso Tropical" e na série "O primo Basílio". Gilberto Braga Memória Globo Veja abaixo a repercussão: Camila Pitanga, atriz Initial plugin text Tony Ramos, ator "O Gilberto sempre foi um autor, e a obra dele está aí então eu nem preciso falar, mas essa obra mostra o autor refinado, o autor culto que ele era. Mais do que isso, ele conseguia espiar essa vida com requinte das classes chamadas mais abastadas. Ele fazia um recorte disso com muita crítica comportamental. Ao mesmo tempo, seus tipos populares se misturavam a isso. Ele tinha essa brasilidade. Ele tinha um olhar múltiplo." Zezé Motta, atriz Initial plugin text Initial plugin text Initial plugin text Susana Vieira, atriz Initial plugin text Walcyr Carrasco, dramaturgo Initial plugin text Paolla Oliveira, atriz Initial plugin text Zé de Abreu, ator "Não, mais um amigo morre! Gilberto Braga, mais um personagem da minha 'ABREUGRAFIA' que não vai ler. Fiz dele 'Corpo a corpo', 'Anos dourados', 'O primo Basílio'... Como te amo, gênio! Deus te receba com pompas e loas! RIP." Deborah Evelyn, atriz Initial plugin text Cris Vianna, atriz Initial plugin text Marcelo Médici, ator Initial plugin text Babu Santana, ator Initial plugin text Marcos Veras, ator Initial plugin text Relembre algumas das novelas mais marcantes da carreira de Gilberto Braga
Segundo o Imperial College de Londres, cada 100 pessoas infectadas transmitem o vírus para outras 68. Taxa de transmissão do coronavírus no Brasil tem ligeira alta A taxa de transmissão do coronavírus no Brasil teve uma ligeira alta. Segundo o Imperial College de Londres, cada 100 pessoas infectadas agora transmitem o vírus para outras 68.

Para os servidores do Estado, o ponto será nos dias 29 de outubro e 1º de novembro. Já para os funcionários do município, medida vale apenas para o dia 1º de novembro. Palmas terá feriado prolongado de quatro dias, no Estado serão cinco Reprodução/TV Anhanguera O Governo do Tocantins e a Prefeitura de Palmas publicaram decretos na noite desta terça-feira (26) determinando datas para ponto facultativo dos servidores públicos. No âmbito estadual, serão dois dias com a medida em vigor. Já o município manteve o ponto facultativo restrito a apenas um dia. Para os servidores estaduais: o ponto será nos dias 29 de outubro e 1º de novembro Para os servidores municipais: o ponto será apenas no dia 1º de novembro Nos dois casos, haverá feriadão prolongado, uma vez que o dia de finados, celebrado em 2 de novembro, é feriado nacional. Em nota, o Governo do Tocantins esclareceu que o ponto facultativo do dia 29 de outubro é referente ao Dia do Servidor Público, que é em 28 de outubro. Com a medida, os servidores estaduais das áreas não essenciais terão cinco dias de folga. A decisão é em meio à crise política gerada pelo afastamento do governador Mauro Carlesse (PSL) do cargo por decisão da Justiça. O decreto de ponto facultativo é assinado pelo governador em exercício, Wanderlei Barbosa (Sem partido). Em Palmas, além dos serviços essenciais, serão mantidos ainda os atendimentos no Centro de Atenção Especializada Francisca Romana Sousa Chaves, Policlínica de Taquaralto, Ambulatório de Atenção à Saúde Dr. Eduardo Medrado (Amas) e nas Unidades de Pronto Atendimento (Upas). As escolas municipais também ficam fora do ponto facultativo, assim como as equipes de limpeza e os Conselhos Tutelares. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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Marcos Antonio Pereira Gomes tinha fugido para o México, depois que o ministro do Supremo Alexandre de Moraes decretou a prisão dele. Caminhoneiro que incentivou ataques ao STF e estava foragido se apresenta à PF Depois de oito semanas foragido, o caminhoneiro Marcos Antonio Pereira Gomes se entregou, nesta terça-feira (26), à Polícia Federal e está preso em Joinville, Santa Catarina. O caminhoneiro tinha fugido para o México, depois que o ministro do Supremo Alexandre de Moraes decretou a prisão dele a pedido da Procuradoria-Geral da República. A Polícia Federal o investiga por incitação de atos violentos e antidemocráticos no 7 de Setembro.
'Dancin Days', 'Anos Dourados', 'Vale Tudo' e 'Celebridade' são alguns dos clássicos criados pelo autor. Gilberto Braga também deu vida a vilões inesquecíveis como a aclamada Odete Roitman. Relembre algumas das novelas mais marcantes da carreira de Gilberto Braga Gilberto Braga morreu nesta terça (26), aos 75 anos, no Rio de Janeiro. Ele foi consagrado como um dos principais nomes da teledramaturgia brasileira e construiu uma trajetória de quase 50 anos como autor na Globo, onde estreou em 1972 e foi responsável por clássicos como 'Dancin Days' (1978), 'Anos Dourados' (1986), 'Vale Tudo' (1998) e 'Celebridade' (2003), além de dar vida a vilões inesquecíveis como Odete Roitman, imortalizada por Beatriz Segall. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Relembre, a seguir, as tramas dos principais trabalhos do autor. Dancin' Days (1978) Dancin' Days (1978): Abertura A trama gira em torno da rivalidade entre duas irmãs: a ex-presidiária Júlia Matos (Sônia Braga) e a socialite Yolanda Pratini (Joana Fomm). Acusada de atropelar e matar um guarda-noturno, Júlia é condenada a 22 anos de prisão e consegue liberdade condicional após cumprir metade da pena. Júlia tenta, de todas as formas, livrar-se do estigma de ex-presidiária. Seu primeiro desafio é reconquistar o amor da filha, Marisa (Gloria Pires). A menina foi criada por Yolanda que, com medo de perder a sobrinha, dificulta a aproximação entre mãe e filha. Em sua luta para se reintegrar à sociedade, Júlia conhece o diplomata Cacá (Antonio Fagundes) e os dois vivem um romance atribulado ao longo de toda a história. Ao longo da trama, ela é novamente presa, mas volta à liberdade e se casa com Ubirajara (Ary Fontoura), um homem rico e apaixonado por ela. A grande reviravolta na história acontece quando Júlia retorna ao Brasil, após uma viagem à Europa, completamente mudada. VEJA TAMBÉM: FOTOS: imagens do autor e de personagens MEMÓRIA GLOBO: 'Eu gosto muito de heróis, mas talvez eu escreva melhor os vilões', disse Gilberto Braga REPERCUSSÃO: 'Brilhante', 'inteligente', 'culto'. Veja relatos de quem trabalhou com o autor Vale tudo (1988) Vale Tudo (1988): Abertura Corrupção e falta de ética entraram na mira de Vale Tudo, que denunciava a inversão de valores no Brasil no final dos anos 1980. A discussão sobre honestidade e desonestidade no antagonismo entre mãe e filha: a íntegra Raquel Accioli (Regina Duarte) é o oposto da filha Maria de Fátima (Gloria Pires), jovem inescrupulosa e com horror à pobreza que, logo nos primeiros capítulos da novela, vende a única propriedade da família, no Paraná, e foge com o dinheiro para o Rio de Janeiro com o objetivo de se tornar modelo. Raquel vai atrás da filha e conhece o administrador de empresas Ivan Meirelles (Antonio Fagundes), por quem se apaixona. Para ganhar a vida, passa a vender sanduíches na praia, com a ajuda do amigo Audálio (Pedro Paulo Rangel), conhecido como Poliana. Enquanto a mãe batalha para sobreviver honestamente, Maria de Fátima se alia a César (Carlos Alberto Riccelli), um mau-caráter que a estimula a seduzir o milionário Afonso Roitman (Cássio Gabus Mendes), de olho na fortuna do rapaz. Afonso é namorado da jornalista Solange (Lídia Brondi) e filho da poderosa empresária Odete Roitman (Beatriz Segall), diretora da Companhia Aérea TCA. Odete é assassinada nos capítulos finais, gerando um grande mistério na história. O Brasil inteiro parou para saber “quem matou Odete Roitman”. VÍDEO: Em depoimento, Gilberto Braga disse que escreveu papel pensando em Beatriz Segall Anos Rebeldes (1992) Anos Rebeldes (1992): Abertura A minissérie tem como pano de fundo o Rio de Janeiro no conturbado período de 1964 a 1979. Avessa à militância política, Maria Lúcia (Malu Mader) se apaixona por João Alfredo (Cássio Gabus Mendes), jovem que se sensibiliza com as questões sociais e que atua no movimento estudantil. Ambos são estudantes do Colégio Pedro II, porém com perfis e objetivos distintos. Individualista, Maria Lúcia pensa em ter uma vida tranquila e estabelecida. Seu pai, Orlando Damasceno (Geraldo Del Rey), é um jornalista do renomado Correio Carioca e conhecido membro do Partido Comunista, que sempre optou pela militância política em detrimento de suas ambições pessoais. Por isso, ela teme se entregar à paixão por João Alfredo, um rapaz idealista, com características tão semelhantes às de seu pai. Apesar de ser integrante de uma família tipicamente udenista da Ipanema (bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro) da época, filho de um comerciante com uma dona de casa, João Alfredo é profundamente atento à idéia da consciência de classe e preocupado com as questões sociais do país. Edgar (Marcelo Serrado), também estudante do Colégio Pedro II e melhor amigo de João Alfredo, forma um triângulo amoroso com o casal. Inteligente, ambicioso e de bom caráter, Edgar jamais age com deslealdade na disputa pelo amor de Maria Lúcia. Dividido entre a questão afetiva e a militância política, João abre espaço para seu rival que, distante de projetos políticos, apaixona-se perdidamente por Maria Lúcia. A relação entre João e Maria Lúcia não suporta as divergências que existem entre os dois. E fica ainda mais desgastada quando ele entra na luta armada. O casal se separa, e Maria Lúcia se casa com Edgar. Após participar do sequestro do embaixador suíço Ralf Haguenauer (Odilon Wagner), João segue para o exílio. Anos depois, em 1979, com a Lei de Anistia, João retorna ao Brasil e reencontra Maria Lúcia, agora divorciada. Há uma tentativa de resgate do amor de juventude, mas novamente João se vê às voltas com causas sociais, como a luta dos sem-terra no sul do país. Maria Lúcia entende então que a militância de João sempre representará um obstáculo entre os dois, e o casal se separa mais uma vez. Anos Dourados (1986) Anos Dourados (1986): Abertura Lurdinha (Malu Mader) e Marcos (Felipe Camargo) se apaixonam à primeira vista. Ela estuda no Instituto de Educação; ele, no Colégio Militar – duas tradicionais instituições de ensino da Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Mas os pais de Lurdinha – os conservadores dr. Carneiro (Cláudio Corrêa e Castro) e Celeste (Yara Amaral) – rejeitam o rapaz por ele ser filho de pais separados e tentam, de todas as maneiras, afastá-lo da jovem. Sem diálogo com a família, Lurdinha não consegue defender o amor que sente por Marcos, mas, mesmo assim, não deixa de encontrá-lo às escondidas. Marcos, sem saber que a jovem omite dos pais o namoro, insiste em conhecê-los. Ela sempre inventa uma desculpa até que, um dia, Marcos aparece sem avisar na casa de Lurdinha e pergunta a Celeste e Carneiro se eles vêem com simpatia a relação dos dois. Desconcertados ao descobrirem a mentira da filha, eles inventam que Lurdinha está de castigo por conta de notas baixas e, por isso, não poderá vê-lo. Os pais de Lurdinha, influenciados por uma professora da jovem, decidem, então, aceitar o namoro dos dois. Acreditavam que, concedendo permissão para o romance, ela logo se desinteressaria dele, pois, o “fruto proibido” é que estava motivando a filha. Com o tempo, Lurdinha e Marcos enfrentam outro tabu da época: a virgindade. A jovem chega a perguntar para a mãe se é normal sentir desejo pelo namorado, e Dona Celeste, sempre repressora, responde: “Sexo é pecado. A mulher só pratica o sexo depois de casada, para satisfazer o marido”. As dúvidas de Lurdinha sobre o assunto levam Marcos a se envolver com Rosemary (Isabela Garcia). Ao contrário da doce e tímida normalista, Rosemary é ousada e tem ideias modernas, embora também seja virgem. Lurdinha flagra os dois aos beijos e, arrasada, rompe com Marcos. Depois de muitos conflitos, Marcos e Lurdinha terminam juntos e felizes. Dr. Carneiro se suicida quando descobrem que ele tem uma amante, Vitória (Lúcia Alves). Já Celeste não consegue superar o golpe e entra em depressão. Anos Dourados foi a primeira minisserie de Gilberto Braga na TV Globo. Segundo ele, foi o maior sucesso de sua trajetória profissional, a produção de maior repercussão. Depoimento - Gilberto Braga: Anos Dourados (1986) Celebridade (2003) Celebridade (2003): Abertura A trama tem como eixo central a rivalidade entre duas mulheres: a bem-sucedida empresária e ex-modelo Maria Clara Diniz (Malu Mader), dona da produtora Mello Diniz, e a dissimulada e invejosa Laura Prudente da Costa (Cláudia Abreu), que se aproxima de Maria Clara dizendo ser sua maior fã e consegue um emprego em sua empresa. Na verdade, Laura é uma arrivista que não quer apenas tomar tudo da outra, mas transformar-se em uma nova Maria Clara. A razão do ódio de Laura pela patroa é que ela é filha da verdadeira musa da canção que fez de Maria Clara uma mulher rica e famosa, enquanto ela e a mãe amargaram uma vida miserável. Maria Clara, porém, sempre acreditou que a música Musa de Verão fora composta por seu ex-noivo Wagner em sua homenagem. Para realizar o plano de destruir a rival, Laura conta com a ajuda de Marcos (Márcio Garcia), seu amante e cúmplice. Outro grande vilão da história é o ambicioso e inescrupuloso Renato Mendes (Fábio Assunção), editor da revista Fama e sobrinho de Lineu, que sonha um dia assumir a presidência do Grupo Vasconcelos. Renato se envolve com Laura, que vê nele um aliado a mais para destruir Maria Clara. Relembre, a seguir, uma das cenas mais icônicas da trama: a surra de Maria Clara na vilã Laura Celebridade: Maria Clara dá uma surra em Laura Paraíso Tropical (2007) Paraíso Tropical (2007): Abertura O antagonismo entre as gêmeas Paula e Taís, vividas por Alessandra Negrini, e a sede de poder do jovem empresário Olavo (Wagner Moura) dão o tom da novela. Paula e Taís têm personalidades opostas, e só descobrem a existência uma da outra ao longo da trama. É quando os embates começam. A mau-caráter Taís tenta destruir a relação amorosa da irmã com o íntegro Daniel (Fábio Assunção), executivo no mesmo grupo empresarial em que trabalha Olavo. Esse, por sua vez, faz de tudo para impedir que Daniel suceda o poderoso Antenor Cavalcanti (Tony Ramos), seu tio, na presidência da empresa. Ardiloso, Olavo sabe da preferência de Antenor por Daniel e tenta difamar a reputação do concorrente, mostrando-se capaz de tudo, até de matar, para alcançar seu objetivo. Trabalhos na Globo Veja, abaixo, a lista de novelas de Gilberto Braga exibidas na TV Globo: "Corrida do Ouro" (1974) "Helena" (1975) "Senhora" (1975) "Bravo!" (1975) "Escrava Isaura" (1976) "Dona Xepa" (1977) "Dancin’ Days" (1978) "Água Viva" (1980) "Brilhante" (1981) "Louco Amor" (1983) "Corpo a Corpo" (1984) "Vale Tudo" (1988) "Rainha da Sucata" (1990) – colaboração "Lua Cheia de Amor" (1990) – supervisão "O Dono do Mundo" (1991) "Pátria Minha" (1994) "Força de um Desejo" (1999) "Celebridade" (2003) "Paraíso Tropical" (2007) "Insensato Coração" (2011) "Lado a Lado" (2012) – supervisão "Babilônia" (2015) Veja, abaixo, as minisséries de Gilberto Braga exibidas na Globo: "Anos Dourados" (1986) "O Primo Basílio" (1988) "A, E, I, O… Urca!" (1990) – produção musical "Anos Rebeldes" (1992) "Labirinto" (1998) Veja, abaixo, outras produções de Gilberto Braga exibidas na Globo: "Dama das Camélias" (1973) "As Praias Desertas" (1973) "O Preço de Cada Um" (1973) "Mulher" (1974) "Feliz na Ilusão" (1974)
A CPI da Covid quer que a declaração do presidente seja incluída no inquérito das fake news, que corre no STF, e que Bolsonaro seja banido das redes sociais. A comissão também aprovou pedido de quebra do sigilo telemático do presidente. CPI aprova medidas contra Bolsonaro por relação falsa entre vacinas contra Covid e Aids A CPI da Covid aprovou medidas contra as declarações do presidente Bolsonaro em que relacionou falsamente a vacina contra a Covid e a Aids. O ministro do Supremo Luís Roberto Barroso criticou a declaração. Barroso é o relator de uma ação no STF de parlamentares do PSOL e do PDT que pedem que o presidente Jair Bolsonaro seja investigado por divulgar informação falsa. Barroso já encaminhou a ação para a Procuradoria-Geral da República. Na live semanal, quinta (21), o presidente disse que relatórios oficiais do Reino Unido teriam sugerido que pessoas totalmente vacinadas contra a Covid estariam desenvolvendo a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, a Aids, muito mais rápido do que o previsto. A afirmação é falsa. Não há qualquer relatório britânico que faça essa associação. E não há relação entre as vacinas e o desenvolvimento de Aids. Facebook, Instagram e YouTube removeram a live do presidente do ar. Barroso participou de um seminário na manhã desta terça-feira (26) como presidente do TSE e chamou de absurda a declaração. Sem citar o nome de Bolsonaro, afirmou que é preciso ter algum tipo de controle sobre conteúdos que trazem ameaças à saúde e democracia. “Nós precisamos enfrentar a desinformação sobre tudo quando ela ofereça grave risco para a democracia ou para a saúde. Um exemplo ocorrido de ontem para hoje no Brasil diz respeito à supressão da live de uma manifestação de uma autoridade pública, que dizia que a vacinação oferecia o risco de contaminação pela Aids. Um absurdo sem nenhuma confirmação cientifica e que desincentivaria as pessoas a se vacinarem num mundo em que todas as autoridades médicas defendem a importância da vacinação. Portanto há desinformações que comprometem a democracia e a saúde pública. Portanto é preciso ter algum tipo de controle de comportamentos, conteúdos ilícitos e da que ofereça perigos para valores caros da sociedade como a saúde pública ou como a própria democracia”, disse Barroso. No Senado, antes de votar o relatório final, a CPI da Covid tomou providências contra o caso. O senador Renan Calheiros, do MDB, incluiu em seu relatório o pedido de afastamento de Bolsonaro das redes sociais para que ele seja impedido de seguir espalhando fake news contra o combate à pandemia. E a comissão aprovou um pedido do senador Alessandro Vieira, do Cidadania, para que a declaração falsa de Bolsonaro seja incluída no inquérito das fake news, que corre no Supremo Tribunal Federal. Requerimentos do vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues, da Rede, para a quebra de sigilo telemático e a suspensão das redes sociais de Bolsonaro e ainda um pedido para que o presidente se retrate pela declaração falsa. A CPI ainda vai pedir para que Google, Facebook e Twitter informem dados cadastrais de Bolsonaro, registros de conexão e cópia de todo conteúdo armazenado nas plataformas. A votação foi simbólica, com protesto de governistas. O presidente da CPI, senador Omar Aziz, do PSD, reforçou a gravidade dos atos de Bolsonaro. “O presidente é uma instituição, a Presidência é uma instituição. A Presidência não é um cargo de boteco em que você fala o que quer tomando cerveja o comendo churrasquinho. Presidente da República que se reporta ao povo brasileiro baseado num estudo que não tem cabimento nenhum e fala uma coisa dessa, quando nós estamos implorando para a população se vacinar... Veja bem... E tem gente ainda que disse para mim, senador Randolfe, senador Renan: ‘Será que a PGR vai engavetar? Será que isso vai andar?’. Os fatos são maiores do que qualquer argumento que possa se escrever. São provas que foram dadas à população brasileira. Se você quiser, tem 50, 60 milhões de brasileiros como testemunhas dessas provas que estão no relatório”, disse Aziz. Atendendo ao pedido da CPI, a Advocacia do Senado já apresentou uma ação com carimbo de urgência ao Supremo Tribunal Federal. A ação pede que seja dado o prazo de 15 dias para a Procuradoria-Geral da República instaurar investigação. Se a PGR não cumprir o prazo, a CPI pede que o STF, como base no artigo 103 da Constituição, autorize entidades como o Conselho Federal da OAB, partidos políticos e até governadores, a assumir a prerrogativa de pedir a abertura de inquérito e propor ações penais contra Bolsonaro na Justiça. O documento afirma que: “Jair Bolsonaro, nos últimos 18 meses, foi autor de declarações que minimizaram a pandemia, que promoveram tratamentos sem comprovação científica e que repudiaram as vacinas, validando, na mais alta esfera política e midiática, a desinformação circulada nos perfis oficiais de instituições federais”. E que “é urgente a adoção de reação enérgica para garantia dos direitos fundamentais assegurados pela Constituição, em especial o direito à vida e o direito à informação, ora vergastados (açoitados) pelo próprio presidente da República, com utilização de recursos materiais e imateriais de poder que deveriam estar a serviço da sociedade e de suas instituições”. O Jornal Nacional procurou o Palácio do Planalto, mas não tivemos retorno.

Uma linha do metrô, alguns semáforos e até uma escola pararam de funcionar nesta terça (26). Furtos de cabos provocam transtornos na cidade de SP Cerca de 500 metros de cabos de energia que foram furtados de segunda-feira (25) para esta terça (26) em diversos pontos da cidade de São Paulo e tumultuaram a vida de quem mora na capital Uma linha do metrô, alguns semáforos e até uma escola pararam de funcionar. Há uma onda desse tipo de crime, como o SP2 vem acompanhando. O caos acompanhou quem saiu da Zona Leste pela manhã, a Linha 3-Vermelha do Metrô operou com velocidade reduzida. Ladrões levaram 30 metros de cabos do sistema de alimentação elétrica perto da estação Tatuapé. O efeito cascata das filas foi para outras estações e chegou à Linha 1-Azul. Estação Sé tem filas e aglomerações para conseguir entrar no trem Reprodução/TV Globo A depredação começou bem antes de o Metrô entrar em operação. A polícia já sabe que a 1h25 da madrugada o sistema disparou um alerta de falha de energia entre as estações Tatuapé e Vila Matilde. Depois, pouco antes das 4h, soou novamente um alerta, agora entre as estações Penha e Carrão. Um funcionário do Metrô fez a checagem, mas não encontrou nada. Logo em seguida, às 4h14, outro sinal de falha entre as estações Tatuapé e Belém. Desta vez, a pessoa conseguiu cortar os cabos. Os reparos levaram quatro horas para serem feitos, durante o horário de pico. Os passageiros tentaram ir de ônibus, mas era impossível entrar. A Secretaria dos Transportes Metropolitanos diz que, depois desse episódio, vai melhorar a segurança da estação Tatuapé. Segundo Paulo Galli, secretário dos Transportes Metropolitanos, o muro de divisa da estação será elevado. “Com isso a gente crê que vai reduzir um pouco esse risco, vai dificultar bastante para e evitar que haja aquele furto.” Não é só no Metrô que o problema acontece, nas ruas também. De segunda para esta terça, ladrões levaram 452 metros de cabos de energia das ruas da cidade: 11 cruzamentos nas Zonas Norte, Leste e do Centro ficaram com os semáforos apagados. Falha na Linha 3-Vermelha do metrô de SP causa transtorno na vida dos passageiros por mais de 4 horas, na manhã desta terça-feira (26) A Secretaria da Segurança Pública (SSP) estadual disse que neste ano mais de 30 toneladas de fio de cobre foram apreendidas, e uma das ações para combater não só esse tipo de crime é a contratação de mais policiais civis. “Mais cerca de 2.900 policiais civis. Contratamos aqueles que estavam aprovados e não tinham sido nomeados e estamos abrindo um novo concurso”, disse o secretário João Camilo Pires de Campos. Os ladrões não causaram apagão só nos semáforos ou no transporte público, eles também interromperam aulas. A Escola Municipal José Amadei, na Capela do Socorro, na Zona Sul, precisou suspender as aulas porque os cabos de energia foram cortados. O segurança conseguiu impedir que eles fossem levados. Os bandidos pegaram, então, a fiação de energia elétrica entre o poste e o prédio da escola - 800 alunos foram prejudicados. O diretor da escola, Denilson Gonçalves Pereira, destacou que o impacto é enorme. “Tanto o aspecto pedagógico quanto a questão alimentar, já que as crianças fazem a principal refeição aqui na escola.” A SSP informou que prendeu, neste ano, 41 suspeitos envolvidos em furto de cabos. VÍDEOS: Veja mais notícias sobre São Paulo e região:

Novelista foi um dos maiores nomes da teledramaturgia do Brasil. Autor de novas clássicas da TV brasileira, como "Dancin' Days" (1978), "Vale Tudo" (1988) e "Celebridade" (2003) e considerado um dos maiores nomes da teledramaturgia do país, Gilberto Braga morreu nesta terça-feira (26), aos 75 anos. A causa da morte não havia sido divulgada até a última atualização desta reportagem. REPERCUSSÃO: veja as homenagens a Gilberto Braga Veja fotos de Braga e de personagens das novelas criadas por ele: Gilberto Braga Memória Globo Sérgio Mamberti e Nathalia Timberg em cena da novela 'Vale Tudo', de 1988 Acervo Grupo Globo Ricardo Linhares, Gilberto Braga e João Ximenes Braga em evento de 'Babilônia', em 2015 Acervo TV Globo Gilberto Braga - webstories Memória Globo Antônio Fagundes em O Dono do Mundo, outra novela de Braga TV Globo - Memória Globo Dramaturgo Gilberto Braga em foto de 2014 Daniel Silveira / G1 Capa do disco da trilha sonora da novela "Dancin' Days" (1978), novela de autoria de Gilberto Braga Divulgação Relembre algumas das novelas mais marcantes da carreira de Gilberto Braga

Os inscritos participarão de sorteio eletrônico; 620 vagas são oferecidas. Idade mínima é de 6 anos e não há limite de idade para a admissão de novos alunos. Arena Aquática de Salvador abre inscrições para novos alunos nesta quarta Jefferson Peixoto/Secom A Arena Aquática Salvador tem inscrições abertas para 28 novas turmas, a partir desta quarta-feira (27). O processo de seleção é através de sorteio. Os interessados devem preencher a ficha de inscrição, até o próximo dia 2 de novembro, no site da Arena Aquática, no endereço www.arenaaquatica.salvador.ba.gov.br. Após sorteio eletrônico, os contemplados seguem para a matrícula. Ao todo, serão disponibilizadas 620 vagas, para aulas de natação e hidroginástica, que ocorrem na piscina semiolímpica (25m) do equipamento, que fica na Av. Octávio Mangabeira, na orla da Pituba. “Em função da pandemia, reduzimos o número de vagas, seguindo os protocolos sanitários, como aferição de temperatura, higienização das mãos com álcool em gel e uso de máscaras pelos professores”, destaca o medalhista olímpico Edvaldo Valério, gerente de Esportes Aquáticos da Secretaria Municipal de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre). Para ter a inscrição efetivada, é necessário que o candidato tenha idade mínima de seis anos e apresente atestado cardiológico e dermatológico de aptidão à prática de esportes aquáticos. Os menores de idade também devem apresentar comprovante de escolaridade, além de RG, CPF e comprovante de residência do responsável. Não há limite de idade para a admissão de novos alunos. Cada turma deve frequentar o local em duas aulas por semana, com duração de 50 minutos cada, nos turnos matutino ou vespertino. A Arena Aquática funciona das 6h às 18h. Veja mais notícias do estado no g1 Bahia. Assista aos vídeos do g1 e TV Bahia 💻 Ouça 'Eu te explico' 🎙

'O Brasil tem sorte de ter um homem como Jair Bolsonaro trabalhando para eles', diz mensagem publicada pelo ex-presidente dos EUA. Documento de 1.289 páginas, elaborado ao longo de seis meses, foi aprovado nesta terça-feira (26) e será enviado a órgãos de investigação, pedindo o indiciamento de 78 pessoas e duas empresas. O então presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente brasileiro Jair Bolsonaro são vistos durante um jantar no Mar a Lago, em Palm Beach, Flórida, Estados Unidos, em 07 de março de 2020 Alan Santos/Presidência via AFP O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou apoio ao presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, nesta terça-feira (26), dia em que a CPI da Covid aprovou, por 7 votos a 4, o relatório final elaborado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL) sobre a maior tragédia sanitária da história do Brasil. O relatório aprovado pelos senadores tem 1.289 mil páginas e responsabiliza o presidente Jair Bolsonaro por considerar que ele cometeu pelo menos nove crimes (leia mais abaixo). "O presidente Jair Bolsonaro e eu nos tornamos grandes amigos nos últimos anos. Ele luta muito e ama o povo do Brasil - assim como eu faço pelo povo dos Estados Unidos. O Brasil tem sorte de ter um homem como Jair Bolsonaro trabalhando para eles. Ele é um grande presidente e nunca decepcionará o povo de seu grande país!", disse Trump. Bolsonaro e Trump se encontraram pessoalmente ao menos quatro vezes: em duas visitas do presidente brasileiro aos EUA em 2019, em março e setembro, durante a Assembleia Geral da ONU, e uma vez no Japão, no mesmo ano, e em março de 2020, quando Bolsonaro esteve na Flórida. CPI da Covid aprova relatório final, atribui nove crimes a Bolsonaro e pede 80 indiciamentos Bolsonaro é acusado de 9 crimes; veja quais são e as penas previstas Filhos de Bolsonaro, Pazuello, Hang, Osmar Terra, Queiroga, donos da Prevent... Veja todos os alvos da CPI 'Mentiroso', 'caviloso', 'desonesto', diz relator sobre Bolsonaro em último discurso na CPI Durante os encontros, sempre demonstraram afinidades e trocaram elogios. Bolsonaro e seu filho Eduardo, que também conheceu pessoalmente o ex-presidente, nunca esconderam a torcida para que Trump se reelegesse, o que não aconteceu. CPI Com a aprovação do relatório final, a comissão de inquérito criada para investigar ações e omissões do governo durante a pandemia encerra os seis meses de trabalhos pedindo o indiciamento de 78 pessoas e duas empresas. Confira especial sobre as conclusões e os próximos passos da CPI Veja todos os indiciados Além do presidente, há, também, pedidos de indiciamento de ministros, ex-ministros, três filhos do presidente, deputados federais, médicos, empresários e um governador – o do Amazonas, Wilson Lima. Duas empresas que firmaram contrato com o Ministério da Saúde – a Precisa Medicamentos e a VTCLog – também foram responsabilizadas. Senadores fazem minuto de silêncio antes do fim da CPI da Covid A aprovação do relatório se deu após mais de sete horas de discussão, com dois intervalos, em meio a contestações da tropa governista minoritária na CPI. Senadores aliados ao Palácio do Planalto refutaram a tese de que Bolsonaro foi responsável pelo agravamento da pandemia no Brasil e apresentaram votos em separado nos quais pediram a investigação sobre a atuação de governadores e prefeitos. As propostas, porém, não foram sequer votadas, já que o parecer de Renan Calheiros foi aprovado antes. Em um primeiro desdobramento da CPI, senadores planejam entregar o relatório ao procurador-geral da República, Augusto Aras, já nesta quarta-feira (27). Também está prevista nos próximos dias a entrega do documento ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e aos ministérios públicos do Rio e de São Paulo. O parecer será encaminhado ainda ao Tribunal Penal Internacional. Entenda os próximos passos jurídicos e o impacto político da CPI para o governo Bolsonaro Crimes atribuídos a Bolsonaro No caso de Bolsonaro, Renan Calheiros pede indiciamento pelos seguintes crimes: epidemia com resultado morte infração de medida sanitária preventiva charlatanismo incitação ao crime falsificação de documento particular emprego irregular de verbas públicas prevaricação crimes contra a humanidade crimes de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo) “O presidente da República repetidamente incentivou a população a não seguir a política de distanciamento social, opôs-se de maneira reiterada ao uso de máscaras, convocou, promoveu e participou de aglomerações e procurou desqualificar as vacinas contra a covid-19. Essa estratégia, na verdade atrelada à ideia de que o contágio natural induziria a imunidade coletiva, visava exclusivamente à retomada das atividades econômicas”, escreveu Renan Calheiros no documento. Relatório da CPI da Covid pede indiciamento de Bolsonaro por 9 crimes no combate à pandemia Segundo o relator, as ações de Bolsonaro durante a pandemia podem ser enquadradas em crime de responsabilidade — infração imposta ao presidente da República em caso de atos que atentam a Constituição, e que podem resultar em impeachment. Isso porque, escreveu o relator, a atuação de Bolsonaro “mostrou-se descomprometida com o efetivo combate da pandemia da Covid-19 e, consequentemente, com a preservação da vida e integridade física de milhares de brasileiros”. Entre os atos de Bolsonaro que, para Renan, “incontestavelmente atentaram contra a saúde pública e a probidade administrativa”, estão a "minimização constante da gravidade da Covid-19" e a criação de mecanismos ineficazes de controle e tratamento do coronavírus. O relator afirmou ainda que Bolsonaro “foi o principal responsável pela propagação da ideia de tratamento precoce”. “Em tempos normais, seria apenas um exemplo de desprezível charlatanismo pseudocientífico. Contudo, em meio a uma pandemia global, colaborou para gerar uma monstruosa tragédia, na qual alguns milhares de brasileiros foram sacrificados”, escreveu o relator.
Relator do caso, Luís Felipe Salomão, afirmou que houve uso indevido do WhatsApp para atacar adversários, mas disse que não há provas que comprovem que a atuação desequilibrou eleições. Três ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) votaram nesta terça-feira (26) pelo arquivamento de duas ações que pedem a cassação da chapa que elegeu Jair Bolsonaro presidente e Hamilton Mourão vice. O julgamento foi suspenso e a sessão deve ser retomada nesta quinta-feira (28). As ações acusam a chapa Bolsonaro-Mourão de realizar disparos em massa de mensagens em redes sociais durante a campanha eleitoral de 2018. O pedido de cassação dos mandatos foi feito pelos partidos da coligação "O Povo Feliz de Novo" (PT/PCdoB/Pros), derrotada em segundo turno. As legendas apontam abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação diante de: contratação de empresas especializadas em marketing digital (por empresas apoiadoras de Jair Bolsonaro para disparos via Whatsapp contra o PT e seus candidatos, o que era vedado pela lei; uso fraudulento de nome e CPF de idosos para registrar chips de celular e garantir disparos em massa; uso de robôs para disparos em massa, inclusive com a montagem de uma estrutura piramidal de comunicação; compra irregular de cadastros de usuários; utilização indevida de perfis falsos para propaganda eleitoral, e doações de pessoas jurídicas. O relator das ações, ministro e corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, afirmou em seu voto que houve o uso indevido do WhatsApp para atacar adversários, mas defendeu que a perda do mandato não pode ser decretada porque não há provas de que os disparos em massa foram decisivos para desequilibrar as eleições de 2018. O ministro citou depoimentos e provas para defender que, desde 2017, pessoas próximas à Bolsonaro atuavam de modo permanente, amplo e constante na mobilização digital de eleitores, atacando a adversários políticos a candidatos e, recentemente, as instituições democráticas. “Inúmeras provas de natureza documental e testemunhal corroboram a assertiva de que, no mínimo desde 2017, pessoas próximas ao hoje presidente da República atuavam de modo permanente, amplo e constante na mobilização digital de eleitores, tendo como modus operandi ataque a adversários políticos a candidatos e, mais recentemente, às próprias instituições democráticas. Essa mobilização que se pode aferir sem maiores dificuldade vem ocorrendo ao longo do ano em diversos meio digitais”, afirmou. Para Salomão, o uso de disparo de mensagens em massa pode configurar abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, no entanto, é necessário comprovar que a ação desequilibrou as eleições (veja mais abaixo). O voto do relator foi acompanhado pelo ministro Mauro Luiz Campbell Marques que afirmou que não há provas no processo que permitam condenar a chapa, pois não há comprovação de que Bolsonaro sabia dos disparos em massa e nem que a ferramenta foi utilizada de tal forma atrapalhar a eleição. Marques ressaltou também que houve uma mudança no modo de se fazer campanha no país e que é possível verificar que o discurso de ódio tem sido usado. “No Brasil, a propaganda eleitoral tradicionalmente é voltada a exaltação das qualidades pessoais do candidato e não raro a críticas aos seus adversários na disputa. Entretanto, tragicamente o rumo das propagandas tem apontado ainda mais ao sul. Não são poucos os candidatos que como eleito tem por foco suas campanhas de ataques generalizados aos demais candidatos as instituições e até mesmo a própria democracia nesse contexto o argumento para a obtenção do voto é o ódio distribuído. E na maioria das vezes sem nenhuma velocidade ou semelhança apática”, afirmou. Campbell disse ainda que essa conduta foi praticada pela chapa Bolsonaro-Mourão. “Esse era o norte da campanha que se desenrolou nas redes sociais em favor da chapa investigada", disse. Assim, como os colegas, o ministro Sérgio Silveira Banhos também votou pelo arquivamento das ações. Ele disse que não está claro se o disparo de mensagens foi feito de modo ilícito. Banhos afirmou que os elementos reunidos nos inquéritos do Supremo Tribunal Federal (STF) são graves, mas que não há conexão com os fatos investigados no TSE. “Entendo que a conduta descrita na petição inicial [pedido de cassação] não foi comprovada, nem mesmo com as provas compartilhadas [pelo STF]. Deixo claro que os fatos desvelados no STF indicativos da estruturação de uma ampla e complexa rede de apoiadores, com finalidade de ataques a adversários políticos aparentam ser extremamente graves e podem ser avaliados a tempo e a modo. Ainda que se reconheça similitude, não vislumbrei por meio de provas robustas a conexão entre os fatos apurados no inquérito e o que foi narrado na inicial”, disse. Voto do relator Em seu voto, Salomão afirmou que “saltam aos olhos” as evidências de que a campanha de Bolsonaro-Mourão de 2018 priorizou o uso dos meios digitais com utilização indevida do WhatsApp para promover disparos em massa contra adversários. “Evidências saltam aos olhos quando analisadas as provas como um todo, em sua integralidade. O conjunto probatório das duas ações, do meu modo de ver, não deixa margem para dúvidas no sentido de que a campanha dos vencedores das eleições assumiu caráter preponderantemente nos meios digitais mediante utilização indevida, dentre outros, do app de mensagens WhatsApp para promover disparos em massa em benefício de suas candidaturas, valendo-se de estrutura organizada e capilarizada composta por apoiadores e pessoas próximas ao primeiro representado”, disse o relator. O ministro afirmou também que a campanha do presidente buscou a captação de votos pelo uso de tecnologia, o que não configura é crime. Mas, ponderou, que no momento em que as ferramentas foram usadas para minar candidaturas de adversários, a ação ganhou "contornos de ilicitude". “De fato, as provas dos autos demonstram que, ao menos desde o inicio da campanha, o foco residiu mesmo na mobilização e captação de votos mediante o uso de ferramentas tecnológicas, fosse na internet ou, mais especificamente, em redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas. Esse aspecto, embora por si não constitua qualquer ilegalidade, assumiu, a meu juízo, contornos de ilicitude, a partir do momento em que se promoveu o uso dessas ferramentas com o objetivo de minar indevidamente candidaturas adversárias, em especial a dos segundos colocados”, afirmou Salomão. O relator disse ainda que há indícios de que Bolsonaro tinha conhecimento do uso irregular do WhatsApp. "No que concerne à efetiva participação dos candidatos no ilícito, embora se façam presentes indícios de ciência pelo primeiro representado, hoje presidente da República, entendo que a falta de elementos mínimos quanto ao teor dos disparos em massa e à sua repercussão comprometem sobremaneira a análise desse fator”, disse Salomão. O ministro propôs também que o plenário fixe uma tese estabelecendo que o uso de aplicativos de mensagens instantâneas “para realizar disparos em massa, promovendo desinformação, diretamente por candidato ou em seu benefício e em prejuízo de adversários políticos, pode configurar abuso do poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação social”. Ministério Público O vice-procurador-geral Eleitoral, Paulo Gonet Branco, defendeu a rejeição das ações. Segundo ele, não foram apresentadas provas robustas para justificar a cassação da chapa. O Ministério Público argumenta que não foi apresentado o número de eleitores eventualmente atingidos pelos disparos em massa, nem a repercussão deles entre o eleitorado a ponto de provocar o desequilíbrio do pleito de 2018. "A gravidade deve ser aferida qualitativa e quantitativamente. A gravidade deve ser apreciada pelo grau de reprovabilidade da conduta e pela repercussão do ato no equilíbrio da disputa eleitoral. No caso dos autos, estes elementos continuam sem demonstração cabal”, disse Gonet Branco. Em parecer divulgado no dia 14 de outubro, o Ministério Público Eleitoral já tinha se posicionado sobre as ações. Na manifestação, o vice-procurador-Geral Eleitoral afirmou que os elementos reunidos não apontavam que tenha havido "desequilíbrio" nas eleições a ponto de justificar a cassação da chapa. Gonet Branco também informou que descartou as provas reunidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dois inquéritos sobre aliados e familiares do presidente Jair Bolsonaro. O material foi enviado ao MP mas, na avaliação do procurador, não tem conexão com o caso. As provas estavam no inquérito das fake news e na investigação sobre atos antidemocráticos — que apontam para a existência de uma suposta milícia digital que teria atuado contra as instituições e a democracia. Defesas O advogado do PT, Eugênio Aragão, defendeu que as provas reunidas ao longo do processo justificam a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão. Segundo Aragão, a campanha de Bolsonaro foi “sustentada por uma engenhosa máquina de disseminação de mentiras”. “As duas ações comprovam esse modo de agir da chapa do presidente na chapa de 2018 e, por isso, tem-se configurado o abuso do poder econômico e também dos meios de comunicação, capazes de impactar de maneira relevante esse pleito. A eleição foi calcada em mentiras e abusos e é isso que se pode concluir das presentes ações, conforme restou provado nos autos”, afirmou Aragão. Aragão disse também que “houve orquestração na disseminação de fake news, com organização própria e custo elevado, que não foi declarado nos gastos oficiais da campanha e muitos podem ter tido origem vedada, de pessoa jurídica por exemplo”. A advogada do presidente, Karina Kufa, afirmou que não há qualquer prova de irregularidades na campanha, nem de disparos em massas que tenham favorecido Bolsonaro. "A autora não trouxe uma prova, um indício e também não demonstrou os caminhos de obter essa provas. A ausência de provas se dá pela inexistência dos fatos”, disse a advogada. Kufa disse ainda que “os eleitores são seres humanos racionais capazes de avaliar o que estão vendo e lendo”. A advogada afirmou também que “estão querendo criminalizar a campanha mais barata e orgânica da história”. A advogado do vice-presidente Hamilton Mourão, Karina Fidelis, pediu a rejeição das ações “levando em consideração que não houve qualquer comprovação de abuso de poder econômico e de meios de comunicação”. VÍDEOS: notícias sobre política

Dayrla melo, 21 anos, foi atingida por vários tiros enquanto trabalhava. A mãe dela, 45 anos, também foi atingida, mas não resistiu. Polícia começa a ouvir testemunhas do caso da jovem baleada pelo ex dentro do cartório A polícia procura pelo suspeito de atirar na ex-namorada Dayrla Mélo, 21 anos, atingida por vários tiros enquanto trabalhava, e na mãe dela dentro de um cartório em Olivença, no Sertão de Alagoas. Segundo a polícia, o autor dos disparos foi Elvison Silva Vilela Ferreira, que não aceitava o fim do relacionamento. Testemunhas contaram à polícia que Ferreira invadiu o cartório e, após efetuar vários disparos contra a ex-namorada e atirar em sua mãe, Damiana Roberto Correia Mélo, 45 anos, que morreu no local, fugiu. O delegado regional, Hugo Leonardo, disse que a polícia está investigando o caso e fazendo buscas pelo suspeito. “Tanto a Polícia Militar como a Civil iniciaram as buscas referentes a prisão do acusado. O Boletim de Ocorrência foi instaurado e a solicitação das perícias feitas no local do crime. Vamos dar continuidade ao inquérito e as oitivas de testemunhas para concluir esse caso o mais rápido possível”, revelou o delegado. A jovem foi socorrida para o Hospital Regional de Santana do Ipanema e depois transferida para o Hospital do Agreste, onde segue internada. O último boletim médico, divulgado nesta terça-feira (26) informou que seu quando de saúde é considerado estável. A PM informou que a jovem já havia feito um boletim de ocorrência contra o ex-namorado. A polícia pede que quem tiver informações sobre o suspeito entre em contato pelo 181. Baleada pelo ex-namorado, Dayrla Roberto Correia Mélo (à esq.) está internada no Hospital de Emergência do Agreste; tiros disparados em cartório em Olivença também atingiram a mãe dela, Damiana Roberto Correia Mélo, que morreu na hora Reprodução/TV Gazeta Suspeito de atirar em ex-namorada em cartório é procurado pela polícia Reprodução Assista aos vídeos mais recentes do g1 AL Veja mais notícias da região no g1 AL

Segundo a prefeitura, decoração ficará pronta até dia 10, e inauguração do Natal ocorre em 14 de novembro. Trabalho de decoração natalina, em Cascavel, vai até 10 de novembro As decorações e ações do Natal de Cascavel, no oeste do Paraná, devem custar aos cofres públicos R$ 1,5 milhão, segundo a prefeitura. De acordo com a secretária de Desenvolvimento Econômico, Hivonete Piccoli, equipes contratadas pelo município têm até 10 de novembro para concluir os trabalhos. A inauguração da programação natalina ocorre a partir de 14 de novembro. "Esse é o momento da execução, do planejamento que começou no início do ano. Nós já estamos acompanhando a parte de fiscalização das empresas que foram contempladas nos processos licitatórios." Decoração natalina deve ser instalada até dia 10 de novembro, em Cascavel Sidney Trindade/RPC Neste ano, segundo a prefeitura, a programação terá como temática o "Natal da Vida", para comemorar a passagem por um ano difícil de pandemia e a recuperação dos que venceram a Covid-19. Como parte do cronograma, a Casinha do Papai Noel está sendo preparada ao lado da catedral da cidade. A Avenida Brasil, ao longo do calçadão, também receberá decoração, assim como os Ecopontos do Santa Cruz e Morumbi. Segundo a secretaria, muitos itens natalinos serão reaproveitados nesta decoração. Veja mais notícias da região no g1 Oeste e Sudoeste.

Artistas lançam o single 'Me espera' com música inédita gravada em atmosfera retrô. ♪ DJ carioca associado primordialmente ao funk, mas com trânsito por outras pistas, Omulu adota novo nome artístico, Mulú, e abre parceria com Letrux. Já é como Mulú que o artista lança na sexta-feira, 29 de outubro, o single inédito Me espera. Música feita e gravada por Mulú com a cantora e compositora carioca, autora da letra escrita na temperatura do verão, Me espera é balada pop e dançante que ambiciona ser uma das trilha sonoras da próxima estação, mas em clima retrô. A composição foi formatada a partir de base criada por Mulú com ecos de batidas de disco music e do toque vintage de sintetizadores à moda dos anos 1980. Mulú e Letrux começaram a gerar a parceria sob o sol de São Pedro da Aldeia (RJ), município fluminense da Região dos Lagos do Rio de Janeiro, onde a artista se confinou na pandemia. A partir da base do DJ, Letrux escreveu a letra, enviada dias depois a Mulú. Por isso, a capa do single Me espera – criada por Mulú e Fernando Schlaepfer – expõe foto em que se vê fita cassete na areia da praia de São Pedro da Aldeia. A foto foi feita no dia solar em que Letrux e Mulú se encontraram. Capa do single 'Me espera', de Mulú com Letrux Divulgação

Criador de vilões inesquecíveis, como Odete Roitman, novelista foi um dos maiores nomes da teledramaturgia brasileira. Segundo sobrinho, autor estava internado desde 22 de outubro após perfuração no esôfago e teve quadro de infecção generalizada. Relembre algumas das novelas mais marcantes da carreira de Gilberto Braga Autor de novelas clássicas da TV brasileira como "Dancin' Days" (1978), "Vale Tudo" (1988) e "Celebridade" (2003), e criador de vilões inesquecíveis, Gilberto Braga morreu nesta terça-feira (26), aos 75 anos, no Rio. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Ao g1, o sobrinho do autor Bernardo Araújo disse que o tio estava internado desde sexta-feira (22) e sofreu uma septicemia. O novelista estava no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul do Rio. De acordo com Bernardo, o tio "vinha há alguns anos com vários problemas de saúde e passou por uma cirurgia na coluna, uma no coração e uma hidrocefalia", além de já apresentar dificuldades para andar. "Aí ele acabou indo para o hospital na semana passada. Ele foi internado já bem mal, e lá foi constatada uma infecção generalizada", explicou. Entre outros trabalhos marcantes de Braga, estão também as novelas "Corpo a Corpo" (1984), "Rainha da Sucata" (1990), da qual foi colaborador, e "O Dono do Mundo" (1991), além das minisséries "Anos Dourados" (1986) e "Anos Rebeldes" (1992). Braga também foi indicado ao Emmy Internacional de melhor telenovela por "Paraíso Tropical" (2008). Sua última produção foi "Babilônia" (2015), exibida pela TV Globo. Gilberto era casado com o decorador Edgar Moura Brasil, companheiro dele por quase 50 anos. Até a ultima atualização da reportagem, não haviam sido divulgadas informação de velório e enterro do corpo do autor. LEIA TAMBÉM: FOTOS: imagens do autor e de personagens PRINCIPAIS NOVELAS: relembre os principais trabalhos PERSONAGENS: as criações inesquecíveis do autor MEMÓRIA GLOBO: perfil de Gilberto Braga Relembre a vilã Odet Roitman Gilberto Braga, que criou Odete Roitman, diz que escreveu papel pensando em Beatriz Segall Tony Ramos lamenta a morte Autor de ‘Vale Tudo’, ‘Dancin’ Days’ e outros sucessos, Gilberto Braga morre aos 75 anos Perfil de Gilberto Baga Gilberto Braga nasceu no Rio de Janeiro, no dia primeiro de novembro de 1945. Cursou a faculdade de Letras na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e começou a trabalhar dando aulas na Aliança Francesa. Posteriormente, trabalhou como crítico de teatro e cinema do jornal "O Globo". Estreou na Globo como autor em 1972, com uma adaptação de "A Dama das Camélias", de Alexandre Dumas, para um "Caso Especial". Sua primeira experiência em telenovela foi com Corrida do Ouro, em 1974, quando dividiu a autoria com Lauro César Muniz e Janete Clair. O primeiro sucesso veio dois anos depois, com "Escrava Isaura". Em 1978, estreou no horário nobre, com um dos seus maiores sucessos: "Dancin’ Days". Sua estreia em minisséries foi com "Anos Dourados", em 1986. Trabalhos na Globo Veja, abaixo, a lista de novelas de Gilberto Braga exibidas na TV Globo: "Corrida do Ouro" (1974) "Helena" (1975) "Senhora" (1975) "Bravo!" (1975) "Escrava Isaura" (1976) "Dona Xepa" (1977) "Dancin’ Days" (1978) "Água Viva" (1980) "Brilhante" (1981) "Louco Amor" (1983) "Corpo a Corpo" (1984) "Vale Tudo" (1988) "Rainha da Sucata" (1990) – colaboração "Lua Cheia de Amor" (1990) – supervisão "O Dono do Mundo" (1991) "Pátria Minha" (1994) "Força de um Desejo" (1999) "Celebridade" (2003) "Paraíso Tropical" (2007) "Insensato Coração" (2011) "Lado a Lado" (2012) – supervisão "Babilônia" (2015) Veja, abaixo, as minisséries de Gilberto Braga exibidas na Globo: "Anos Dourados" (1986) "O Primo Basílio" (1988) "A, E, I, O… Urca!" (1990) – produção musical "Anos Rebeldes" (1992) "Labirinto" (1998) Veja, abaixo, outras produções de Gilberto Braga exibidas na Globo: "Dama das Camélias" (1973) "As Praias Desertas" (1973) "O Preço de Cada Um" (1973) "Mulher" (1974) "Feliz na Ilusão" (1974) Gilberto Braga Memória Globo Gilberto Braga - webstories Memória Globo
Coronavírus no Paraná: Acompanhe as notícias do estado em relação à pandemia Veja a playlist com os vídeos exibidos nos telejornais da RPC. Confira a média móvel de mortes e casos de Covid-19 no estado do Paraná
Relatório faz comparação mostrando onde o mundo chegará se fizer todas as mudanças que os países prometem até 2030, e onde deveria estar para evitar as piores consequências. Programa da ONU para o meio ambiente alerta para risco de aquecimento catastrófico do planeta O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente alertou, nesta terça-feira (26), para o risco de um aquecimento catastrófico do planeta. Para evitar isso, não bastam as promessas mais recentes de diversos países de reduzir a emissão de gases poluentes. O relatório da ONU veio em uma capa vermelha e com o título: “O aquecimento está ligado”. O documento é uma análise das emissões de gases do efeito estufa. Faz uma comparação mostrando onde o mundo vai chegar se fizer todas as mudanças que os países prometem até 2030, e onde deveria estar para evitar as piores consequências. E a conclusão foi anunciada pelo secretário-geral da ONU: “Ainda estamos no caminho para a catástrofe climática, mesmo com os últimos anúncios que foram feitos”, afirmou António Guterres. E não é que esses anúncios, que as medidas tomadas até agora não tenham surtido nenhum efeito. De acordo com o relatório anterior de emissões da ONU, a previsão é de que chegaríamos ao final deste século com um aumento catastrófico de 3º C na temperatura do planeta. Como está hoje, com o que já foi feito, a previsão é que chegaríamos ao final do século com um aumento de 2,7º C - ainda é uma catástrofe. Mas se os países cumprirem as promessas que estão fazendo, chegaríamos ao final do século XXI com um aumento de 2,2º C. Ainda é pouco. De acordo com o Acordo de Paris, o limite no aquecimento do planeta, para se evitar as piores consequências é de 1,5º C. Até agora, os compromissos cortam as emissões em 7,5%. Precisariam cortar em 55%. E estamos falando de aumento de temperatura até o final do século. Mas o limite para corrigir o rumo é nesta década. Depois disso, as projeções mostram que não teremos mais tempo para evitar a tragédia. O relatório divulgado agora, cinco dias antes da COP-26, que vai acontecer em Glasgow, na Escócia, nem é mais um alerta; é quase um ultimato. Os países precisam apresentar propostas mais eficientes. “Sabemos que o futuro da humanidade depende do ato de limitar o aumento da temperatura global em 1,5º C até 2030. E também sabemos que, até agora, as partes do Acordo de Paris estão falhando totalmente em manter essa meta ao alcance”, diz Guterres. Veja aqui a proposta apresentada pelo governo brasileiro, sem detalhes, para levar à COP-26.

Jovens precisam estar acompanhados dos responsáveis ou entregar declaração caso estejam sozinhos. Confira o modelo de declaração para receber a vacina. Aplicação das doses acontecerá em 25 pontos de vacinação Geraldo Bubniak/AEN A prefeitura de Cascavel, no oeste do Paraná, vai realizar, na quinta-feira (28), a repescagem da vacinação contra a Covid-19 para adolescentes de 14 a 17 anos que perderam a data original de imunização. Os jovens devem estar acompanhados dos responsáveis ou entregar uma declaração, caso estejam sozinhos. Confira o modelo de declaração Para receber a vacina é necessário apresentar documento pessoal com foto, carteira de vacinação e comprovante de residência. A prefeitura informou que a vacinação acontecerá das 8h às 12h em 25 unidades de saúde. Veja a lista abaixo: UBS Aclimação UBS Cancelli USF Cataratas USF Cidade Verde UBS Claudete USF Colméia UBS Nova Cidade Ipanema Lago Azul UBS Los Angeles USF Maria Luiza USF Morumbi UBS Villa Tolentino UBS Pacaembu UBS Palmeiras UBS Parque São Paulo USF Parque Verde USF Periollo USF Pioneiros Catarinenses USF Riviera UBS Santa Felicidade UBS Santa Cruz USF Santo Onofre UBS São Cristóvão USF Tarumã VÍDEOS: mais assistidos do g1 PR Veja mais notícias da região no g1 Oeste e Sudoeste.