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Texto permite emissão automática de licenças e alvarás para abertura de empresas de médio risco e cria um cadastro fiscal positivo para pessoas físicas; matéria ainda precisa passar pelo Senado. A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (23) o texto-base de uma medida provisória que pretende facilitar a abertura e a gestão de empresas no país. Para a conclusão da votação, os deputados ainda precisam analisar os chamados destaques, isto é, sugestões de alteração na proposta. Em seguida, a matéria seguirá para o Senado. Por se tratar de uma medida provisória, a norma já está em vigência desde a publicação pelo governo federal. Para se tornar lei permanente, contudo, o Congresso concluir sua votação até o dia 9 de agosto. Um dos objetivos do governo ao editar a proposta é melhorar a posição do Brasil no Doing Business, ranking do Banco Mundial que mede a facilidade de fazer negócios em cada país. O Brasil ocupa a 124ª colocação entre 190 países avaliados, segundo o último relatório, divulgado em 2019. Se a medida provisória for convertida em uma lei definitiva, o governo espera subir até 20 posições no ranking. O próximo relatório será divulgado em dezembro deste ano. “Para que o Brasil alcance a posição desejada no Relatório Doing Business 2022, é necessário implementar as mudanças regulatórias a tempo para que sejam refletidas pelos respondentes no primeiro semestre de 2021 e constem do relatório 2022”, diz o Executivo na justificativa enviada ao Congresso. Entre as mudanças previstas na MP, estão: - emissão automática, sem análise humana, de licenças e alvarás para abertura de empresas de médio risco, desde que com assinatura de termo de ciência e responsabilidade por parte do empresário. Atualmente, somente atividades de baixo risco têm direito à emissão automática. A oposição tentou incluir um dispositivo para deixar claro que essa dispensa não é válida para órgãos ambientais, o que não foi aprovado pelos deputados. O relator argumenta que as atividades de baixo e médio risco não oferecem impacto ambiental. - CNPJ será o único número de inscrição fiscal das empresas. Pelas regras atuais, uma empresa precisa ter inscrição federal (CNPJ), estadual e municipal. O texto determina, ainda, que os entes federados devem adaptar seus sistemas para que o CNPJ seja o único identificador cadastral; - órgãos responsáveis pelo registro e legalização das empresas devem manter, de forma gratuita, sistema eletrônico com informações, por exemplo, sobre viabilidade do endereço onde a empresa será instalada e a disponibilidade do nome empresarial; - proibição de cobrança de dados ou informações que já constem das bases de dados do governo federal; - autoriza o Executivo a criar o Sistema Integrado de Recuperação de Ativos (Sira), para facilitar a identificação de bens e devedores do governo federal, e agilizar a recuperação de créditos. Sistema será administrado pela PGFN; - criação de guichê único eletrônico único para exportadores e importadores por onde podem encaminhar documentos e informações para órgãos e entidades da administração pública federal; - estabelece como atribuição da assembleia geral deliberar, em caso empresas listadas na bolsa, sobre a venda de bens da empresa superiores a 50% dos ativos totais; - proibição ao acúmulo de funções de presidente/diretor-presidente e presidente do conselho de administração. A regra valerá para empresas listadas na bolsa e entrará em vigor após um ano. Segundo a proposta, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pode editar ato para criar exceções para companhias de menor porte. - estabelece um prazo de cinco dias para a autorização de conexão de eletricidade em via pública e aprovação tácita caso a autoridade não se manifeste. O objetivo da mudança é evitar atraso, já que hoje não há prazo para a emissão. Cadastro fiscal positivo Na Câmara, o relator da proposta, deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), incluiu alguns novos dispositivos na proposta, entre eles a possibilidade de o Executivo criar o Cadastro Fiscal Positivo para as empresas. O objetivo é reduzir a burocracia para os negócios que participam de licitações públicas. Hoje, as companhias têm que acessar vários sistemas para pedir certidões comprovando que estão funcionando regularmente e que não possuem débito em aberto com o governo, por exemplo. Com o Cadastro Fiscal Positivo, as informações seriam obtidas em um único sistema digital, de responsabilidade da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que pode estabelecer convênio com estados e municípios para compartilhar informações. "Com esse novo sistema, pretendemos desburocratizar a apresentação de documentos comprovando a regularidade fiscal de contribuintes, criamos incentivos para os bons pagadores e melhoramos a gestão de riscos no âmbito da PGFN”, afirmou o relator no seu parecer. Voto plural O relatório também traz o chamado “voto plural” para companhias fechadas e abertas - neste último caso, antes da negociação ações no mercado de capitais. A modalidade já existe em outros países, como nos Estados Unidos, mas não é autorizada no Brasil. No voto plural, é atribuído um peso maior a determinada classe de ações. Na proposta aprovada, o voto dos donos de uma empresa valerá dez vezes mais que os votos dos demais acionistas. O voto plural valerá por, no máximo, até sete anos, prorrogáveis se houver anuência dos demais acionistas. As empresas já listadas na bolsa não poderão aderir à nova regra.
Coronavírus no Paraná: Acompanhe as notícias do estado em relação à pandemia Veja a playlist com os vídeos exibidos nos telejornais da RPC. Confira a média móvel de mortes e casos de Covid-19 no estado do Paraná
O governo federal reagiu e afirmou que os documentos são falsos. E, em vez de investigar a denúncia, mandou investigar o servidor. CPI vai ouvir servidor que disse que avisou Bolsonaro sobre suspeitas no contrato da Covaxin A CPI da Covid avançou nas investigações sobre supostas irregularidades na compra da Covaxin e marcou para sexta-feira (25) o depoimento do servidor que disse que avisou pessoalmente o presidente Bolsonaro sobre suspeitas no contrato. O governo federal reagiu. Afirmou que os documentos são falsos e, em vez de investigar a denúncia, mandou investigar o servidor. Em março deste ano, Luís Ricardo Miranda prestou depoimento à procuradora Luciana Loureiro, do Ministério Público Federal em Brasília, que investiga o contrato do Ministério da Saúde com a Precisa Medicamentos para compra da vacina Covaxin - negócio de R$ 1,6 bilhão. Foi o único contrato do governo para compra de vacinas feito com um intermediário. Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos, deveria depor nesta quarta-feira (23) à CPI, mas os advogados alegaram que ele está em quarentena depois de uma viagem à Índia, e o depoimento foi adiado. Maximiano é sócio de uma outra empresa, a Global, que o Ministério Público Federal afirma que, “há pouco mais de três anos, entabulou contrato para venda de medicamentos ao Ministério da Saúde, mas não os entregou, causando prejuízos a centenas de pacientes dependentes de medicamentos de alto custo e prejuízo de mais de R$ 20 milhões ao erário, ao que consta ainda não ressarcidos”. Na investigação sobre a Covaxin, a procuradora Luciana Loureiro ressaltou o tempo recorde para a execução do contrato: três meses. Com a Pfizer, por exemplo, durou quase um ano. E o preço: cada dose saiu a R$ 80,70, valor quatro vezes maior que a vacina mais barata, a AstraZeneca, da Fiocruz. A procuradora considera que há indícios de crime e enviou a investigação para a área do Ministério Público Federal de combate ao crime e à improbidade administrativa. No depoimento, o servidor Luís Ricardo Miranda disse ao Ministério Público que sofreu pressão atípica de superiores de dentro do Ministério da Saúde para fechar o negócio. Ele citou como um desses superiores Alex Lial Marinho, que era coordenador-geral de Logística de Insumos Estratégicos para Saúde do ministério. No vídeo do depoimento, apenas a procuradora aparece. Procuradora: Queria saber se existe algum tipo de pressão que indique algum tipo de favorecimento para essa empresa em especial, essa Precisa? Luís Ricardo: Então, nesse caso, sim. É, Covaxin eu tenho recebido muita mensagem, de vários setores do ministério, secretaria-executiva, da própria coordenação na qual eu trabalho, e de outros setores, perguntando e o que falta para fazer essa importação. Inclusive sábado e domingo. E sexta, 11 horas da noite. A CPI aprovou a convocação de Lial Marinho e a quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático dele. Em entrevista publicada nesta quarta-feira pelo jornal O Globo, Luis Ricardo Miranda reforçou a denúncia e disse que avisou pessoalmente o presidente Jair Bolsonaro, no dia 20 de março deste ano, sobre as suspeitas na importação da vacina Covaxin. Luís Ricardo afirmou ter levado ao presidente "um material que comprovaria que, em um documento recebido por ele, houve um pedido de pagamento fora do contrato para importar três lotes com data próxima do vencimento". O servidor disse ainda que "caso esse recibo tivesse sido assinado, a empresa poderia cobrar um pagamento adiantado, o que a área técnica considerava indevido, no valor de US$ 45 milhões, equivalente a R$ 222,6 milhões". Luís Ricardo Miranda contou que apresentou toda a documentação, o contrato que foi assinado, as pressões que estavam acontecendo internamente no ministério, na casa do presidente, no Palácio da Alvorada. Conversou com ele, mostrou todas as documentações, as pressões, e que o presidente ficou de, após a reunião, falar com o chefe da Polícia Federal para investigar. Segundo Luís Ricardo, o presidente Bolsonaro "disse que realmente estava muito estranha a situação e que ia investigar”. O ex-diretor da Polícia Federal Rolando Alexandre de Souza disse ao jornal O Globo não se lembrar se o presidente Bolsonaro pediu a ele para investigar as suspeitas de corrupção no contrato com a Covaxin. O deputado Luís Miranda, do Democratas do Distrito Federal, irmão do servidor, esteve na terça-feira (22) com senadores da CPI. Ele disse que também avisou o presidente Jair Bolsonaro sobre as suspeitas de irregularidades na compra da Covaxin. O deputado Luís Miranda é investigado por estelionato no Distrito Federal, de acordo com a Polícia Civil. O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues, da Rede, lembrou que o presidente Bolsonaro intercedeu pessoalmente na negociação dessa vacina e ironizou a coincidência de datas entre o pedido de Bolsonaro para o primeiro-ministro indiano e a visita do dono da Precisa Medicamentos ao laboratório que produz a Coxavin. “Eu acho que foi tudo mera coincidência. Deve ter sido, senador Alessandro, tudo mera coincidência. A edição da MP no dia 6; a presença do representante da Precisa, dia 6 e dia 7, em Nova Delhi, na Índia; e o presidente da República ligar para o primeiro-ministro da Índia entre o dia 7 e o dia 8. Tudo isso ter acontecido no intervalo de três dias, senhor relator, eu acho que foi mera coincidência. Aliás, esta CPI tem que investigar se foi coincidência ou não”, disse. O presidente e o relator da Comissão ressaltaram a importância da investigação, especialmente sobre o envolvimento do presidente Jair Bolsonaro. O líder do governo, Fernando Bezerra, tentou blindar Bolsonaro e houve bate-boca. Renan: Não se trata de omissão, são ações deliberadas. Por isso que esta Comissão Parlamentar de Inquérito, por decisão do seu presidente, inverteu a agenda de sexta-feira, a antecipou para terça, para que nós possamos, na próxima sexta-feira, ouvir o diretor do ministério que cuidou especificamente dessa importação e de outras importações, que vai poder, nesta Comissão Parlamentar de inquérito, esclarecer muitos aspectos do enfrentamento à pandemia. Aziz: E o irmão se ofereceu para vir junto. Renan: E o irmão vem em solidariedade, porque o irmão levou o diretor a uma conversa com o presidente da República para adverti-lo do que significava essa operação. Não sabia ele que o próprio presidente da República estava diretamente envolvido, porque já tinha mandado mensagem, já tinha telefonado ao primeiro-ministro da Índia... Bezerra: Desculpe, senador. Isso já é uma ilação que vossa excelência está fazendo sobre o posicionamento do presidente da República. Renan: Não, não, não. Bezerra: Vossa excelência tem o direito de esclarecer todos os fatos. Em entrevista à GloboNews, o presidente da CPI, Omar Aziz, do PSD, afirmou que, se o presidente Bolsonaro sabia das irregularidades e não fez nada, ele cometeu crime. “Eu acabei de encaminhar um documento à Polícia Federal, ao diretor da Polícia Federal, pedindo informações pela CPI se foi pedido para abrir algum inquérito, alguma investigação, qualquer outra coisa, diligência, para saber desse encontro que ele teria tido com o presidente da República. Se o presidente, eu estou dizendo ‘se’ o presidente foi comunicado, ele prevaricou, correto? E a prevaricação do presidente é uma coisa muito grave’, disse Aziz. Bolsonaro determina que a PF investigue atividades dos dois irmãos No início da noite, em um pronunciamento no Palácio do Planalto, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, negou todas as suspeitas de irregularidade na contratação das vacinas da Covaxin. Ele estava acompanhado do ex-secretário executivo do Ministério da Saúde e atual assessor da Casa Civil, Élcio Franco. Onyx acusou os irmãos Luis Ricardo Miranda e Luis Miranda de calúnia e má-fé, e disse que o presidente Jair Bolsonaro determinou que a Polícia Federal investigue as atividades dos dois, e não as irregularidades do contrato. Além disso, o ministro disse que Bolsonaro determinou que a Controladoria-Geral da União abra um processo administrativo para apurar a conduta de Luís Ricardo Miranda, que é servidor de carreira. Onyx disse ainda que o governo vai pedir que a Procuradoria-Geral da República abra uma investigação contra Luis Ricardo e o deputado Luis Miranda por denunciação caluniosa e por fraude processual. Os jornalistas que acompanharam a fala não puderam fazer perguntas. “Sobre as acusações assacadas contra o presidente da República, quero dizer três coisas importantes. Não houve favorecimento a ninguém, porque esta é a prática desse governo. Não favorecer ninguém. Segundo, não houve sobrepreço. Tem gente que não sabe fazer conta. O governo tomará medidas, a começar: o senhor presidente da República determinou ao ministro-chefe da Casa Civil que a Polícia Federal abra uma investigação sobre as declarações do deputado Luís Miranda, sobre as atividades do seu irmão, servidor público do Ministério da Saúde e sobre todas estas circunstâncias expostas no dia de hoje. Iremos solicitar um procedimento administrativo disciplinar junto à CGU para investigar a conduta do servidor. Nós também vamos, junto à PGR, pedir a abertura de investigação do deputado Luís Miranda e do servidor Luís Ricardo Miranda, baseado no artigo 339 do Código Penal, denunciação caluniosa, do artigo 347, fraude processual. Além disso, será investigado o servidor por prevaricação”, disse Onyx. Cúpula da CPI reage às ameaças do governo Diante da troca de acusações, cabe agora ao servidor Luís Ricardo e ao deputado Luís Miranda provarem as denúncias feitas ao Ministério Público e ao jornal O Globo. E ao governo provar que as informações e documentos apresentados por eles são falsos. A cúpula da CPI reagiu fortemente às ameaças do governo e disse que é uma clara tentativa de interferência e coação. Em entrevista à GloboNews, o senador Randolfe disse que o governo tenta criar uma cortina de fumaça para desviar o foco da investigação e criticou a atitude: “A resposta do governo é investigar quem denunciou.” Também à GloboNews, Renan Calheiros acusou Onyx Lorenzoni de tentar intimidar testemunhas e interferir em investigação de outro poder. O relator disse que a CPI vai convocar Onyx para depor. “Nós temos que levar isso adiante, sem aceitar de forma nenhuma qualquer tipo de coação, de intimidação. Isso verdadeiramente não pode acontecer, de modo que mais uma vez eu queria deixar claro para o Brasil e para a comissão parlamentar de inquérito também que nós não aceitamos a coação do secretário-geral da Presidência da República. Vamos convocá-lo imediatamente e desde logo adiantamos que se continuarem as ameaças, as intimidações, a coação à testemunha, a tentativa de interferir na investigação, nós vamos requisitar a prisão do secretário-geral da Presidência da República, para preservar a necessidade e levarmos adiante a investigação e, com isso, darmos as respostas que o povo brasileiro cobra de todos nós”, afirmou Renan.

Segundo testemunhas, suspeitos que estavam em outro automóvel se aproximaram do carro onde estava a vítima e realizaram vários disparos de arma de fogo Vítima estava no banco do passageiro do veículo localizado no Bairro Capuan, em Caucaia Rafaela Duarte Um homem foi encontrado morto com marcas de tiros no banco de passageiro de um carro abandonado na noite desta quarta-feira (23) em uma rua do Bairro Capuan, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. O motorista do veículo não foi localizado. Segundo testemunhas, suspeitos que estavam em outro automóvel se aproximaram do carro onde estava a vítima e realizaram vários disparos de arma de fogo contra ela, fugindo em seguida. A polícia suspeita que o homem seja envolvido com uma organização criminosa da região e teria sido morto por rivais. O crime vai ser investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). As polícias Civil e Militar realizam buscas na área para tentar capturar os autores do crime e localizar o motorista que estava com a vítima no veículo.
Saiba quem é o advogado que vê o racismo diariamente e conheça a história da mãe que venceu o preconceito ao ver a filha se tornar um filho. Globo Repórter mostra as batalhas de quem convive com o preconceito Na próxima sexta (25), o Globo Repórter vai mostrar histórias de pessoas que convivem com o preconceito. Como a blogueira Nathaly. A origem, as dificuldades, os problemas que muitos escondem são a matéria-prima dela nas redes sociais. Marcos Vinícius, advogado há 18 anos, vê o racismo diariamente. A reação de uma autista que encontrou acolhimento e compreensão. De tanto preconceito que sofria, Rosely passou a acreditar que era incapaz. O programa vai mostrar como ela conquistou seu espaço. Transição de gênero: conheça a história da mãe que venceu o preconceito ao ver a filha se tornar um filho. Dona Maria Imaculada nunca cogitou abandonar a pessoa que ela deu à luz. Sandro já era babalorixá, um sacerdote de cultos de matriz africana, quando Márcia decidiu se tornar evangélica. No início, houve preconceito de todo lado. A maioria achou que o casamento deles não tinha como durar. Essas e outras histórias você vê na sexta-feira (25), depois da novela “Império”.

Pelo menos três fogueiras acesas foram flagradas no Bairro São José. Mesmo proibidas, fogueira são acesas em Juazeiro do Norte Mesmo com a proibição que impede que fogueiras sejam acesas durante o período junino, uma fiscalização realizada na cidade de Juazeiro do Norte, no interior do Ceará, na noite desta quarta-feira (23), flagrou, pelo menos, três fogueiras acessas no Bairro São José. Juazeiro do Norte e Barbalha, no Sul do Ceará, proíbem fogueiras no período junino devido à pandemia "Todas as denúncias recebidas na cidade foram apuradas, e no Bairro São José flagramos de três a cinco fogueiras acesas, o que descumpre a proibição prevista no decreto. Conversamos com as pessoas e o fogo foi apagado pelos próprios populares. Até o momento não houve condução a delegacia", afirma o superintendente geral da Autarquia Municipal de Juazeiro do Norte (Amaju), Eraldo Oliveira. O trabalho de fiscalização envolve Guarda Civil Metropolitana, Autarquia de Meio Ambiente de Juazeiro, Polícia Militar e demais órgãos competentes. Conforme Eraldo, apesar dos flagrantes, o número de fogueiras na cidade é bem inferior em comparação ao ano passado. "Até às 21h45 desta quarta-feira posso dizer que 95% da cidade está sem fogueira. A população está consciente e colaborando com a gente", disse o superintendente. Proibição O trabalho de fiscalização em Juazeiro do Norte envolve Guarda Civil Metropolitana, Autarquia de Meio Ambiente de Juazeiro, Polícia Militar e demais órgãos competentes. Reprodução/TV Verdes Mares A medida, que também vale para o município de Barbalha, proíbe comercializar, fazer ou acender fogueiras em locais públicos e privados. A Procuradoria Geral de Juazeiro do Norte emitiu decreto com a proibição, publicado em Diário Oficial na terça-feira (22) e permanecerá em vigor durante todo o período do decreto que trata de medidas sanitárias e preventivas contra a Covid-19. O decreto destaca o risco de agravo das infecções em pessoas acometidas pela doença, por conta da fumaça gerada pelas fogueiras. Na mesma publicação, a Procuradoria Municipal alerta para a manutenção de medidas sanitárias, de distanciamento, uso de máscaras e de álcool gel, bem como proibição de aglomerações de qualquer natureza. Em Juazeiro do Norte, prefeitura alerta para a manutenção de medidas sanitárias como a proibição de aglomerações de qualquer natureza. Reprodução/TV Verdes Mares Feira de fogos no formato drive-thru Começou nesta terça-feira, a tradicional feira de fogos de artifício para o período junino. As atividades serão realizadas em formato drive-thru, evitando, assim, que aglomerações. A feira acontece no Parque Ecológico das Timbaúbas, de 10h às 17h30. A decisão foi tomada em conjunto entre Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos (Semasp), Ministério Público do Ceará (MPCE) e representantes da associação dos feirantes. O objetivo é garantir segurança sanitária dos consumidores e comerciantes. Barbalha e Crato Já no município de Barbalha, a prefeitura também proibiu a comercialização dos fogos de artifício como também acender as fogueiras. Segundo o órgão, uma operação que reúne o Departamento Municipal de Trânsito (Demutran), Autarquia do Meio Ambiente e Vigilância Sanitária iniciam às 16h, desta quarta-feira, uma fiscalização para coibir as fogueiras como também o uso dos fogos de artifício pela população. A fiscalização vai até o próximo dia 30 de junho. No Crato, a prefeitura recomenda à população a não organizar fogueiras e soltar fogos de artifício. A prefeitura informou que na tarde desta quarta-feira haverá um trabalho de conscientização sobre a recomendação para a população. Juazeiro do Norte e Barbalha proibiram fogueiras durante o período junino. Reprodução/TV Verdes Mares Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 Minuto

CPI suspeita que assessor do Planalto integre 'gabinete paralelo'; depoimento não tem data marcada. Pela decisão, Martins tem 'dever legal' de falar sobre 'objeto' da CPI. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quarta-feira (23) Filipe Martins, assessor especial da Presidência, a ficar em silêncio na CPI da Covid para não produzir provas contra si. Moraes estabeleceu, no entanto, que Martins tem o "dever legal" de "manifestar-se sobre os fatos e acontecimentos relacionados ao objeto da CPI", isto é, ações e omissões do governo na pandemia, e "ligados ao exercício da sua função pública". O depoimento de Filipe Martins à CPI estava previsto para esta quinta (24), mas foi adiado e ainda não tem data definida. Integrantes da comissão suspeitam que ele integre o suposto "gabinete paralelo" de assessoramento ao presidente Jair Bolsonaro em assuntos relacionados à pandemia. Em depoimento à CPI, o presidente da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, disse que Filipe Martins participou de uma reunião sobre vacinas comandada pelo ex-secretário de Comunicação do governo Fabio Wajngarten. Martins teve os sigilos telefônico e telemático quebrados pela CPI. A defesa do assessor do Palácio do Planalto havia pedido ao STF que ele pudesse ser ouvido na condição de investigado, ficando desobrigado de responder perguntas que produzam provas contra si. Martins foi chamado inicialmente como testemunha, condição na qual tem que responder as perguntas e falar a verdade. Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal Reprodução/TV Globo A decisão de Moraes Ao analisar o pedido da defesa de Filipe Martins, Moraes também decidiu: o assessor da Presidência não pode ser questionado sobre a ação penal à qual responde na Justiça Federal por gesto racista em audiência no Senado; Filipe Martins pode ser acompanhado por advogados durante o depoimento. O pedido da defesa No pedido enviado ao Supremo, a defesa argumentou que há "potencial direto" de as declarações de Filipe Martins repercutirem negativamente. "Há notícia de ajuizamento de diversas ações administrativas, cíveis e penais contra indivíduos depoentes em decorrência de supostos atos praticados no contexto de gestão da pandemia, o que pode fazer com que o que [Martins] venha a dizer na CPI, conquanto não diretamente relacionado à apuração, possa afetá-lo em outros procedimentos ainda a ser instaurados", argumentaram.

Motoristas e cobradores do transporte público estão na vez da imunização. Veja os locais de vacinação. Belém vacina profissionais da saúde, forças de segurança e ribeirinhos com comorbidades. Divulgação/Sesapi Em Belém, a vacinação contra Covid-19 nesta quinta-feira (23) é para a categoria de rodoviários, incluindo motoristas e cobradores. O grupo segue sendo imunizado até dia 26 de junho. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), o nome das pessoas que serão vacinadas foram repassados por lideranças dos grupos e categorias. A partir desta listagem, a Sesma definiu o número de doses destinada a cada grupo. A meta era vacinar 6 mil pessoas na quarta, sendo de 3 mil a 3.500 rodoviários, 2.200 portuários, 870 profissionais das forças de segurança, incluindo profissionais que atuam na Fasepa, Seap e Guarda Municipal de Belém, e 670 quilombolas. Além disso, 630 moradores do Combu, incluindo aqueles que têm entre 40 a 49 anos, grávidas e puérperas, estão sendo vacinados. Na Funpapa, são 50 profissionais imunizados, e 251 profissionais que atuam no Porto Dias para receber 2° dose de imunizante. Locais de vacinação por categoria Rodoviários de Belém Centro de Formação da categoria, travessa Vileta, 2231. Instituto Altair Brandão, avenida José Bonifácio, 2626 A vacinação dos rodoviários vai ocorrer entre os dias 23 e 26 de junho Demais grupos Serão vacinados nos respectivos locais de trabalho Vacinação contra a Covid-19 no PA: perguntas e respostas

Irão receber a segunda dose do imunizante pessoas que receberam a primeira aplicação até o dia 30 de abril. Sobral realiza mutirão nesta quinta-feira (24) para aplicação da segunda dose da vacina AstraZeneca. Dinuka Liyanawatte/Reuters A prefeitura de Sobral, no Ceará, realiza nesta quinta-feira (24) um mutirão para aplicação da segunda dose da vacina AstraZeneca em todas as pessoas que receberam a primeira aplicação até o dia 30 de abril. A ação acontece das 8h às 12h e das 13h às 16h. Mortes e casos de Covid-19 nas cidades do Ceará Veja passo a passo do cadastro de vacinação contra Covid-19 na plataforma Saúde Digital Em todos os 37 pontos de vacinação, da sede e dos distritos, será feita a aplicação, exclusivamente, da segunda dose do imunizante. No ato da vacinação, é necessário estar portando um documento com foto e o cartão de vacinação. Conforme a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Sobral, cerca de 4.500 pessoas são aguardadas para completar a imunização. A pasta alerta que a segunda dose é essencial para a imunização completa e proteção contra a Covid-19. Mutirão em Fortaleza Fortaleza terá repescagem com o imunizante CoronaVac nesta quinta-feira (24) e sexta-feira (25) para quem faltou a data de vacinação contra a Covid-19 ou que ultrapassou a data limite que consta no cartão de vacinação. A imunização vai acontecer das 9h às 17h, nos quatro Cucas (Mondubim, Barra do Ceará, Jangurussu e José Walter) e no Sesi Parangaba. A capital está vacinando, na fase atual, a população em geral por faixa etária, além de gestantes e puérperas. Até o momento, 947.901 pessoas já receberam pelo menos a primeira dose da vacina. A Prefeitura de Fortaleza informa que o público que recebeu a primeira dose da CoronaVac em casa e tem possibilidade de comparecer aos locais de vacinação, que não deixe de ir. No ato da vacinação, é necessário estar portando o comprovante do agendamento, RG, CPF, comprovante de residência e o cartão de vacinação. Segunda dose da AstraZeneca A Prefeitura de Fortaleza orienta a população que tomou a vacina AstraZeneca e não foi agendada para a segunda dose, a procurar qualquer ponto de vacinação, portando os documentos necessários, além do cartão de vacinação, para completar a imunização. Assista às notícias do Ceará no G1 em 1 Minuto

Entre as vítimas, estariam crianças, segundo fontes ouvidas por agências de notícias. Região de Tigray vive intensos conflitos desde o ano passado. Vítima de ataque em Tigray, na Etiópia, é atendida em Meleke nesta quarta-feira (23) AP Photo Um ataque aéreo a um mercado na região de Tigray, norte da Etiópia, matou 51 pessoas, informaram médicos da região nesta quarta-feira (23). Segundo esses profissionais, soldados tentaram impedir a passagem de insumos e reforços para atender os feridos da ofensiva, ocorrida na noite de terça. Fontes disseram a agências internacionais que um avião jogou uma bomba no mercado de Togoga. De acordo com autoridades médicas ouvidas pela Associated Press, mais de 100 pessoas estão feridas, metade delas com gravidade. Além disso, 33 pessoas estão desaparecidas, segundo as mesmas fontes. Um dos casos relatados pela Associated Press é o de um bebê que morreu após a ambulância que o levava após o ataque ficar retida em uma rodovia bloqueada por militares, a cerca de 60 km do local do ataque. Mapa mostra a região de Tigray, no norte da Etiópia G1 Estima-se que centenas de pessoas tenham morrido desde início das hostilidades em Tigray, em novembro. Agências de ajuda humanitária dizem que 350 mil pessoas passam fome na região. O ataque ocorre na semana em que a Etiópia passou por eleições parlamentares e regionais, com denúncias de obstruções a observadores locais. Veja no VÍDEO abaixo. VÍDEO: Etiópia tem primeira eleição livre após décadas de repressão Crise no Tigray O conflito na região se intensificou em novembro do ano passado, quando o primeiro-ministro etíope, Abiy Ahmed Ali, anunciou ataques contra a Frente de Libertação Popular do Tigray (TPFL). Abiy Ahmed afirma que sua operação militar é uma resposta aos ataques a dois campos militares federais pela TPLF, que no passado dominou a política etíope e que afirma ter sido marginalizada e atacada pelo primeiro-ministro. A TPLF nega ter realizado esses ataques. As tensões entre Abiy e a TPLF aumentaram em setembro, quando, depois que as eleições nacionais foram suspensas devido ao coronavírus, a região deu início às suas próprias eleições, insistindo que Abiy era um líder ilegítimo. VEJA TAMBÉM: 5 pontos para entender por que a Etiópia está à beira de uma guerra civil Mais de 50 mil pessoas fogem da Etiópia por causa de conflito armado Os confrontos preocupam entidades internacionais pela violência: a Anistia Internacional denuncia massacres de civis com uso de facas. O governo tem dito que está perto de derrotar os militantes em Tigray. No entanto, forças leais à TPLF anunciaram recentemente novas ofensivas e declararam vitória, por sua vez.
A Globo, a Coca-Cola e a agência WMcCann ganharam o prêmio na categoria Entretenimento. O especial conta a história de um Papai Noel negro. Especial de Natal ‘Juntos a Magia Acontece’ ganha Leão de Ouro em Cannes A Globo, a Coca-Cola e a agência WMcCann ganharam nesta quarta-feira (23) o Leão de Ouro, na categoria Entretenimento, no Festival de Cannes, o principal prêmio do mercado publicitário do mundo. A conquista veio com o especial de Natal “Juntos a Magia Acontece”, que conta a história de um Papai Noel negro. O especial foi ao ar no Natal de 2019 e conta a história de uma família Santos, com elenco formado majoritariamente por atores negros. Milton Gonçalves interpreta seu Orlando, casado com Neusa, vivida por Zezé Motta. Deprimido pela morte repentina da mulher, em pleno mês de dezembro, ele se candidata a uma vaga de Papai Noel num shopping, mas é recusado. Mas a netinha, Letícia, interpretada por Gabriely Mota, bola um plano: propõe ao avô que saia distribuindo presentes para a vizinhança, nas vésperas do Natal. E toda a família Santos apoia a ideia. “Juntos a Magia Acontece” foi concebido e produzido pela Globo. O especial foi criado e escrito por Cleissa Regina Martins, com supervisão de texto de George Moura e direção artística de Maria de Médicis.

Ideia é que entidades dos setores públicos e privados se tornem centros de cadastramento para vacinação da população do estado. Entidades públicas e privadas se reuniram na Assembleia Legislativa do Ceará para discutir medidas contra o coronavírus. Divulgação/Assembleia Legislativa A Assembleia Legislativa do Ceará se reuniu nesta quarta-feira (23) com 14 entidades dos setores público e privado para discutir medidas de combate à Covid-19 no estado. Durante a reunião, as entidades de dispuseram a oferecer suas instalações para serem usadas como centro de cadastramento da população. Fortaleza terá repescagem para quem perdeu a 2ª dose da CoronaVac nesta quinta e sexta-feira Sanfoneiro recebe vacina contra Covid-19 e faz apresentação em ponto de vacinação no Ceará De acordo com o presidente da Assembleia, o deputado estadual Evandro Leitão (PDT), as discussões foram no sentido de mobilizar as entidades para alavancar a campanha de vacinação no Ceará. "Discutimos alguns encaminhamentos no sentido de que a nossa população possa se vacinar cada vez mais. Todas essas entidades disponibilizaram suas estruturas, seus equipamentos para que a população possa ter acesso e possa estar realizando o quanto antes o cadastramento. Como também dar as orientações necessárias", afirmou. Participaram do encontro a Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece), o Ministério Público Estadual (MPCE), o Tribunal de Contas do Estado, a Defensoria Pública do Ceará, a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), dentre outras entidades. Ao anunciar o último decreto de reabertura econômica, na sexta-feira (18) o governador Camilo Santana comentou sobre a reunião. Segundo ele, com o avanço da vacinação no estado, será possível continuar o processo de retomada da economia no estado. "O objetivo é que todos estejamos cada vez mais unidos, de forma com que esse processo de retomada da nossa economia, tão importante para o crescimento do Ceará e para a preservação dos empregos dos cearenses, continue tendo êxito", disse.

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Natasha Ferreira (PSOL) ficará sete dias no cargo, no período de licença de Roberto Robaina, do mesmo partido. Ela pretende falar sobre políticas públicas para LGBTs, entre outros temas. Natasha Ferreira assumirá temporariamente a vaga de Roberto Robaina, ambos do PSOL Ederson Nunes/CMPA A vereadora suplente Natasha Ferreira (PSOL) tomou posse nesta quarta-feira (23) na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. No período de licença solicitado por Roberto Robaina, do mesmo partido, Natasha, que é mulher trans, ocupará a cadeira dele e integrará a Comissão de Urbanização, Transportes e Habitação. Ela fica no cargo até a próxima terça-feira (29). Segundo Natasha, "não é fácil para uma mulher travesti no Brasil, que tem uma expectativa de vida de 35 anos, chegar numa casa legislativa". Ao G1, ela disse que, para os sete dias de mandato, pretende falar sobre representatividade, entre outros temas. "A gente quer apresentar alguns projetos que visam políticas públicas voltadas para a população LGBT, especialmente com recorte das pessoas travestis e trans. Eu acho que as cotas, por mais que gerem polêmica, são fundamentais. A meritocracia, o estado brasileiro vem fomentando enquanto debate, mas de fato ela não existe, porque a gente não tem as mesmas oportunidades", destaca. Além disso, ela pretende contribuir para discussões sobre outros temas. "Eu sou uma defensora do funcionalismo público. Vou me colocar a serviço das lutas, de defender a Carris, defender o transporte público da cidade, que seja mais humanizado e barateado", defende Natasha. Nas eleições de 2020, Natasha Ferreira recebeu 2.011 votos e ficou com 0,32% dos votos válidos. Ela é a segunda mulher trans a ocupar uma vaga no Legislativo Municipal, depois de Luísa Stern, que assumiu uma das vagas por três dias, em 2018, pelo PT. "Sou a única nesse momento, mas não serei a última a estar aqui. Sou uma travesti de esquerda, que tem lado, que é o lado do povo", diz Natasha. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Salles é investigado como suspeito de envolvimento na exportação ilegal de madeira. No lugar dele, entra Joaquim Alvaro Pereira Leite, que estava à frente da Secretaria da Amazônia e Serviços Ambientais. Ricardo Salles cai do Ministério do Meio Ambiente Uma edição extraordinária do Diário Oficial da União anunciou, na tarde desta quarta-feira (23), a queda do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Numa gestão tumultuada, com atos e declarações de enfrentamento a ambientalistas, ele deixa o cargo na condição de investigado, sob suspeita de envolvimento na exportação ilegal de madeira. A demissão saiu no Diário Oficial no fim da tarde. Em seguida, Ricardo Salles falou no Palácio do Planalto sobre sua gestão no Ministério do Meio Ambiente. “Experimentamos, ao longo desses dois anos e meio, muitas contestações sobre as medidas que foram tomadas, ou medidas que foram planejadas, uma tentativa de dar a essas medidas um caráter de desrespeito à legislação ou desrespeito a Constituição, o que não é absolutamente verdade. Nós sabemos que diversas dessas medidas são importantes, são necessárias”, disse Salles. Oficialmente, a demissão foi “a pedido”. Mas a situação dele à frente do Ministério do Meio Ambiente se tornou muito frágil após as investigações que passou a enfrentar no Supremo Tribunal Federal, mais recentemente. E, antes disso, já vinha se deteriorando com sua política ambiental de impactos negativos internacionais para o Brasil. Na terça-feira (22), na cerimônia de lançamento do Plano Safra, Salles recebeu elogios do presidente Jair Bolsonaro, que também falou sobre a herança de cargos como o que Salles ocupava. “O casamento da Agricultura com o Meio Ambiente foi um casamento quase que perfeito. Parabéns a Ricardo Salles. Não é fácil ocupar o seu ministério. Por vezes, a herança fica apenas uma penca de processos”, elogiou Bolsonaro. No cargo desde o início do governo Bolsonaro, Ricardo Salles era um dos ministros mais alinhados ao presidente. Mas ambientalistas de dentro e fora do governo o acusaram de atuar contra a fiscalização e a proteção ambiental. Quando as queimadas detectadas pelo Inpe chamaram a atenção do mundo em 2019, primeiro ano do governo Bolsonaro, Salles criticou a imprensa e as ONGs que atuam na Amazônia, e disse que os dados de desmatamento eram sensacionalistas. “Não foi o Inpe que fez essas interpretações sensacionalistas e midiáticas. Foram feitas por aqueles que manipulam para criar factoides, para criar impacto na imprensa e, quem sabe, conseguir mais doações das ONGs estrangeiras para os seus projetos pessoais”, afirmou na ocasião. Na mesma época, Ricardo Salles quis mudar as regras de uso do dinheiro do Fundo Amazônia, criado com doações de países como a Noruega, e que tem mais de US$ 1 bilhão para financiar ações de combate à destruição da floresta. Os países não aceitaram as mudanças propostas por Salles, e o fundo está paralisado nesse impasse até hoje, sem financiar nenhum novo projeto desde 2019. Em maio de 2020, foi possível ver como Salles agia nos bastidores do governo, após o então ministro do STF Celso de Mello divulgar a gravação da reunião ministerial - que faz parte das investigações sobre a tentativa de interferência política de Bolsonaro na Polícia Federal. "Então, para isso, precisa ter um esforço nosso aqui enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só fala de Covid, e ir passando a boiada, mudando todo o regramento e simplificando normas. Vai ter um monte de coisa que é só parecer, caneta, parecer, caneta. Sem parecer também não tem caneta, porque dar canetada sem parecer é cana”, disse Salles na reunião. Em junho de 2020, investidores internacionais manifestaram a embaixadas do Brasil preocupação com o desmatamento. Um grupo de investidores, que representa 29 grandes fundos internacionais de investimento, citou declarações de Salles como motivo de preocupação. Em setembro de 2020, em uma reunião presidida por Salles, o Conselho Nacional do Meio Ambiente, o Conama, derrubou quatro resoluções que tratavam de preservação ambiental. Entre elas, duas que impediam o desmatamento e a ocupação em área de vegetação nativa, como restingas e manguezais. Salles também criou um grupo de trabalho - sem a participação da sociedade civil - para estudar uma possível fusão entre Ibama e ICMBio, o que os fiscais dizem que não vai melhorar a fiscalização ambiental, pelo contrário. O Supremo teve que agir para restabelecer as medidas de proteção ambiental. Os especialistas também apontam baixos investimentos. No fim do ano, o Ibama chegou a suspender operações de combate a incêndios florestais por falta de verbas. Na gestão de Salles, a Amazônia teve seu maior desmatamento desde 2008. Segundo dados do Inpe, em um ano, entre agosto de 2019 e julho de 2020, a devastação cresceu 9,5%. A área desmatada chegou a 11 mil km². Recentemente, o Ibama editou uma portaria com novas regras que tiraram a autonomia dos fiscais em campo, o que levou servidores a pedir demissão. Salles também protagonizou uma briga pública com o delegado Alexandre Saraiva, que era superintendente da Polícia Federal no Amazonas, por causa da operação Handroanthus, que levou a maior apreensão de madeira da história, no fim do ano passado. A pedido dos madeireiros, Salles foi ao local da apreensão no Pará e defendeu a liberação da madeira apreendida: mais de 220 mil metros cúbicos com valor estimado em R$ 130 milhões. O delegado, então, apresentou uma notícia-crime ao Supremo, acusando Ricardo Salles de criar obstáculos a uma investigação federal e de defender o interesse privado de madeireiros ilegais. “Não é todo dia que um superintendente faz isso. Mas também não é todo dia que um ministro de uma outra pasta se arvora a promover a defesa de infratores ambientais”, determinou o delegado. Depois do episódio, o delegado, que era superintende da PF no Amazonas, perdeu o cargo. Em maio, Salles foi alvo de buscas da Polícia Federal na operação Akuanduba, que investiga exportação ilegal de madeira. A Polícia Federal suspeita de movimentações financeiras atípicas, como a de R$ 1,7 milhão, envolvendo o escritório de advocacia do qual o ministro do Meio Ambiente é sócio junto com a mãe. Os mandados foram autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes. O ministro do STF também quebrou os sigilos bancário e fiscal de Salles, após a investigação encontrar indícios de operação fora do padrão e de volume expressivo pelo escritório quando Salles já comandava o ministério. Nessa investigação, Salles entregou o celular para a PF 19 dias após a operação. A TV Globo apurou que, a pedido da Polícia Federal, o ministro Alexandre de Moraes determinou que o aparelho entregue pelo ex-ministro seja enviado para os Estados Unidos. O celular é considerado peça chave nos desdobramentos dessa investigação. O objetivo é que ele seja periciado e que a polícia tenha acesso aos dados. Com a quebra do sigilo e o iminente acesso às mensagens de celular de Salles, investigadores afirmam que fechou-se o cerco a possíveis atividades ilegais do ex-ministro. O ministro Alexandre de Moraes também pediu ao Ministério do Meio Ambiente a entrega imediata de aparelhos celulares que tenham sido ou estejam sendo utilizados por Salles. A investigação já começou a receber as quebras de sigilo do ex-ministro e de sua mãe e sócia do escritório de advocacia, com informações sobre as transações bancárias dos dois. Além desse caso, Salles é alvo de inquérito no Supremo, autorizado pela ministra Cármen Lúcia, neste mês. A investigação apura a suspeita de que Salles agiu para atrapalhar as investigações da Polícia Federal na operação Handoranthus. No lugar de Salles entra Joaquim Alvaro Pereira Leite, que estava à frente Secretaria da Amazônia e Serviços Ambientais. Antes desse cargo, ele foi conselheiro da Sociedade Rural Brasileira, uma das organizações que representam o setor agropecuário no país.
Houve reforço na segurança ao redor da Câmara. A manifestação não teve confrontos, diferentemente da de terça (22), quando pelo menos seis pessoas ficaram feridas. CCJ da Câmara aprova texto-base do projeto que restringe a demarcação de terras indígenas A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou o texto-base do projeto que restringe a demarcação de terras indígenas e que foi alvo de protestos na terça (22) e nesta quarta (23) em Brasília. Houve reforço na segurança ao redor da Câmara e, novamente, centenas de indígenas se concentraram do lado de fora. Desta vez não houve confrontos, bem diferente de terça-feira (22), quando a polícia atirou bombas de efeito mora contra os manifestantes, que revidaram com flechadas. Pelo menos seis pessoas ficaram feridas. Todos já receberam alta e passam bem. Os indígenas queriam impedir a votação de um projeto de lei que mexe com a demarcação de terras. Hoje, ela é feita pela Funai, por meio de um detalhado processo administrativo e dispensa comprovação de posse da área em data específica. O projeto que está na Câmara diz que só serão consideradas terras indígenas as que já estavam ocupadas na data da promulgação da Constituição. O que veio depois disso, terá que ter comprovante de posse. O texto também flexibiliza o uso das terras, inclusive para exploração econômica. O projeto estava parado há 12 anos na Câmara, mas voltou agora à pauta da Comissão de Constituição e Justiça, com apoio da bancada ruralista e da base aliada do governo Bolsonaro. A discussão se estendeu por quase oito horas. A deputada indígena Joênia Wapichana, da Rede, classificou a proposta como um retrocesso. “É o projeto que vai colocar a imagem do Brasil mais negativa do que está. É o projeto que atinge os povos indígenas, povos originários deste país, povos que têm na Constituição essa garantia, garantia da vida, da cultura”, disse. Os deputados favoráveis ao projeto defenderam a flexibilização do uso das terras indígenas. “Como se aqui de Brasília nós tivéssemos mais capacidade de decidir as atividades que podem ou que não podem ser exploradas pelos indígenas do que eles mesmos na ponta”, afirmou Kim Kataguiri (DEM-SP). A oposição usou todos os recursos regimentais, mas o governo tinha maioria, e o texto base do projeto foi aprovado com 40 votos contra 21. A CCJ ainda analisa na quinta-feira (24) os destaques, emendas ao texto que podem alterar o conteúdo da proposta. Depois disso, o projeto tem que passar pelo plenário da Câmara e, então, segue para o Senado.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se irritou ao ser questionado sobre a compra da vacina indiana. Documentos mostram que o governo empenhou o valor total para compra da Covaxin Documentos oficiais mostram que o governo federal já empenhou o valor total do contrato para compra da Covaxin. Empenhar, na linguagem administrativa, significa que o dinheiro está reservado e não pode ser gasto com outra coisa. Desde o início da semana, o contrato do governo com a Precisa Medicamentos para compra da Covaxin está no centro das atenções da CPI. O Ministério da Saúde vem repetindo que o governo federal ainda não efetuou o pagamento, como forma de tentar atenuar as suspeitas. Nesta quarta-feira (23), o ministro Marcelo Queiroga foi questionado sobre a compra. Queiroga: Não, nenhuma dose. Nenhuma dose. Repórter: Mas vai comprar? Queiroga: Todas as vacinas que têm registro definitivo na Anvisa ou emergencial, o ministério considera para aquisições. Repórter: Os senhores vão comprar a Covaxin com esse preço que está sendo questionado? Queiroga: Eu falei em que idioma? Eu falei em português, não é? Então, não foi comprado uma dose se se quer da vacina Covaxin. Repórter: Eu questionei se os senhores vão... Repórter: Ele está perguntando de futuro, existe a possibilidade. Queiroga: Futuro é futuro. No início de junho, a Anvisa aprovou um pedido de importação excepcional da Covaxin feito pelo governo, mas ainda não deu aval para uso da vacina no Brasil. O próprio governo federal divulgou a assinatura do contrato de compra da Covaxin. Em 19 de fevereiro, o Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial a dispensa de licitação que permitiu a compra. Três dias depois, R$ 1,6 bilhão foram empenhados para a compra, ou seja, foram reservados pelo governo para a despesa e não podem ser gastos com outra vacina nem com outro medicamento. E no dia 26, o extrato do contrato foi assinado e publicado no Diário Oficial, com previsão de chegada das primeiras doses em maio. Nenhuma dose da Covaxin chegou até agora e o governo não fez nenhum pagamento. Mas, segundo o Tribunal de Contas da União, isso não diminui as suspeitas de irregularidades sobre o contrato. Em um relatório preliminar divulgado nesta quarta, o tribunal destaca que a compra da Covaxin foi a única que não foi feita diretamente com o fabricante. O relatório diz: “Não consta do processo administrativo a existência de qualquer menção ou análise acerca das investigações pretéritas que envolveram a contratada e se tal fato foi considerado na avaliação dos riscos associados ao contrato”. O documento também ressalta o preço de cada dose, o valor mais caro assumido pelo governo federal: “Não consta dos autos do processo administrativo nenhum documento que evidencie qualquer tentativa de negociação do preço proposto pela empresa, ou busca por eventuais preços internacionais da vacina, em eventuais vendas para outros países”. Para o ministro corregedor do TCU, Bruno Dantas, o contrato tem muitos pontos que precisam ser esclarecidos. “O tema tem recebido no tribunal a prioridade que merece. Trata-se de um assunto que precisa ser esclarecido, e não vai aqui qualquer pré-julgamento, mas as questões nebulosas que cercam esse contrato precisam ser esclarecidas”, afirmou. A Precisa Medicamentos disse que as tratativas com o Ministério da Saúde seguiram caminhos formais e transparentes; que o preço da dose da Covaxin foi o mesmo praticado em outros 13 países; e que está à disposição da CPI para esclarecimentos. Nesta quarta (23), a CPI também aprovou a convocação de representantes do Google, do Twitter e do Facebook para explicarem por que mantêm postagens do presidente Jair Bolsonaro contrárias às evidências científicas. A CPI também pediu ao Tribunal de Contas da União que apure quanto custaram para os cofres públicos as participações do presidente em manifestações de motociclistas.

Região totaliza 147.794 confirmações e 5.904 óbitos causados pelo novo coronavírus desde o início da pandemia. Baixada Santista registra 623 novos casos e 31 mortes por Covid-19 em 24h Mister Shadow/Estadão Conteúdo A Baixada Santista, no litoral paulista, registrou 623 novos casos de Covid-19 nesta quarta-feira (23). De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas prefeituras, a região ainda somou 31 mortes causadas pela doença no período de 24 horas. A região soma 147.794 confirmações e 5.904 mortes causadas pela Covid-19. Ao todo, há 4.659 casos suspeitos, 254 óbitos sob investigação e 126.986 pacientes recuperados. O número de pacientes internados com sintomas da doença registrou leve queda na Baixada, passando de 513 para 503. Mortes e casos de Covid nas cidades da Baixada Santista Santos é a cidade com o maior número de internações, porém, registrou queda nesta quarta, passando de 424 para 420 pessoas hospitalizadas no município. A taxa geral de ocupação dos 738 leitos de Covid-19 disponíveis está em 57%. Entre os 387 leitos de UTI, a ocupação é de 61%. Na rede SUS, a taxa é de 56%, e na rede privada, 69%. Santos, Praia Grande, Guarujá, São Vicente e Bertioga registraram novos óbitos causados pela doença, 31 ao todo. O número de pacientes recuperados ultrapassou a marca de 126,9 mil. Confira os casos na Baixada Santista * O número de internados em Cubatão é referente apenas a pacientes de UTI, conforme é repassado pela prefeitura.

Esta será a primeira remessa de Janssen, de dose única, destinada ao estado; de acordo com o Ministério da Saúde, este primeiro lote pode ser usado até agosto. Vacina contra a Covid-19 no Paraná Geraldo Bubniak/AEN O Ministério da Saúde confirmou, na noite desta quarta-feira (23), que as vacinas da Janssen, de dose única, chegarão ao Paraná na quinta-feira (24). Conforme o governo do estado, serão 91.250 imunizantes. As vacinas estarão no mesmo avião que trará as 211.200 doses da CoronaVac. O voo deve chegar no Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), no início da tarde. Em seguida, os imunizantes serão encaminhados para o Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar). Voluntária em teste da vacina da Janssen comemora chegada do imunizante ao Brasil: 'Ciência acontece no nosso dia a dia' Também na quinta-feira, chegará outro voo com 136.890 doses da Pfizer. CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias ACOMPANHE: Média móvel de mortes e casos no estado VACINAÇÃO NO PARANÁ: Veja perguntas e respostas MAPA: veja onde se vacinar em Curitiba, no app Você na RPC O Governo do Paraná informou que as 439.340 novas vacinas fazem parte da 27ª pauta de distribuição do governo federal. Apenas o lote de CoronaVac tem segundas doses. As demais serão destinadas para a continuidade da aplicação em grupos prioritários e na população em geral, conforme escalonamento de idades alcançado em cada um dos 399 municípios. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a primeira remessa de vacinas da Janssen deve ser destinada a: trabalhadores do transporte coletivo rodoviário de passageiros; do transporte ferroviário; do transporte aquaviários; caminhoneiros. De acordo com o Ministério da Saúde, este primeiro lote pode ser usado até agosto. VÍDEOS: Mais assistidos do G1 Paraná Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Profissionais vão fazer a higienização de 67 reservatórios em todo o estado. BRK Ambiental disse que a medida é para reduzir o impacto aos clientes durante as manutenções. Reservatório da BRK em Paraíso do Tocantins Divulgação/BRK Ambiental A BRK Ambiental, concessionária que fornece água e saneamento básico em grande parte do Tocantins, informou que vai usar mergulhadores e equipamentos especiais para fazer a limpeza de 67 reservatórios no estado. O objetivo é reduzir o impacto das manutenções no abastecimento das cidades, já que não haverá necessidade de esvaziar os tanques. De acordo com a empresa, as limpezas começam ainda no mês de junho e os primeiros municípios onde o serviço deve ser realizado são: Augustinópolis, Araguaína, Tocantinópolis, Colméia, Colinas do Tocantins, Guaraí, Miranorte, Miracema, Cristalândia, Barrolândia, Lagoa da Confusão, Paraíso do Tocantins, Palmas, Porto Nacional, Palmeirópolis, Formoso do Araguaia, Figueirópolis, Araguaçu, Alvorada, Aliança do Tocantins, Gurupi, Combinado, Taguatinga e Dianópolis As limpezas não vão afetar a rotina de monitoramento e testagem da qualidade da água. Mesmo assim, se o morador perceber alguma alteração, pode entrar em contato pelo telefone 0800 644 0195. As equipes realizarão a limpeza da rede próxima ao imóvel e, se necessário, irão reabastecer a caixa d'água do morador. "Cada vez mais, temos buscado tecnologias e técnicas para que este trabalho tenha o menor impacto possível no dia a dia dos nossos clientes. Com a limpeza subaquática, por exemplo, podemos realizar a manutenção sem esvaziar o reservatório e, consequentemente, minimizar as intermitências no fornecimento de água", disse Guilherme Silvestrin, engenheiro da BRK Ambiental, Os usuários devem também manter as caixas d'água domésticas higienizadas para evitar entupimentos ou a entrada de sujeira nos dutos. A recomendação é que as limpezas sejam feitas a cada seis meses. Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.
João do Rio era pseudônimo de Paulo Barreto, o repórter mais querido da então capital federal. Há cem anos, enterro de João do Rio parava o Rio de Janeiro Faz exatamente 100 anos: a cidade do Rio de Janeiro parava para se despedir de Paulo Barreto. Um jornalista, cronista, escritor, celebrizado pelo pseudônimo João do Rio, entre muitos outros. A morte chegou aos 39 anos. Infarto fulminante dentro de um táxi no bairro do Catete. João do Rio era pseudônimo de Paulo Barreto, o repórter mais querido da então capital federal. Há um século, o enterro dele parou o Rio de Janeiro. 100 mil pessoas foram se despedir do jornalista que criou um estilo. “Ninguém saía da redação. Essa é a importância dele, ele ter tirado o jornalismo de dentro da redação e jogado para rua. Primeiro a ir no candomblé, primeiro a ir na escola de samba, que não existia ainda, eram blocos de samba, o primeiro a ir nas prisões entrevistar os presos”, conta João Carlos Rodrigues, biógrafo de João do Rio. Ele também frequentava os ambientes mais sofisticados, os templos de arte e de cultura como o Real Gabinete Português de Leitura. A biblioteca herdou a coleção de 4 mil livros do jornalista, que sonhava com uma sociedade onde as mulheres pudessem votar, o divórcio fosse permitido e os homossexuais não sofressem preconceito. Sempre elegante, vestindo roupas que chamavam a atenção, era um dândi. Virou imortal com apenas 29 anos e foi o primeiro a usar o fardão da ABL. Desafiava padrões e recebia ataques. “Por ele ser tudo isso, nem pobre, nem rico, nem branco, nem preto e gay, ele teve um ponto de vista outside, ou seja, ele não fazia parte da sociedade estabelecida”, explica João Carlos Rodrigues. A sociedade era o Rio da Belle Époque. A cidade em obras para se tornar a Paris dos trópicos foi atacada por uma epidemia de varíola. A solução para o problema já existia, como o jornalista escreveu em 1903 em textos lidos até hoje: “A vacinação gratuita aí está, ao alcance de todos, pobres e ricos”. E mesmo assim, teve gente que era contra a vacinação. “E não houve razões bastantes para convencer o furioso cavalheiro que entrou berrando e berrando saiu protestando contra a vacinação em nome dos sagrados princípios de 89 e em nome da liberdade dos cidadãos. E não penseis que esse seja um caso isolado: neste país, o desrespeitador das leis e o contrariador sistemático das medidas sanitárias são legião.” “Tão atual, né? Infelizmente, tem que rir para não chorar. Vacinem-se acima de tudo”, afirmou leitora. João do Rio fundou um jornal: “A Pátria!” e foi para a França cobrir a conferência de paz da Primeira Guerra Mundial. O repórter também usou a caneta de ouro para escrever sobre o carnaval e a alma encantadora das ruas. No seu livro mais conhecido, ele escreveu: “Eu amo a rua. As ruas são entes vivos, as ruas pensam, têm ideias, filosofia e religião. As ruas têm alma!”

Equipamentos vindos da Alemanha já começaram a chegar à unidade. Coletiva contou com a presença de autoridades da Santa Casa de Santos, SP Divulgação/Santa Casa de Santos O Hospital Santa Casa de Santos, no litoral de São Paulo, apresentou o projeto de renovação do parque tecnológico do Centro Cirúrgico nesta quarta-feira (23). Segundo o hospital, foi realizada uma compra de quase R$ 12 milhões em equipamentos para modernizar a unidade. De acordo com a Santa Casa, essa é uma negociação histórica. A coletiva de imprensa para a divulgação do projeto aconteceu no Consistório da Santa Casa de Santos, seguindo protocolos de higiene contra a Covid-19. O superintendente e diretores do hospital estiveram presentes ao evento. O hospital detalhou os investimentos realizados na compra de equipamentos vindos da Alemanha, que já começaram a chegar à unidade. A Santa Casa reiterou que o investimento em modernização e tecnologia do complexo cirúrgico ocorreu para atender às cidades Baixada Santista. Na coletiva, o superintendente da irmandade, Augusto Capodicasa, salientou que se trata do maior investimento do hospital dos últimos 50 anos, e que toda a compra foi feita com recursos próprios. Reiterou, ainda, que a obra foi dividida em duas etapas, de reforma e renovação do parque tecnológico. Essa mudança teve início em 2020,e a renovação foi concluída agora. Ao todo, mais de 150 novos equipamentos serão utilizados em pacientes particulares, conveniados e, também, em pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Foi formado, ainda, um comitê de inovação para auxiliar na escolha e compra desses equipamentos. Parte dos equipamentos já chegou à Santa Casa de Santos e está sendo instalada gradualmente. A previsão é de que, em até 60 dias, todo o parque tecnológico esteja renovado. Com o Centro Cirúrgico completamente reformulado, o hospital busca atingir a marca de 4.500 cirurgias por mês. Além disso, foi anunciado que a unidade realizará, ainda este ano, o primeiro procedimento de robótica da Baixada Santista. Santa Casa de Santos, SP Divulgação/Santa Casa de Santos VÍDEOS: As notícias mais vistas do G1

Governo da província de Gauteng, na África do Sul, anunciou que nenhum hospital tem registro dos nascimentos e que exames médicos afastaram a possibilidade de que mulher tenha estado grávida recentemente. Gosiame Thamara Sithole foi fotografada pelo Pretoria News, portal sul-africano que primeiro publicou seu relato African News Agencuy (ANA)/BBC Segundo investigações oficiais, é falso o relato a sul-africana Gosiame Sithole de que ela teria dado à luz 10 bebês no início do mês. Nenhum hospital na província de Gauteng tem registro desses nascimentos, e exames médicos afastaram a possibilidade de que Sithole tenha estado grávida recentemente, segundo o governo local. A mulher de 37 anos agora está detida sob a legislação para custódia de pessoas com distúrbios na saúde mental. A nota do governo de Gauteng não aborda as possíveis razões para a mulher ter inventado a história. O relato dela foi publicado pela primeira vez pelo site Pretoria News, do grupo Independent Online (IOL). Depois que um prefeito confirmou os nascimentos, outros veículos da imprensa, incluindo a BBC, publicaram a história. Mas posteriormente, um porta-voz do governo local disse que o prefeito não tinha visto os bebês e só tinha a palavra da família. A publicação do Pretoria News dizia que Sithole teve os 10 filhos em 7 de junho no Hospital Universitário Steve Biko na capital, Pretoria, e denunciou a falta de preparo da equipe médica. A mulher acusou o hospital e o governo da província de encobrir uma negligência médica. "Essas alegações são falsas, não embasadas e servem apenas para atacar a boa reputação do Hospital Universitário Steve Biko e do governo provincial de Gauteng", disse uma nota da autoridade local, acrescentando que iria processar judicialmente o editor-chefe do Pretoria News, Piet Rampedi, e o IOL. Doações milionárias Sithole, que tem gêmeos de seis anos, e seu parceiro Teboho Tsotetsi moravam em Thembisa, um município perto de Joanesburgo, na província de Gauteng. De acordo com o IOL, eles frequentavam a mesma igreja de Rampedi, onde eles se conheceram em dezembro. Em maio, o editor entrevistou o casal que disse estar esperando oito bebês — fotos mostram Sithole aparentemente grávida. A surpresa com um número maior de bebês no parto, 10, foi noticiada pelo Pretoria News em 8 de junho, citando Tsotetsi como a fonte. Mais tarde, o suposto pai disse que recebeu notícias da mulher por mensagens de texto, uma vez que não teria ido ao hospital por conta das restrições em meio à pandemia de coronavírus. Rampedi também se baseou em mensagens do WhatsApp para apurar a história, e não buscou informações do próprio hospital. O casal começou a receber doações, incluindo US$ 1 milhão de rands (cerca de R$ 350 mil) do presidente do IOL, Iqbal Survé. Mas a história começou a gerar suspeitas porque o Pretoria News não divulgou o hospital onde os bebês nasceram. Somente dez dias após o suposto parto, o IOL publicou acusações contra o Hospital Universitário Steve Biko. As coisas ficaram ainda mais estranhas depois que Tsotetsi relatou o desaparecimento da mulher e pediu às pessoas que parassem de fazer doações. Enquanto isso, assistentes sociais conseguiram rastrear Sithole e ela foi internada em um hospital para exames na sexta-feira passada (18). Um documento de autoria de Rampedi, ao qual o portal News24 teve acesso, pediu desculpas ao IOL pelo "dano à sua reputação". O editor afirmou que deveria ter tratado a história mais como uma investigação do que uma história simpática. Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias
O plenário do Supremo concluiu o julgamento iniciado em abril. Foram sete votos a quatro pela validação da decisão da 2ª Turma, que considerou o então juiz Sergio Moro parcial na condenação do ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá. STF mantém decisão da 2ª Turma que declarou Moro parcial ao condenar Lula Por sete votos a quatro, o plenário do Supremo Tribunal Federal validou o julgamento da 2ª Turma que considerou o então juiz Sergio Moro parcial na condenação do ex-presidente Lula no caso do triplex do Guarujá. A guinada nas condenações do ex-presidente Lula começou em março deste ano. Foi quando o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, entendeu que a 13ª Vara Federal, em Curitiba, não tinha competência para julgar quatro processos do ex-presidente: o do sítio de Atibaia, o do triplex do Guarujá e os ligados ao Instituto Lula e a um apartamento em São Bernardo do Campo. Fachin anulou as condenações e determinou que os processos fossem enviados para Justiça Federal em Brasília. O ministro determinou ainda o arquivamento de outros pedidos da defesa de Lula ao STF, entre eles, o da suspeição de Moro. Mas a 2ª Turma decidiu julgar a parcialidade de Moro, dando ganho de causa para a defesa de Lula. Em abril, a decisão de Fachin sobre a incompetência da Vara de Curitiba foi julgada pelo plenário do STF, que, por maioria, confirmou a anulação das condenações do ex-presidente Lula e passou a decidir se a 2ª Turma poderia ter julgado a parcialidade do então juiz Sergio Moro no caso do triplex do Guarujá. O relator Edson Fachin defendeu que a 2ª Turma não poderia ter discutido o caso, porque ele anulou os processos no Paraná antes da decisão final da Turma. Votou com Fachin o ministro Luís Roberto Barroso. O ministro Gilmar Mendes, presidente da Segunda Turma do STF, abriu uma divergência: considerou que a incompetência da Vara de Curitiba e a suspeição de Sergio Moro não se misturam e, portanto, poderiam ser analisadas de forma separada. Segundo o ministro, a decisão de uma das Turmas não pode ser revista por todos os ministros do STF. Gilmar Mendes foi seguido pelos ministros Nunes Marques, Alexandre de Moraes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli, Cármen Lúcia e Rosa Weber. Em seguida, o ministro Marco Aurélio pediu vista, suspendendo o julgamento. Nesta quarta-feira (23), o decano Marco Aurélio foi o primeiro a votar e seguiu o relator Edson Fachin, apesar de criticar a decisão do colega de ter anulado todos os processos em Curitiba de forma monocrática, individual. Marco Aurélio argumentou que a decisão de Fachin teve um começo errado, com base num habeas corpus e que não respeitou o direito ao contraditório, ou seja, nesse caso, a posição do Ministério Público Federal. Marco Aurélio também lembrou que as condenações já tinham passado por outras instâncias da Justiça. Mas Marco Aurélio concordou com Fachin ao defender que a 2ª Turma não poderia analisar a suspeição do então juiz Sergio Moro depois que a Vara de Curitiba foi considerada incompetente para julgar os processos do ex-presidente. “A organicidade leva considerar seu pleno apreciado, em primeiro lugar, o agravo quanto à incompetência, em relação ao qual já houve proclamação. Assentada incompetência do juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, logicamente inexiste utilidade e necessidade em apreciar se o juiz mostrou-se ou não imparcial na condução dos trabalhos atinentes aos referidos processos e que desaguou em decisões condenatórias”, afirmou. E, por fim, Marco Aurélio criticou o uso de mensagens apreendidas na operação Spoofing, que apura invasão a celulares de autoridades públicas, como os procuradores que atuaram na Lava Jato. Ele ressaltou que a veracidade dessas mensagens não ficou comprovada. Defendeu o combate à corrupção e a atuação de Sergio Moro. “O juiz Sérgio Moro surgiu como um verdadeiro herói nacional e então, do dia para noite, ou melhor, passado algum tempo, é tomado com suspeito e aí caminha-se para dar o dito pelo não dito em regtroação incompatível com os interesses maiores da sociedade, os interesses maiores do Brasil. Ao versar a incompetência da 13ª Vara Federal e da Turma quanto à suspeição do juiz Sergio Moro certamente não ganha o Brasil, mas aqueles de quem se ouviu em passado próximo que incumbia esvaziar a operação Lava Jato. O que parecia sonho de adeptos da corrupção desenfreada, acabou por realizar-se, concluído desprovejo recurso para restabelecer e inclusive o arquivamento do habeas 164493 e, com isso, afastar do cenário jurídico a declaração tardia ao extremo e descabida de suspeição do juiz Sergio Moro. É como voto”, disse Marco Aurélio. O presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, foi o último a votar e seguiu o relator Edson Fachin. Também criticou as referências às mensagens da operação Spoofing durante o julgamento da 2ª Turma sobre a suspeição de Moro, por serem provas ilícitas, roubadas de celulares de procuradores da Lava Jato. Assim como Marco Aurélio, criticou a posição do relator de declarar a incompetência da Vara de Curitiba e anular todos os processos. Para Fux, não houve qualquer prejuízo da defesa de Lula que justificasse a anulação das condenações. “Qual é a consequência de se arguir e de se acolher uma incompetência territorial? É a constatação de que esse vício impediu a amplitude da defesa. Impediu a amplitude da defesa? De forma alguma. O denominado sob ângulo positivo, incansável doutor Cristiano Zanin, exerceu com toda sua plenitude o direito de defesa. E aqui então vem à baila pelo TRF-1 e pelo STJ, no sentido de que não se declara, nenhum ato será declarado nulo se dá nulidade não rejuntar prejuízo, para a acusação e para a defesa”, disse. Com o placar de sete a quatro a favor da decisão da 2ª Turma de julgar a parcialidade do então juiz Sergio Moro no caso do triplex do Guarujá, provas e depoimentos dessa ação não poderão ser aproveitados pela Justiça Federal em Brasília. Volta tudo para a estaca zero. O ex-presidente Lula recuperou os direitos políticos. Na prática, poderá se candidatar a um cargo eletivo. Advogado diz que Lula não cometeu qualquer crime O advogado do ex-presidente Lula comentou a decisão do STF. Cristiano Zanin disse que Lula não cometeu qualquer crime e que há cinco anos busca comprovar na Justiça a suspeição do então juiz Sergio Moro. “Essa decisão encerra uma discussão sobre a suspeição do ex-juiz Sergio Moro. O Supremo reconheceu, com maioria de votos, a suspeição que nós arguimos há cinco anos. Então, hoje, Moro é suspeito tal como nós sempre afirmamos. Bom, o ex-presidente Lula, em todos os processos que foi julgado fora de Curitiba, ou ele foi absolvido ou os processos foram sumariamente arquivados. Porque ele não praticou qualquer crime. As condenações que foram impostas em Curitiba decorrem justamente da suspeição do ex-juiz Sergio Moro”, afirmou. O advogado de Lula afirmou também que os casos não deverão avançar na Justiça Federal em Brasília. “Olha, nós esperamos que sequer esses casos sejam reabertos, porque tudo foi produzido a partir de um trabalho coordenado entre o juiz parcial e o órgão acusador. Então, a nossa expectativa é que nada seja reaproveitado e que sequer haja novas ações. Nós apresentamos provas robustas da suspeição e que hoje teve o julgamento final decretado pela Suprema Corte, reconhecendo essa suspeição que sempre foi por nós afirmada. Entendemos que foi uma vitória não apenas da defesa do ex-presidente Lula, mas também uma vitória do devido processo legal. Nenhum processo pode ser conduzido por juiz parcial. E neste caso havia a parcialidade, tanto é que ela foi reconhecida pela Suprema Corte”, disse. Moro diz que nunca houve qualquer restrição à defesa de Lula O ex-juiz Sergio Moro se manifestou em redes sociais. Ele afirmou que os votos dos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Marco Aurélio e Luiz Fux não reconhecem vícios ou parcialidade na condenação por corrupção do ex-presidente Lula e que esses votos correspondem aos fatos ocorridos e ao direito. Moro afirmou ainda que nunca houve qualquer restrição à defesa de Lula, e que a culpa dele foi reconhecida por dez juízes.
Não existe uma idade estabelecida para iniciar as consultas ginecológicas, o importante é o cuidado rotineiro com a saúde feminina A Equipe do Cuidado Integral Espaço Vita Sabin Sinai é dedicada à assistência do beneficiário Sabin Sinai. Quem fala sobre a importância das consultas ginecológicas de rotina, que garantem o bem-estar e a saúde feminina é a ginecologista e obstetra, Dra. Durcinéia Fernandes. Assista: ESPAÇO VITA - DRA. DURCINEIA
Ação movida pelo Ministério Público Eleitoral avalia que Luizinho Andretto (Republicanos) usou indevidamente sua página na internet para pedir votos. Vereador contesta e vai recorrer. A Justiça Eleitoral pediu a cassação do mandato do vereador de Jaú (SP), Luizinho Andretto (Republicanos) por abuso dos meios de comunicação e declarou ainda a inelegibilidade do vereador pelo prazo de oito anos. A decisão é em primeira instância e cabe recurso. Em nota, Luizinho Andretto afirmou “acreditar no bom senso” da Justiça Eleitoral e que vai recorrer da decisão. (Veja abaixo íntegra da nota) Em decisão proferida na última segunda-feira (21), a Justiça acatou a ação movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que afirmou que Luizinho utilizou a página que administra no Facebook para fazer campanha política. De acordo com o MPE, o vereador aproveitou a grande visibilidade da página "Tem Coisas que Só Acontecem em Jaú" para divulgar a própria imagem e o próprio número de candidatura, além de pedir votos Ainda segundo os procuradores, durante a campanha o vereador também se apresentava como o "Luizinho do Tem Coisas". Íntegra da nota do vereador “Desde o final das eleições municipais nas quais obtive vitória ao cargo de vereador estou sendo demandado em ação de investigação judicial eleitoral por ter utilizado minha página pessoal, uma fanpage de rede social para divulgação de minha candidatura. Acredito no bom senso da Justiça Eleitoral em reconhecer que minha página em rede social não pode gerar penalidade eleitoral. Caso isso acontecesse, nenhum influenciador digital poderia ser candidato, como é o caso de tantos parlamentares eleitos nos últimos anos. A decisão será objeto de recurso e entendo que o Tribunal Regional Eleitoral agirá com a mais absoluta justiça.” VÍDEOS: assista às reportagens da região Veja mais notícias no G1 Bauru e Marília.
Município recebeu do Estado 12.470 doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca. A Prefeitura de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, recebeu do Governo do Estado, nesta quarta-feira (23), 12.470 doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca para a segunda aplicação. Segundo a Prefeitura, a decisão de destinar a nova remessa à segunda dose segue a uma sugestão do Estado, mas o município afirma que ainda tem um quantitativo para iniciar a aplicação da primeira dose em um novo grupo a partir da próxima semana. O cronograma ainda será divulgado. Até o momento, cerca de 11% da população da cidade se imunizou com as duas doses da vacina contra a Covid-19. A Secretaria Municipal de Saúde alerta que a imunização completa só acontece após a aplicação das duas doses. "Por isso, é importante que os cidadãos que já podem receber a segunda aplicação fiquem atentos ao cronograma vacinal do município e procurem um posto de saúde mais próximo. A data para o recebimento da segunda dose consta no comprovante da primeira aplicação", disse o município.

Acidente ocorreu no cruzamento da Avenida José Antônio Ferrarezi com a Rua Francisco Benedito, no Reserva Real. Causas serão apuradas. Acidente deixa motociclista morta em Ribeirão Preto (SP) Leonardo Santos/ACidade ON Ribeirão Preto Uma motociclista morreu na noite desta quarta-feira (23) após ser atingida por um carro na zona Leste de Ribeirão Preto (SP). Segundo as primeiras informações da Polícia Militar, a batida ocorreu no cruzamento da Avenida José Antônio Ferrarezi com a Rua Francisco Benedito, no Reserva Real. As causas ainda serão apuradas, mas o motorista do carro, que seguia na avenida, disse aos policiais que a motociclista cruzou na frente do veículo e não deu tempo de frear. A moto foi arrastada por ao menos 50 metros. A vítima chegou a ser socorrida e levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte, mas não resistiu durante o trajeto. *Com colaboração de Leonardo Santos Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre Ribeirão Preto e região

Florianópolis e Itajaí aguardam mais doses para ampliar imunização com primeira dose. Outros municípios catarinenses aplicam as duas doses. Veja quem pode se vacinar nesta quinta em SC contra a Covid As prefeituras de Florianópolis e de Itajaí seguem com aplicação da 1ª dose de vacina contra a Covid-19 suspensas para alguns grupos nesta quinta-feira (24) por falta de doses. Outras cidades catarinenses seguem com imunização por idade e pessoas sem comorbidades (veja os detalhes mais abaixo). A capital e a cidade do Vale pretendem ampliar a imunização a todos grupos quando receberem novas remessas de vacinas. Segundo a Diretoria estadual de Vigilância Epidemiológica (Dive), Santa Catarina deve receber três remessas com mais 250 mil doses nesta quinta-feira (24). Florianópolis: veja quem pode ser vacinado hoje e o que fazer Na capital, apenas lactantes, gestantes e puérperas com agendamento recebem as doses. A segunda dose é aplicada para pessoas que receberam a primeira dose há mais de 12 semanas, mesmo que estejam com atraso. Em Itajaí, três grupos que tiveram a imunização suspensa: motoristas profissionais com carteira de habilitação C, D ou E, que exercem atividade remunerada, trabalhadores do transporte coletivo rodoviário de passageiros e trabalhadores portuários. Os demais grupo são vacinados, desde que tenham agendado. O objetivo do Governo do Estado é vacinar toda a população catarinense com 18 anos ou mais até o dia 23 de outubro de 2021, seguindo calendário divulgado no início do mês. Confira abaixo como fica a imunização nos maiores municípios catarinenses: Florianópolis Veja quem poderá receber 1ª dose: lactantes, gestantes e puérperas com horário marcado e somente no Sead/UFSC Veja quem poderá receber 2ª dose: todas as pessoas que receberam a primeira dose há mais de 12 semanas Locais para vacinação das 9h às 16h: Centro de Eventos da UFSC - Ponto Fixo; Estádio Orlando Scarpelli - Ponto Fixo; Antigo Aeroporto - Ponto Fixo; Centro de Eventos Luiz Henrique da Silveira - Ponto Fixo. SEAD/UFSC - Ponto Fixo (este é das 7h30 às 18h30). Drive-thru com vacinação contra a Covid no sábado (19) no antigo aeroporto de Florianópolis Prefeitura de Florianópolis/Divulgação Documentação: documento com foto e comprovante de residência. A administração municipal orienta para que a população que puder, atualize o cadastro no SUS com antecedência pelo Alô Saúde (0800-333-3233). Há gratuidade no ônibus e dispensa do trabalho para quem for se vacinar. Não foi informado o número de doses que há em estoque na capital. A lista completa de comorbidades, modelo de atestado e comprovações aceitas para as comorbidades estão no site da prefeitura. Itajaí Itajaí vacina com a primeira dose pessoas acima dos 50 anos, profissionais da educação, além de gestantes, lactantes e puérperas que tenham agendado. Segunda dose para quem está no prazo de reforço. Local de vacinação: Sala Volante do Centreventos - Horário: 8h às 17h30. Joinville Joinville imuniza nesta quinta pessoas acima de 48 anos sem comorbidades, também pessoas entre 18 e 59 com comorbidades, gestantes e puérperas com comorbidades, além de trabalhadores de educação, limpeza urbana, transporte aquaviário, transporte coletivo e caminhoneiros. Para os locais de vacinação, entre no site da prefeitura. Segunda dose é para quem tem agendamento confirmado. Blumenau Blumenau, no Vale do Itajaí, aplica a primeira dose em pessoas com 48 anos ou mais sem comorbidades, além de gestantes, lactantes e puérperas. A segunda dose segue acontecendo, de acordo com agendamento. A aplicação ocorre na Vila Germânica. Criciúma Em Criciúma, a vacinação da primeira dose é para pessoas com 48 anos ou mais sem comorbidades, gestantes, lactantes, puérperas, profissionais da educação, além de membros das forças de segurança e salvamento, pessoas com comorbidades maiores de 18 anos, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, da limpeza urbana, do transporte ferroviário e de cargas. A segunda dose é para quem estiver no prazo de reforço. Chapecó Chapecó vacina com a primeira dose pessoas com 45 anos ou mais sem comorbidades. Haverá segunda dose para quem estiver no prazo de aplicação. Lages Lages imuniza pessoas com 48 anos ou mais, grávidas, lactantes e puérperas e todos os demais grupos já elencados anteriormente. A 2° dose para quem está no prazo de reforço. Local de vacinação: no Drive Thru no Parque Conta Dinheiro, das 8h às 13h, e para pedestres no ginásio Jones Minosso das 13h às 17h. Vacinação contra Covid-19 em pessoas com comorbidades é realizada em diferentes cidades de SC Ary Barbosa/Prefeitura de Lages Vacinação contra Covid em SC: veja perguntas e respostas Veja casos e mortes por Covid nas cidades de SC O Ministério da Saúde informou que as gestantes e puérperas - incluindo as sem fatores de risco adicionais - que tomaram a primeira dose da vacina Covid-19 da AstraZeneca devem aguardar o fim da gestação e do período puerpério (até 45 dias pós-parto) para completar o esquema vacinal com o mesmo imunizante. VÍDEOS: Vacinação contra a Covid-19 em SC Veja mais notícias do estado no G1 SC
O grupo, formado por adultos e crianças, relata que a viagem deveria durar um dia e meio, mas se prolongou por cinco dias e eles gastaram todo o dinheiro que tinham. Um grupo com cerca de dez venezuelanos relatou, nesta quarta-feira (23), as péssimas condições de serviço oferecidas pela empresa de viagem e turismo TransBrasil. Segundo os imigrantes, eles teriam saído de Manaus (AM) na última quinta-feira (17) e a viagem que deveria durar um dia e meio, acabou se prolongando por cinco dias. Durante o período, o dinheiro que estava escasso acabou sendo gasto com alimentação e água, principalmente para as crianças e agora eles não conseguem seguir viagem. Em conversa com a equipe da Rede Amazônica, o estudante Abraham Rodriguez diz que o ônibus quebrou várias vezes durante o percurso na BR-319 e chegou até a atolar. Eles tiveram que tentar empurrar o veículo para seguir viagem. Ainda segundo Abraham, eles não tinham acesso ao sistema de ventilação e as janelas estavam fechadas. Os viajantes chegaram em Porto Velho ontem a noite e os que ainda tinham um pouco de dinheiro foram dormir em hotéis e depois voltaram para a rodoviária. Eles pedem que a empresa se responsabilize pela situação e os ajude a seguir para o destino inicial. Venezuelanos dormem em rodoviária após viagem até Porto Velho ter série de transtornos Em resposta à Rede Amazônica, o proprietário da TransBrasil, Irandir Oliveira, informou que quando o viajante compra a passagem no guichê da empresa é informado dos riscos de enfrentar a BR-319 e o passageiro embarca ciente das condições da estrada. De acordo com Irandir, a empresa não pode ser responsabilizada pelo atraso na viagem. Ele informa que, por questão de humanidade, a TransBrasil ajudou algumas pessoas que não tinham condições financeiras para chegar ao destino final. VÍDEOS: veja mais notícias de Rondônia
Em audiência, ele usou os dedos para formar as letras W e P, "white power" (poder branco). Na época em que o MP apresentou a denúncia, a defesa de Filipe Martins afirmou que ele tem história de luta pelas liberdades. Filipe Martins se torna réu na Justiça Federal do Distrito Federal A Justiça Federal do Distrito Federal aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou réu o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência, Filipe Martins, por ter feito um gesto racista numa audiência no Senado. Ele usou os dedos para formar as letras W e P, para simbolizar a expressão “white power”, que em inglês significa “poder branco”. Em depoimento, Martins disse que estava ajeitando a lapela, mas a perícia concluiu que ele nem chegou a segurar o terno. Em outras ocasiões, Filipe Martins já publicou mensagens com frases e referências históricas ao chamados supremacistas. Na época em que o Ministério Público apresentou a denúncia, a defesa de Filipe Martins afirmou que ele tem uma história de luta pelas liberdades.

Brigada Militar segue fazendo buscas pelos outros dois fugitivos. De acordo com a administração da penitenciária, detentos fugiram durante o horário do banho de sol. Presídio Estadual de Lajeado Reprodução/RBS TV Cinco detentos fugiram do Presídio Estadual de Lajeado, no Vale do Taquari, por volta das 17h desta quarta-feira (23), segundo a administração do local. Três deles foram recapturados por agentes do presídio e pela Brigada Militar, momentos depois da fuga. Segundo a administração da penitenciária, os detentos fugiram durante o horário do banho de sol no pátio. Um levantamento realizado no alojamento identificou que houve danificação de cadeados de segurança. A Brigada Militar segue as buscas pelos dois foragidos. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Prefeitura de Sorocaba (SP) informou que 115 mil máscaras foram compradas por meio de contrato emergencial para distribuir nas unidades escolares. Cerca de 81 escolas municipais de Sorocaba (SP) não receberam máscaras de proteção para crianças e continuam com o ensino remoto nas unidades. A informação foi divulgada pela Secretaria da Educação nesta quarta-feira (23). De acordo com a Prefeitura de Sorocaba, a cidade conta com 175 escolas da rede municipal. Desse total, 81 não receberam máscaras. Diante da situação, a prefeitura informou que houve a necessidade de compra emergencial de um lote com 115 mil máscaras. A compra está em fase final de tramitação. Os alunos continuam mantendo atividades em sistema remoto. Segundo a prefeitura, são estudantes do Ensino Fundamental (6 a 10 anos), Creche III (3 anos) e Pré-escola (4 e 5 anos). Além da falta de máscaras, também estão sendo feitos reparados nas unidades de ensino que precisam. A previsão de conclusão é entre julho e agosto. Veja mais notícias da região em G1 Sorocaba e Jundiaí VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM
Proposta, que segue para sanção presidencial, também limita isenção de pessoas com deficiência na compra de carros e cria redução gradual do Regime Especial da Indústria Química. A Câmara dos Deputados concluiu nesta quarta-feira (23) a votação de uma medida provisória que, entre outros pontos, aumenta as alíquotas sobre o lucro líquido de instituições financeiras e limita a isenção de pessoas com deficiência na compra de carros para bancar a desoneração sobre o diesel e o gás. A proposta também cria uma redução gradual, em quatro anos, do Regime Especial da Indústria Química (Reiq). A medida original, enviada pelo governo, acabava com os benefícios fiscais já em 2021. Os deputados já tinham aprovado a proposta no início de junho, mas precisaram analisá-la novamente após mudanças feitas pelo Senado. A Câmara, no entanto, decidiu rejeitar as alterações propostas pelos senadores. As mudanças são uma forma de compensar a redução das alíquotas (PIS/Pasep e Cofins) incidentes sobre o óleo diesel e o gás de cozinha, determinada em março deste ano por meio de um decreto do Executivo (vídeo abaixo). Bolsonaro assina decreto que zera impostos federais sobre o gás de cozinha e o diesel Ao editar a MP, o governo argumentou que as medidas são uma forma de cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que exige a compensação das renúncias de receitas. Lucro líquido O texto aumenta as alíquotas de Contribuição sobre Lucro Líquido (CSLL) cobrada de empresas do setor financeiro: para seguros privados, capitalização, distribuidoras de valores mobiliários, corretoras de câmbio, entre outras, a alíquota passa de 15% para 20% até o dia 31 de dezembro de 2021, retornando a 15% a partir de 1º de janeiro de 2022; para cooperativas de crédito, a alíquota passa de 15% para 20% até o dia 31 de dezembro de 2021, retornando a 15% a partir de 1º de janeiro de 2022; a alíquota passa de 20% para 25% até o dia 31 de dezembro de 2021, retornando a 20% a partir de 1º de janeiro de 2022 para bancos de qualquer espécie. O governo calcula que a majoração de alíquotas da CSLL sobre o lucro líquido de instituições financeiras terá um impacto de R$ 2,27 milhões sobre o aumento da arrecadação. Isenção de IPI O Congresso alterou a MP original para ampliar de R$ 70 mil para R$ 140 mil o valor de veículos novos sobre os quais pessoas com deficiência terão direito à isenção de Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). Essa regra vale até 31 de dezembro de 2021. Antes da medida provisória, a isenção alcançava veículos de qualquer valor. “Dadas as condições do mercado de automóveis no Brasil, o limite de R$ 70 mil imposto pela Medida Provisória inviabilizaria o gozo do incentivo no restante do exercício de 2021, pois é praticamente impossível encontrar um veículo nessa faixa de preço que possa atender adequadamente aos beneficiários dessa importante política pública”, afirmou o relator. Outra mudança em relação ao texto original do governo diz respeito ao intervalo de tempo em que as que pessoas com deficiência podem usar a isenção. O texto da lei que rege o desconto na compra de automóveis fixava que a isenção de IPI poderia ser utilizada uma vez a cada dois anos. O governo aumentou esse intervalo para quatro anos, mas o relator estabeleceu três anos na versão final. O Congresso também incluiu deficientes auditivos no grupo com direito à isenção do imposto. Indústria química A medida provisória enviada pelo governo revogava, a partir de julho, o chamado Regime Especial da Indústria Química (Reiq), que estabelece reduções no PIS/Pasep e da Cofins para matérias-primas básicas destinadas a centrais petroquímicas. Ao editar a MP, o Executivo argumentou que os benefícios do programa “já perduram há tempo suficiente para a efetivação de seus objetivos de fomento à atividade econômica contemplada.” De acordo com o governo, a medida resultaria em um aumento de arrecadação de: R$ 667,62 milhões em 2021; R$ 1.432,73 milhões em 2022; R$ 1.529,73 milhões em 2023. Após acordo, o Congresso aprovou uma redução gradual dos benefícios fiscais até a sua extinção total em quatro anos. O acordo foi uma tentativa de chegar a um meio termo que agradasse governo e oposição. VÍDEOS: notícias de política
Na terça-feira (22), por falta de doses, a imunização foi suspensa, mas o problema foi contornado com a chegada de um lote de 211 mil doses. A vacinação de primeira dose ainda está suspensa em oito capitais brasileiras. Prefeitura de São Paulo retoma vacinação contra a Covid A Prefeitura de São Paulo retomou nesta quarta-feira (23) a vacinação contra Covid, que estava suspensa desde terça-feira (22), por falta de doses. O problema foi contornado com a chegada de um lote de 211 mil doses. Nesta quarta-feira, alguns postos de vacinação tiveram filas. A vacinação de primeira dose está suspensa em oito capitais por falta de imunizantes.

O ponto é exclusivo para a aplicação da segunda dose da vacina CoronaVac. Posto de vacinação contra Covid-19 da Escola de Enfermagem será transferido para o Parque do Idoso TV Globo / Reprodução O ponto de vacinação contra a Covid-19 que funciona no no prédio da Escola de Enfermagem, em Manaus, vai ser transferido, temporariamente, no Parque Municipal do Idoso, localizado na rua Rio Mar, 1.324, bairro Nossa Senhora das Graças, zona Centro-Sul da cidade. De acordo com a Prefeitura de Manaus, a medida ocorre em razão da necessidade de realização de obras no prédio da Escola de Enfermagem, a partir desta quinta-feira (24). O ponto é exclusivo para a aplicação da segunda dose da vacina CoronaVac, com funcionamento de 9h às 16h, de segunda-feira a sábado. Pontos de vacinação - 9h às 16h Shopping Phelippe Daou, na avenida Camapuã, 2,939, Jorge Teixeira. - Ponto apenas para pedestres Centro de Convivência da Família Padre Pedro Vignola, rua Gandu, 119, Cidade Nova. Ponto apenas para pedestres Studio 5 Centro de Convenções, avenida general Rodrigo Octávio, 3.555, Distrito Industrial 1 Ponto apenas para pedestres Clube do Trabalhador do Sesi/AM, avenida Cosme Ferreira, 7.399, São José1 . Para pedestre e drive-thru Centro de Convenções de Manaus – sambódromo, avenida Pedro Teixeira, 2.565, Dom Pedro. Para drive-thru Parque Municipal do Idoso, localizado na rua Rio Mar, 1.324, bairro Nossa Senhora das Graças, zona Centro-Sul da cidade. Centro de Convenções do Amazonas Vasco Vasques, zona Centro-Sul. Ponto apenas para pedestres VÍDEOS: Veja os mais vistos do Amazonas

Idoso estava indo trocar óleo do veículo quando ficou sem freio e subiu em telhado de confecção em Blumenau. Ninguém se feriu com gravidade. Carro ficou preso em telhado após acidente em Blumenau Ten Iakusch Bombeiros Reprodução Um motorista idoso precisou ser resgatado pelos bombeiros após o carro que conduzia ficar pendurado no telhado de uma confecção no início da tarde desta quarta-feira (24) em Blumenau, no Vale do Itajaí. As costureiras que trabalham no local estavam almoçando em outra área e não foram atingidas. O motorista sofreu ferimentos leves. Carro para em telhado após acidente em Blumenau O acidente foi no bairro Itoupava Norte. O motorista informou aos bombeiros que estava indo trocar o óleo do veículo quando, em uma descida, o freio não teria funcionado. O carro acabou subindo o telhado e ficou preso, pendurado no madeiramento. Para retirar o idoso de 73 anos de dentro do carro, os bombeiros precisaram estabilizar o veículo, que estava preso e ainda poderia despencar e cair na área interna do local. O motorista, que estava sozinho, ficou ferido em uma das mãos. O carro foi retirado com auxílio de um guincho. Confecção ficou parcialmente destruída em SC Ten Iakusch Bombeiros Reprodução Mulher tenta manobrar moto, invade casa pelo telhado e cai de 4 metros em SC VÍDEOS: Mais assistidos do G1 SC nos últimos dias Veja outras notícias do estado no G1 SC
Os imunizantes, que são aplicados em dose única, serão enviados nesta quinta-feira (24) do aeroporto de Fort Lauderdale, na Flórida, e chegarão ao aeroporto de Viracopos, em Campinas EUA doam 3 milhões de doses da vacina da Janssen contra a Covid para o Brasil Os Estados Unidos vão enviar na quinta-feira (24) ao Brasil uma doação de 3 milhões de doses da vacina da Janssen, que é aplicada em dose única. A correspondente em Washington, Raquel Krähenbühl, apurou que os imunizantes vão ser embarcados em Fort Lauderdale, na Flórida, com destino ao aeroporto de Viracopos, em Campinas. O lote de 3 milhões de doses representa o maior número de vacinas doadas pelos Estados Unidos para qualquer país até agora.

Desde o início da pandemia, 318 pacientes foram infectados, com dois mortos 316 estão curados, de acordo com a Prefeitura. Segunda dose da vacina chegou a 14,75% da população. Posto de saúde em Jeriquara, SP Jefferson Severiano Neves/EPTV Jeriquara (SP), cidade a 44 quilômetros de Franca (SP), zerou nesta quarta-feira (23) o número de casos ativos de Covid-19. A informação está no boletim da Secretaria Municipal de Saúde divulgado à noite. Não há pacientes monitorados com sintomas da doença. Segundo os dados, desde o início da pandemia a cidade registrou 318 infecções. Dois pacientes morreram, sendo o primeiro nove meses após a confirmação de casos, e 316 estão recuperados. Em mais de um ano de pandemia, a cidade já descartou 791 suspeitas de diagnóstico do coronavírus. Com 3.151 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o município já aplicou 1.782 vacinas contra a Covid de acordo com o Vacinômetro do governo estadual, sendo 465 destinadas à segunda dose, representando 14,75% da população. A campanha na cidade está na faixa etária entre 43 e 49 anos. Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre a região de Franca

Projeto foi aprovado em primeiro turno nesta quarta-feira (23); infratores também não poderão receber benefícios ou incentivos fiscais. O texto ainda prevê que fura-filas ficarão impossibilitados de receber a segunda dose antes da ordem prevista Dálie Felberg/Alep Os deputados estaduais aprovaram um projeto de lei que estabelece multa de até R$ 56,7 mil e outras penalidades para quem furar a fila da vacinação contra a Covid-19 no Paraná. A proposta foi aprovada em primeiro turno na sessão da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) desta quarta-feira (23). O projeto precisa passar por pelo menos mais um turno de votação e ser sancionado pelo governador para que a punição entre em vigor. CORONAVÍRUS NO PARANÁ: Veja as principais notícias ACOMPANHE: Média móvel de mortes e casos no estado VACINAÇÃO NO PARANÁ: Veja perguntas e respostas MAPA: Veja onde se vacinar em Curitiba, no app Você na RPC A multa prevista no projeto vai de R$ 5,6 mil a R$ 56,7 mil em valores de junho deste ano. Em Unidades Padrão Fiscal do Paraná (UPF-PR), a penalidade varia de 50 a 500. Cada UPF-PR está cotada em R$ 113,54. Paraná ultrapassa 30 mil mortes por Covid e registra mais de 1,2 milhão de casos O texto ainda prevê que fura-filas ficarão impossibilitados de receber a segunda dose antes da ordem prevista. Os infratores também não poderão receber benefícios ou incentivos fiscais, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, por cinco anos. “Nós temos tido diversas denúncias de fura filas ou mesmo de CPFs que tomaram por três vezes a vacina. Algo vai muito errado. Esse pessoal que fura a fila da vacinação tem que ser punido exemplarmente. Por isso, queremos ampliar ainda mais a fiscalização”, afirmou o deputado Requião Filho (MDB), um dos autores da proposta. O texto também é assinado pelos deputados Delegado Francischini (PSL) e Plauto Miró (DEM). À proposta, foram anexados outros projetos dos deputados Ademar Traiano (PSDB), Alexandre Curi (PSB), Luiz Claudio Romanelli (PSB) e Boca Aberta Junior (PROS) por se tratarem do mesmo tema. Vídeos mais assistidos do G1 Paraná Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.